Séries
Um grupo de garotos britânicos que ficam presos em uma ilha tropical desocupada e que gradualmente caem na anarquia à medida que as convenções sociais desaparecem e as tentativas de governar com responsabilidade fracassam.
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Famosos
Tim Curry morreu aos 80 anos, mas deixou personagens que continuam vivos na memória do cinema. O cinema e a televisão perderam um de seus atores mais singulares. Tim Curry morreu aos 80 anos, deixando para trás uma carreira de mais de cinco décadas marcada por personagens excêntricos, assustadores, irreverentes e absolutamente inesquecíveis. Para muitos fãs de terror, ele será lembrado para sempre como Pennywise, o palhaço que aterrorizou uma geração na minissérie It: Uma Obra-Prima do Medo, adaptação da obra de Stephen King. Mas reduzir Tim Curry a Pennywise seria ignorar uma trajetória artística extraordinária. O homem por trás do palhaço Nascido na Inglaterra, Curry começou sua carreira nos palcos e rapidamente demonstrou uma capacidade incomum de transformar personagens em figuras que dominavam completamente a cena. Seu primeiro grande fenômeno veio com Dr. Frank-N-Furter, personagem que interpretou originalmente nos palcos de The Rocky Horror Show e posteriormente no filme The Rocky Horror Picture Show. A produção se transformou em um dos maiores fenômenos cult da história do cinema, e Curry se tornou o rosto mais reconhecível daquela obra. Sua interpretação extravagante, provocadora e cheia de personalidade ajudou a transformar Frank-N-Furter em um dos personagens mais icônicos da cultura pop. Então veio Pennywise Tim Curry encontraria outro personagem que marcaria definitivamente sua carreira. Em It: Uma Obra-Prima do Medo, ele interpretou Pennywise, a criatura criada por Stephen King que assume a aparência de um palhaço para atrair crianças. E talvez esteja justamente aí uma das grandes forças de sua interpretação. Curry não precisava aparecer constantemente como uma criatura monstruosa. Pennywise inicialmente podia parecer divertido, quase acolhedor. O sorriso, a voz e os gestos criavam uma falsa sensação de segurança. Até que alguma coisa mudava. E era nesse momento que Tim Curry transformava o personagem. Seu Pennywise alternava humor, extravagância e ameaça em questão de segundos, criando uma presença que ficou gravada na memória de quem assistiu à minissérie. A interpretação continua sendo lembrada como uma das mais marcantes do terror. Mas Tim Curry foi muito mais do que terror Uma das características mais interessantes de sua carreira foi justamente a capacidade de transitar entre gêneros completamente diferentes. Ele esteve em filmes como Clue, Annie, A Lenda, Os Três Mosqueteiros e Esqueceram de Mim 2, no qual interpretou o concierge Hector. Também construiu uma carreira importante como dublador, emprestando sua voz a personagens de animações e produções como Os Thornberrys, Peter Pan e os Piratas e Star Wars: The Clone Wars. Nos palcos, também recebeu reconhecimento por seus trabalhos em produções como Amadeus, My Favorite Year e Monty Python's Spamalot. Sua trajetória passou pelo teatro, cinema, televisão, música e dublagem, mostrando uma versatilidade que poucos artistas conseguiram alcançar. Os últimos anos Tim Curry sofreu um AVC que deixou sequelas importantes e afetou sua mobilidade. Mesmo assim, ele não abandonou completamente a carreira. Continuou participando de trabalhos de voz, eventos e projetos relacionados à sua trajetória artística. Também lançou sua autobiografia, Vagabond, revisitando momentos importantes de sua vida e carreira. Seu último trabalho no cinema foi uma participação no filme de terror Stream. Uma carreira impossível de esquecer Existe algo curioso na trajetória de Tim Curry. Ele interpretou personagens tão diferentes que, muitas vezes, parece difícil acreditar que todos pertencem ao mesmo ator. O extravagante Frank-N-Furter. O assustador Pennywise. O concierge de Esqueceram de Mim 2. Wadsworth em Clue. Personagens de fantasia, vilões, figuras cômicas e inúmeras vozes. Curry tinha uma presença que fazia qualquer personagem parecer maior do que estava no papel. E talvez seja por isso que sua morte seja sentida de maneira tão particular por diferentes gerações. Para alguns, ele será sempre o Frank-N-Furter de The Rocky Horror Picture Show. Para outros, será impossível pensar em It sem lembrar daquele sorriso de Pennywise. E existe ainda uma geração que simplesmente cresceu encontrando Tim Curry em filmes, desenhos e produções que fizeram parte da infância. O legado de Tim Curry Tim Curry morreu, mas seus personagens não. Pennywise continuará esperando debaixo da tempestade. Frank-N-Furter continuará entrando em cena com sua irreverência. E Tim Curry continuará aparecendo naquela categoria rara de atores que conseguem transformar uma participação em uma lembrança permanente. No fim, talvez esse seja o maior legado de um artista. Não apenas ter feito filmes. Mas ter criado personagens que continuam vivendo na imaginação de quem os conheceu. Tim Curry tinha 80 anos. E, para milhões de fãs, sua voz, seu olhar e seus personagens continuarão eternamente em cena. Descanse em paz, Tim Curry.
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Filmes
As habilidades meticulosas de um talentoso afinador de piano o levam a descobrir uma habilidade inesperada de abrir cofres, o que vira sua vida de cabeça para baixo.
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Famosos
A lenda da música country que nos deixou, mas cuja voz continuará atravessando gerações Algumas artistas fazem sucesso. Outras se tornam parte da história. Dolly Parton pertence à segunda categoria. A cantora, compositora, atriz, empresária e filantropa morreu aos 80 anos em 25 de agosto de 2026, após uma breve batalha contra o câncer. Segundo sua equipe, ela morreu no Vanderbilt-Ingram Cancer Center, em Nashville, cercada por pessoas próximas. A notícia encerra uma das trajetórias mais impressionantes da música popular americana. Mas, quando falamos de Dolly Parton, falar apenas de números, prêmios e sucessos seria pouco. Porque Dolly construiu algo muito maior: uma identidade. E talvez nenhuma música represente tão bem essa capacidade de transformar sentimentos humanos em canção quanto “Jolene”. Antes de ser um clássico, “Jolene” nasceu de uma insegurança Lançada em 1973, “Jolene” parece, à primeira vista, apenas uma música sobre uma mulher tentando impedir que outra roube seu marido. Mas existe uma história muito mais interessante por trás dela. Dolly contou que o nome “Jolene” surgiu depois que ela conheceu uma menina de apenas oito anos durante um encontro com fãs. A criança disse seu nome, e Dolly imediatamente percebeu que aquela combinação de sons poderia virar uma música. O restante da inspiração veio de uma situação real. Na época, uma bancária ruiva demonstrava interesse por Carl Dean, marido de Dolly. A situação acabou despertando insegurança na cantora e se transformou em matéria-prima para uma das músicas mais conhecidas da história do country. E é justamente aí que “Jolene” se torna especial. Dolly poderia ter escrito uma música de confronto. Poderia ter transformado a rival em vilã. Mas fez o contrário. Ela colocou sua própria vulnerabilidade no centro da história. Em vez de dizer “você não vai conseguir”, Dolly praticamente admite:“Eu tenho medo de perder a pessoa que amo.” Essa fragilidade é uma das razões pelas quais a música continua funcionando décadas depois. Uma música que nunca envelheceu “Jolene” atravessou gerações de uma maneira que poucas músicas conseguem. Ela foi regravada inúmeras vezes e ganhou interpretações de artistas completamente diferentes entre si, incluindo The White Stripes, Miley Cyrus e Beyoncé. A versão de Beyoncé, lançada em 2024 no álbum Cowboy Carter, chamou atenção justamente por modificar a dinâmica da história original. Enquanto Dolly canta praticamente como alguém implorando para que outra mulher não destrua seu relacionamento, Beyoncé transforma a personagem em alguém muito mais confrontadora. É como se a mesma história tivesse envelhecido junto com a sociedade. A Dolly de 1973 pede. A Beyoncé de 2024 avisa. E essa possibilidade de reinterpretar a mesma música sem destruir sua essência mostra a força da composição. “Jolene” também entrou para a história das listas da Rolling Stone. A música apareceu em 217º lugar na edição original de 2004 das “500 Maiores Canções de Todos os Tempos” e subiu para a 63ª posição na revisão de 2021. Mas Dolly Parton foi muito além de “Jolene” Reduzir Dolly Parton a “Jolene” seria injusto. Sua carreira atravessou mais de cinco décadas e passou pela música, cinema, televisão, literatura, negócios e filantropia. Ela escreveu e gravou clássicos como “I Will Always Love You”, “9 to 5”, “Coat of Many Colors” e “Islands in the Stream”, além de construir uma carreira que conseguiu transitar entre o country e o público pop. “I Will Always Love You”, por exemplo, ganhou uma segunda vida gigantesca quando foi gravada por Whitney Houston e se transformou em um dos maiores sucessos da música popular. E havia ainda outra característica que tornou Dolly tão especial: sua capacidade de nunca abandonar suas raízes. Ela nasceu em uma família pobre no Tennessee, transformou suas experiências de infância em música e nunca escondeu de onde veio. “Coat of Many Colors” é um dos melhores exemplos disso. A canção transforma uma lembrança de pobreza e uma roupa feita pela mãe em uma história sobre orgulho, amor e dignidade. Dolly tinha essa habilidade rara de pegar algo extremamente pessoal e fazer milhões de pessoas se enxergarem naquela história. Uma artista que também fez diferença fora dos palcos O legado de Dolly não termina quando a música acaba. Ao longo da vida, ela também ficou conhecida por seu trabalho filantrópico, especialmente por meio da Dolly Parton's Imagination Library, iniciativa dedicada à distribuição de livros para crianças. Sua influência também alcançou áreas como educação, saúde e pesquisa médica. A artista apoiou projetos que beneficiaram comunidades inteiras e direcionou parte significativa de sua fortuna para causas que considerava importantes. Talvez por isso as homenagens que surgem após sua morte tenham um tom diferente. Não estamos falando apenas da perda de uma cantora. Estamos falando da despedida de alguém que conseguiu construir uma carreira gigantesca sem perder a capacidade de parecer próxima das pessoas. A despedida de uma lenda A morte de Dolly Parton acontece depois de um período em que sua saúde já vinha despertando preocupação. Ela havia enfrentado problemas de saúde nos últimos meses e chegou a cancelar compromissos profissionais. Sua equipe confirmou que a causa da morte esteve relacionada a uma breve batalha contra o câncer. A notícia provocou uma onda de homenagens. Artistas de diferentes gerações e estilos lembraram Dolly não apenas como uma estrela country, mas como uma referência humana e artística. Paul McCartney, Shania Twain, Eminem, Reese Witherspoon e muitos outros prestaram suas homenagens à cantora. E talvez seja exatamente essa a melhor maneira de entender o tamanho de Dolly Parton. Ela pertencia ao country, mas nunca ficou presa a um único gênero. Era uma estrela, mas também compositora. Era empresária, mas também filantropa. Era uma mulher conhecida por sua imagem extravagante, mas suas maiores canções frequentemente falavam de coisas extremamente simples: amor, medo, perda, pobreza, esperança e saudade. O legado permanece Dolly Parton morreu. Mas Dolly Parton não desaparece. Ela permanece toda vez que alguém coloca “Jolene” para tocar e reconhece naquela voz o medo de perder alguém. Permanece quando alguém canta “I Will Always Love You”. Permanece nas histórias de infância transformadas em música. Permanece nos livros entregues a crianças. Permanece nas inúmeras artistas que encontraram nela uma inspiração. E permanece porque algumas músicas deixam de pertencer aos seus autores no momento em que o mundo as transforma em memória coletiva. “Jolene” é uma dessas músicas. Dolly Parton também. No fim, talvez seja esse o verdadeiro significado de legado: quando a pessoa se vai, mas aquilo que ela criou continua encontrando novas pessoas. E Dolly deixou muito para o mundo encontrar.
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Baseado nos eventos que envolveram o atentado a bomba de Lockerbie em 1988. Lockerbie se concentrará na investigação do acidente em ambos os lados do Atlântico e no efeito devastador que teve na pequena cidade.
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Famosos
Hayden Panettiere, atriz que conquistou o público em séries como Heroes e Nashville, morreu aos 36 anos. A informação foi confirmada por sua família nesta segunda-feira, 17 de agosto de 2026. A causa da morte não foi divulgada até o momento. Em comunicado divulgado pelo pai da atriz, Skip Panettiere, a família lamentou profundamente a perda e descreveu Hayden como uma pessoa que levava amor e alegria a quem estava ao seu redor e aos milhões de espectadores que acompanharam sua carreira. A notícia provocou uma onda de homenagens de colegas, artistas e fãs, que lembraram não apenas seus personagens mais famosos, mas também uma carreira iniciada quando ela ainda era criança. Uma carreira que começou muito cedo Hayden Panettiere começou a trabalhar como atriz ainda na infância. Antes mesmo de chegar aos grandes filmes e séries, participou de comerciais e produções televisivas, iniciando uma trajetória que duraria mais de três décadas. Ela também emprestou sua voz à personagem Dot em Vida de Inseto, animação da Pixar lançada em 1998. O trabalho no projeto chegou a render uma indicação ao Grammy pelo álbum de leitura associado ao filme. No cinema, um de seus primeiros papéis de maior destaque veio em Duelo de Titãs, de 2000, filme estrelado por Denzel Washington. Mas seria na televisão que Hayden encontraria o personagem que mudaria completamente sua carreira. Claire Bennet: “Salve a líder de torcida” Em 2006, Hayden Panettiere entrou para o elenco de Heroes, série de ficção científica que rapidamente se transformou em um fenômeno. Ela interpretava Claire Bennet, uma adolescente aparentemente comum que descobre possuir a capacidade de se regenerar de ferimentos. A personagem se tornou um dos grandes símbolos da série — e a frase “Save the cheerleader, save the world” (“Salve a líder de torcida, salve o mundo”) se transformou em uma das marcas da produção. Para Hayden, o sucesso significou uma explosão de fama ainda muito jovem. Anos depois, ela contou que a atenção dos paparazzi e a mudança repentina de sua vida foram muito mais assustadoras do que ela imaginava. Heroes permaneceu no ar de 2006 a 2010 e transformou Hayden em um dos rostos mais conhecidos da televisão americana. Juliette Barnes, em Nashville Depois de Heroes, Hayden encontrou outro papel marcante em Nashville, série musical dramática na qual interpretou Juliette Barnes, uma jovem e talentosa cantora country tentando construir uma carreira enquanto enfrentava conflitos pessoais e profissionais. O papel mostrou uma faceta diferente da atriz e também permitiu que ela explorasse suas habilidades como cantora. Sua atuação como Juliette rendeu duas indicações ao Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante, em 2013 e 2014. Além da televisão, Hayden também participou da franquia Pânico, da comédia Eu Te Amo, Beth Cooper e de outros projetos ao longo da carreira. Seu trabalho mais recente foi no thriller psicológico Sleepwalker, lançado em janeiro de 2026. Uma vida pessoal marcada por dificuldades Por trás da imagem da jovem estrela de Hollywood, Hayden enfrentou problemas pessoais que ela decidiu expor publicamente ao longo dos anos. Após o nascimento de sua filha, Kaya, em 2014, a atriz revelou que enfrentou depressão pós-parto e posteriormente buscou tratamento. Ela também falou abertamente sobre problemas relacionados ao álcool, dependência e outras dificuldades pessoais, tornando sua recuperação parte importante de sua história pública. Em 2015, Hayden chegou a se internar voluntariamente em uma clínica de tratamento enquanto trabalhava em Nashville. Mais tarde, ela também falou sobre a decisão de sua filha viver com o pai, o ex-boxeador ucraniano Wladimir Klitschko. Segundo a própria atriz, havia uma percepção equivocada de que ela simplesmente teria “abandonado” a filha, quando, na realidade, a decisão aconteceu durante um período extremamente difícil de sua vida. “Sinto que tenho muito mais vida para viver” Um dos aspectos mais dolorosos da notícia é que Hayden havia falado recentemente sobre sua recuperação e sobre a sensação de estar entrando em uma nova fase da vida. Em uma longa entrevista ao podcast de Jay Shetty, realizada após o lançamento de seu livro de memórias This Is Me: A Reckoning, a atriz falou sobre anos de dificuldades, depressão, dependência, relacionamentos e a tentativa de reconstruir sua vida. Na conversa, Hayden descreveu a sensação de finalmente deixar para trás um período de escuridão e afirmou que sentia que ainda tinha muito pela frente. É uma declaração que ganha um peso ainda maior diante da notícia de sua morte. O livro que revelou uma Hayden diferente Em maio de 2026, Hayden lançou This Is Me: A Reckoning, seu livro de memórias. A obra trouxe relatos pessoais sobre crescer sob os holofotes, a experiência de se tornar uma estrela ainda muito jovem, a maternidade, a depressão pós-parto, o vício, relacionamentos e o processo de recuperação. O livro também serviu para Hayden contar sua própria versão de acontecimentos que durante anos foram tratados pela imprensa de maneira superficial. Era, de certa forma, uma tentativa de recuperar o controle sobre a própria narrativa. Outra perda devastadora na família A morte de Hayden acontece três anos depois de uma perda que a marcou profundamente. Seu irmão mais novo, o ator Jansen Panettiere, morreu em 2023, aos 28 anos, em decorrência de um problema cardíaco. Hayden falou diversas vezes sobre o impacto daquela perda e sobre a dificuldade de seguir em frente depois da morte do irmão. Em entrevistas, descreveu Jansen como seu único irmão e falou sobre a sensação de ter perdido uma parte de si. Uma estrela que cresceu diante do público A trajetória de Hayden Panettiere é, de certa maneira, a história de uma geração de atores mirins que cresceram diante das câmeras. O público conheceu Hayden ainda criança. Depois a viu se transformar em estrela adolescente em Heroes, acompanhar sua carreira musical e dramática em Nashville, vê-la retornar ao universo de Pânico e, nos últimos anos, falar de maneira cada vez mais aberta sobre seus próprios problemas e tentativas de reconstrução. Ela não teve uma trajetória livre de dificuldades. Pelo contrário. E talvez justamente por isso sua história tenha ganhado uma dimensão que ultrapassa seus personagens. Hayden Panettiere deixa sua filha Kaya, seus pais, amigos, colegas de profissão e milhões de fãs que acompanharam sua carreira desde os primeiros trabalhos. A causa de sua morte ainda não foi divulgada. Aos 36 anos, Hayden Panettiere deixa uma carreira construída ao longo de mais de três décadas e personagens que permanecerão associados à cultura pop, especialmente Claire Bennet, de Heroes, e Juliette Barnes, de Nashville. Uma carreira que começou quando ela ainda era uma criança e terminou cedo demais. NOVOS DETALHES SOBRE A MORTE DE HAYDEN PANETTIERE Novas informações começam a esclarecer o que aconteceu com Hayden Panettiere, que morreu aos 36 anos no domingo, na Carolina do Sul. Segundo o Departamento de Polícia de Greenville, uma chamada de emergência foi feita por um conhecido da atriz por volta das 13h51, informando que havia uma “mulher inconsciente”. Quando os policiais e equipes médicas chegaram ao local, Hayden recebeu atendimento de emergência, mas não resistiu e teve a morte constatada no local. O caso está sendo investigado. ATENÇÃO: apesar de autoridades terem mencionado “overdose” e “parada cardíaca” durante a comunicação da emergência, isso ainda não significa que a overdose tenha sido confirmada como causa da morte. Segundo a imprensa americana, o áudio da central de emergência obtido pela People registra referências a uma possível overdose e a uma parada cardíaca. Equipes chegaram a realizar procedimentos de suporte cardíaco avançado na tentativa de reanimá-la. A polícia, por sua vez, informou que a investigação preliminar não encontrou sinais de crime ou circunstâncias suspeitas. A causa oficial da morte deverá ser determinada após a autópsia.
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