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Gabrielle

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Drop: Ameaça Anônima (2025) - O terror que cabe na palma da sua mão

O primeiro encontro de uma mãe viúva em anos toma um rumo assustador quando ela é bombardeada com mensagens ameaçadoras anônimas em seu telefone durante um jantar sofisticado.

Personagens

Meghann Fahy – Violet

Violett Beane – Jen

Brandon Sklenar – Henry

Reed Diamond – Richard

Gabrielle Ryan – Cara

Jacob Robinson – Toby

História

Uma mãe viúva, em seu primeiro encontro em anos, chega a um restaurante sofisticado onde fica aliviada ao constatar que seu acompanhante, Henry, é mais charmoso e bonito do que esperava. Mas a química entre eles começa a azedar quando Violet começa a se sentir irritada e, em seguida, aterrorizada por uma série de mensagens anônimas em seu celular, ameaçando seu filho em casa se ela não matar seu acompanhante!

História

Pode Ver Sem Medo

Drop: Ameaça Anônima começa daquele jeito que todo mundo reconhece: uma mulher tentando retomar a própria vida depois de anos vivendo para os outros.
Violet (Meghann Fahy), viúva e mãe, está tão desconectada do universo dos encontros que até o guarda-roupa entrega — prático, confortável, funcional… e absolutamente longe do glamour.

 

Só que, com o filho de cinco anos prometido na cama às 20h e a irmã fazendo pressão positiva, Violet decide dar uma chance ao acaso. E é assim que ela acaba num primeiro encontro com Henry (Brandon Sklenar), um fotógrafo charmoso, educado e incrivelmente paciente com o nervosismo dela.

 

O jantar acontece em um restaurante high-end, no alto de um prédio moderno, com aquele clima de encontro perfeito: luz baixa, taça tintilando, flerte tímido.
Até que o celular de Violet vibra.

 

E tudo desanda.

 



A ameaça começa com uma única notificação

 

A princípio, nada demais: uma mensagem estranha, invasiva, mas que poderia ser apenas um spam.
Só que não é.

 

As mensagens começam a chegar em sequência — e rapidamente saem do desconfortável para o francamente ameaçador. Para piorar, descobrimos uma regra absurda e perturbadora:
as mensagens só podem ser recebidas se Violet estiver dentro de um raio de 15 metros.

 

Onde esse raio se encaixa perfeitamente?
Dentro do restaurante.

 

E é aí que o filme ativa seu modo whodunit moderno:
Quem está enviando essas mensagens?

  • O cara quieto no canto, afundado no celular?
  • O garçom novato, ansioso demais para puxar papo?
  • Algum hóspede misterioso?
  • Ou alguém que Violet nem percebeu que está ali?
  •  

O diretor Landon transforma o ambiente fechado em um tabuleiro de suspeitos, usando luzes saturadas e cores teatrais para guiar nosso olhar. Cada corte, cada movimento de câmera, nos convida a desconfiar de mais alguém.

 


 

 Visualmente elegante, emocionalmente claustrofóbico

 

A força do filme está na jornada — não necessariamente na conclusão.


Landon eleva o que poderia ser apenas um thriller genérico usando uma estética estilizada e explorando a sensação de vigilância constante.

 

O restaurante, antes luxuoso e confortável, vira uma espécie de gaiola dourada.


As câmeras, antes decoração, se transformam em olhos que não piscam.


O celular — o melhor amigo de qualquer pessoa moderna — vira o vilão perfeito.

 

Tudo é muito simbólico:
no século XXI, o terror não bate à porta… ele vibra no seu bolso.

 



 Quando a lógica dá uma tropeçada

 

Apesar do clima envolvente, Drop não escapa de pequenos tropeços que quebram o ritmo.

 

A cena do banheiro, em que Violet desaparece por minutos — mas volta como se tivesse ficado fora por dez segundos. Tudo se arrasta por tempo demais dentro de um local que você vai pra jantar.


Pequenos furos que fazem a trama perder um pouco da credibilidade que constrói tão bem no início.

 

Ainda assim, o filme entrega uma boa dose de paranoia contemporânea e um comentário certeiro sobre como estamos expostos.


Basta um clique errado, uma notificação suspeita, uma senha vazada — e sua vida vira um jogo psicológico nas mãos de um estranho.

 



VEREDITO
 

No fim das contas, Drop: Ameaça Anônima é quase uma Sessão da Tarde moderna, mas com tintas mais escuras e uma pitada de ansiedade digital.


Não vai reinventar o gênero, mas oferece tensão, estética caprichada e um retrato assustadoramente real do nosso vício por tecnologia — e de como ele pode ser usado contra nós.

 

Porque, no fim das contas, o monstro mais perigoso do filme não é humano nem sobrenatural.

 

É o celular.
Que anda com você o tempo inteiro.

Confira o final explicado!

Curiosidades

Os eventos do filme se passam em 7 de junho de 2025, com base no relógio do carro de Henry e em um dos documentos vistos na câmera de Henry, datado de dezembro de 2024.

 

Christopher Landon foi contratado para dirigir o filme logo após sua saída de Pânico 7 (2026).

Onde assistir?

O filme está no Prime Video.

Avaliações

  • IMDB logo 6,1
    Rotten Tomatoes logo 83%
    PVSM logo 6,5

Tags:

#filmes #drama #thriller #suspense

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