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Porto Rico como cenário e mensagem Desde os primeiros segundos do show do intervalo, Bad Bunny deixou claro que não estava ali para se adaptar ao Super Bowl — mas para transformá-lo. A apresentação foi conduzida quase inteiramente em espanhol, sem preocupação em “traduzir” a experiência para o inglês. Pelo contrário: logo na abertura, a transmissão exibiu a frase “el espectáculo de medio tiempo del Súper Tazón”, invertendo a lógica habitual e colocando o espanhol no centro do maior palco da cultura pop americana. A ambientação reforçou essa escolha. O espetáculo começou com cenas cotidianas de Porto Rico: trabalhadores no campo, senhores jogando dominó, uma mulher fazendo as unhas, pequenos gestos que constroem identidade. Antes mesmo da primeira música, já estava claro que o objetivo não era apenas entreter, mas transportar o espectador para a terra e a cultura de Benito. Mais tarde, em um dos momentos mais diretos do show, o artista se apresentou em espanhol:“Meu nome é Benito Antonio Martínez Ocasio, e se hoje estou aqui no Super Bowl 60, é porque nunca deixei de acreditar em mim. Você também deveria acreditar em você. Você vale mais do que você imagina.” A “casita” e a celebração latina Um dos elementos visuais mais conhecidos dos shows de Bad Bunny também marcou presença: a casita, símbolo de uma casa porto-riquenha simples, viva, cheia de gente. Nos palcos, ela costuma funcionar como ponto de encontro, onde convidados dançam e celebram enquanto o cantor se apresenta. No Super Bowl, a casita ganhou convidados de peso: Cardi B, Karol G, Pedro Pascal e Jessica Alba — todos latinos ou de ascendência latina. A escolha reforçou a ideia de comunidade e pertencimento, não como exceção, mas como centro do espetáculo. Com as dançarinas, o show também destacou o perreo, estilo de dança sensual surgido em Porto Rico nos anos 80, frequentemente marginalizado, mas aqui elevado ao maior palco possível. Assim como o funk no Brasil, o perreo aparece como expressão cultural, corpo político e identidade popular. Um casamento real no meio do espetáculo Cerca de cinco minutos após o início da apresentação, o show foi interrompido por algo inesperado: o final de uma cerimônia de casamento. Não era encenação. O casamento era real, confirmado pela equipe do artista. O casal havia convidado Bad Bunny para a cerimônia, mas ele propôs o inverso: que eles se casassem no show do intervalo. Benito atuou como testemunha, assinou a certidão e ainda garantiu bolo de casamento de verdade. Em um evento marcado por espetáculos grandiosos, o gesto trouxe intimidade e humanidade ao centro da narrativa. Lady Gaga, salsa e pista de dança Logo depois, Lady Gaga surgiu acompanhada do grupo porto-riquenho Los Sobrinos, tocando “Die With a Smile” como se fossem uma banda típica de casamento. O cenário incluía mesinhas, bolo e até uma criança “dormindo” na cadeira, reforçando a atmosfera doméstica. Em seguida, Gaga foi puxada para dançar por Bad Bunny em “Baile Inolvidable”, dissolvendo completamente a fronteira entre convidado e anfitrião, estrela global e festa de bairro. “Nuevayol” e a Nova York latina A música “Nuevayol” marcou a transição para outro território simbólico: Nova York como extensão cultural de Porto Rico. A cidade é o principal centro demográfico porto-riquenho fora da ilha — e até a bandeira de Porto Rico foi criada ali. O cenário reproduziu as bodegas nova-iorquinas, com participação especial de Toñita, dona do histórico Caribbean Social Club, um dos bares mais emblemáticos da cultura latina na cidade. Nesse momento, Bad Bunny entregou simbolicamente um Grammy a uma criança que “o assistia” pela televisão. As roupas do menino remetiam a uma foto de infância do próprio Benito, conectando passado, presente e futuro em um único gesto. Ricky Martin e a política explícita Outro destaque foi a aparição de Ricky Martin, conterrâneo de Bad Bunny. Sentado em cadeiras que reproduziam a capa do álbum Debí Tirar Más Fotos, ele cantou “Lo que le pasó a Hawaii”, uma das músicas mais políticas do repertório recente de Benito. A letra aborda os efeitos do imperialismo americano sobre o Havaí, anexado aos EUA em 1898, e deixa clara a preocupação: não permitir que Porto Rico tenha o mesmo destino cultural e identitário. A bandeira, o apagão e a memória do furacão Nos minutos finais, Bad Bunny surgiu com uma grande bandeira de Porto Rico em azul-claro — cor associada aos movimentos pró-independência. Cantando “El Apagón”, ele subiu em um poste e provocou simbolicamente um apagão no estádio. A cena remete diretamente ao colapso da infraestrutura elétrica da ilha após o furacão Maria, em 2017, e à negligência governamental que deixou a população convivendo com apagões constantes desde então. O que é “América”? O encerramento trouxe o momento mais simbólico do show. Bad Bunny segurou uma bola com a frase: “Juntos, somos a América”, cercado por bailarinos e músicos com bandeiras de diversos países do continente. “Deus abençoe a América”, disse ele em inglês — ecoando uma expressão patriótica dos Estados Unidos. Em seguida, redefiniu o termo: passou a citar todos os países do continente americano, do Sul ao Norte, incluindo Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e, por último, Estados Unidos e “minha terra mãe, Porto Rico”. No telão, a frase final: “A única coisa mais poderosa que o ódio é o amor”. O show se encerrou com “Dtmf”, faixa que fala sobre amor, memória, identidade e pertencimento — resumindo tudo o que aquela apresentação quis dizer.
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A reação de Donald Trump ao show de Bad Bunny no intervalo do Super Bowl 2026 escancarou algo que já estava em ebulição muito antes da primeira batida soar no estádio: a apresentação não era apenas um evento musical, mas um campo de batalha simbólico da polarização cultural nos Estados Unidos. A polarização antes mesmo do show A controvérsia não nasceu no domingo do Super Bowl. Ela já estava instalada semanas antes. Uma pesquisa da YouGov/Economist, divulgada pela Statista e realizada entre 30 de janeiro e 2 de fevereiro de 2026, apontava um país dividido de forma quase simétrica: 28% dos adultos americanos aprovavam a escolha de Bad Bunny para o halftime show, enquanto outros 28% se declaravam insatisfeitos. Mas o dado mais revelador não estava no gosto musical — e sim na política.Entre eleitores democratas, 52% aprovavam a escolha. Entre republicanos, apenas 12%. Do outro lado, entre os insatisfeitos, 53% se identificavam como republicanos, contra apenas 8% democratas. Um abismo de mais de 40 pontos percentuais, formado antes que qualquer coreografia fosse vista. Trump entra em cena e transforma o show em símbolo Essa leitura ganhou força quando lideranças políticas passaram a vocalizar o descontentamento. Trump classificou a escolha de Bad Bunny como “absolutamente ridícula” e, durante a apresentação, foi ainda mais direto. Para ele, o show foi “uma afronta” e “um dos piores de todos os tempos”. O argumento central se repetiu em suas declarações: o fato de o artista cantar em espanhol.“Ninguém entende uma palavra do que esse cara está dizendo”, afirmou o presidente, ignorando que cerca de 20% da população dos Estados Unidos é latina. Não era uma crítica estética. Era simbólica. A língua, o corpo em cena e a identidade do artista funcionaram como gatilhos para transformar o halftime show em um marcador cultural — quem aplaudia estava, automaticamente, do “outro lado”. Trump ainda atacou a dança, chamando-a de “repugnante”, especialmente para crianças, e disse que a apresentação não representava “os padrões de sucesso, criatividade ou excelência” da América. As falas foram feitas enquanto ele assistia à final em uma festa na Flórida. Explosão digital: quando o show vira debate global Quando a apresentação começou, toda essa tensão acumulada se converteu em dados. Com uma audiência estimada de 103 milhões de espectadores nos EUA e cerca de 142 milhões globalmente, o impacto digital foi imediato. No X (antigo Twitter), o halftime show de Bad Bunny gerou mais de 1 milhão de menções — um crescimento de 683% em relação ao volume médio diário de menções ao halftime show de 2025, do Maroon 5. Não foi apenas muito barulho: foi uma aceleração anormal de conversa em pouquíssimo tempo. Outras plataformas confirmaram o fenômeno:No Instagram, o teaser da apresentação ultrapassou 5 milhões de curtidas, recorde para o formato.No TikTok, hashtags relacionadas ao show somaram mais de 85 milhões de visualizações em vídeos de reação.No YouTube, o vídeo oficial passou de 1,8 milhão de visualizações em poucas horas.Ainda no Instagram, foram mais de 8 mil conteúdos e 97 mil comentários logo após o show. O halftime show deixou de ser apenas entretenimento e passou a operar como um evento multiplataforma de debate. Por horas, Bad Bunny foi o tema mais discutido do planeta. Reação conservadora e o “show alternativo” As críticas de Trump não surpreenderam. Antes mesmo do Super Bowl, ele já havia chamado Bad Bunny de “péssima escolha”, citando o posicionamento do artista contra o ICE (Serviço de Imigração e Alfândega). Enquanto isso, organizações conservadoras tentaram responder no mesmo terreno simbólico. O grupo Turning Point USA promoveu um espetáculo paralelo, o “The All-American Halftime Show”, com forte apelo patriótico. Entre os nomes do evento estavam Kid Rock e outros artistas alinhados ao discurso do governo Trump, além de aparições do fundador do grupo, Charlie Kirk. Guitarras, country e símbolos nacionais dominaram a estética — uma resposta direta ao que eles viam como uma “ameaça cultural”. Mais que música, um espelho do país No fim das contas, a reação de Trump cristalizou algo maior do que uma simples rejeição artística. O show de Bad Bunny se tornou um espelho das disputas atuais dos Estados Unidos: língua, imigração, identidade e quem tem direito de ocupar o maior palco do entretenimento global. Gostando ou não da apresentação, o fato é que ela cumpriu um papel raro: expôs, em rede mundial, as fissuras de um país que já estava dividido antes mesmo de o show começar.
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Trilhas Sonoras
O Super Bowl sempre foi mais do que a final da NFL. Ele funciona como um grande ritual cultural dos Estados Unidos — uma vitrine de símbolos, consumo, publicidade e daquilo que se convencionou chamar de mainstream americano. Por isso, a apresentação de Bad Bunny no intervalo do Super Bowl LX, em 8 de fevereiro de 2026, não foi apenas um show: foi um deslocamento simbólico. Pela primeira vez em muito tempo, um artista latino, cantando majoritariamente em espanhol, ocupou o palco mais valioso da cultura pop do capitalismo norte-americano. E não por provocação ou ruptura estética explícita, mas por força de presença, números e relevância global. Bad Bunny chegou ali com um peso difícil de ignorar. Em 2025, ele foi o artista mais ouvido do mundo no Spotify, acumulando 19,8 bilhões de streams e retomando um posto que já havia ocupado em 2020, 2021 e 2022. O Super Bowl, nesse contexto, não foi uma concessão: foi um reconhecimento tardio. Um show que virou dado, debate e evento digital Quando a apresentação começou, toda a expectativa acumulada se converteu rapidamente em impacto mensurável. A audiência estimada foi de 103 milhões de espectadores apenas nos EUA, chegando a cerca de 142 milhões globalmente. Mas foi fora do campo que o efeito se multiplicou. No X (antigo Twitter), o halftime show de Bad Bunny ultrapassou 1 milhão de menções, um crescimento de 683% em relação ao volume médio diário do show do intervalo em 2025. Mais do que volume, chamou atenção a velocidade: uma aceleração anormal de conversas em poucas horas. Outras plataformas confirmaram o fenômeno.– O teaser da apresentação no Instagram superou 5 milhões de curtidas, um recorde para o formato.– No TikTok, hashtags ligadas ao show somaram mais de 85 milhões de visualizações, impulsionadas por reações e recortes da performance.– No YouTube, o vídeo oficial passou de 1,8 milhão de visualizações em poucas horas.– No Instagram, foram mais de 8 mil conteúdos gerados e 97 mil comentários quase imediatamente. O show deixou de ser apenas entretenimento e passou a operar como um evento multiplataforma de debate cultural. Por horas, Bad Bunny foi simplesmente o assunto mais comentado do planeta. Bad Bunny, Wagner Moura e o cruzamento de trajetórias latinas Curiosamente, Bad Bunny e Wagner Moura representam hoje dois dos nomes latinos mais reconhecidos globalmente em áreas distintas. Enquanto um domina a música pop mundial, o outro consolidou seu espaço em Hollywood — e suas trajetórias já se cruzaram. Antes do Super Bowl e do Grammy, Bad Bunny estreou como ator em Narcos: México, interpretando Arturo “Kitty” Páez. O terceiro episódio da terceira temporada, justamente aquele que marcou sua estreia, foi dirigido por Wagner Moura. Um encontro simbólico entre dois artistas que, anos depois, se tornariam referências globais em seus respectivos campos. Desde então, Bad Bunny ainda apareceu em produções como Trem-Bala (2022), Um Maluco no Golfe 2 (2025) e Ladrões (2025), mas sua prioridade permaneceu clara: a música. E os resultados falam por si. No último domingo (1º), ele fez história ao se tornar o primeiro artista a vencer o Álbum do Ano no Grammy Awards com um disco inteiramente em espanhol. Já Wagner Moura, nos últimos anos, tem alternado menos entre direção e atuação, focando mais nas telas. Seus projetos recentes incluem Guerra Civil, Ladrões de Drogas e O Agente Secreto — filme que lhe rendeu diversos prêmios internacionais e uma indicação ao Oscar. Quando o centro muda sem pedir licença O show de Bad Bunny no Super Bowl LX não precisou gritar para ser político. Ele foi político por existir. Ao cantar em espanhol no palco mais simbólico da cultura pop americana, Bunny não invadiu o mainstream — ele expôs o quanto esse mainstream já havia mudado, mesmo que parte dele ainda resista a admitir. Não foi uma quebra. Foi uma constatação. E os números, os dados e o barulho digital deixam isso claro: o centro da cultura pop global já não fala apenas inglês.
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James Gunn, copresidente da DC Studios, voltou a falar sobre o futuro do Superman e deixou os fãs animados com a confirmação de que a sequência do filme já está em andamento. Sequência do Superman em desenvolvimento Em entrevista ao Collider, Gunn revelou que o projeto está em fase de preparação: “Estamos agendando agora. Terminei completamente o tratamento. Meus tratamentos são incrivelmente intensos. Não são comuns, têm cerca de 60 páginas, com diálogos e tudo. Agora estou transformando isso em um roteiro. Vamos filmar muito mais cedo do que tarde.” O cineasta reforçou que o retorno de David Corenswet como Clark Kent/Homem de Aço já é certo, mas ainda não confirmou se será uma sequência direta ou um projeto dentro de uma nova linha narrativa. Cronograma da DC para os próximos anos A Warner Bros. Discovery recentemente divulgou o calendário oficial da DC, trazendo grandes estreias para os próximos anos. Entre os destaques estão: Supergirl: A Mulher do Amanhã (2026)Clayface (2026)Um novo filme da Mulher-MaravilhaSéries interconectadas como The Penguin, a segunda temporada de Peacemaker e a aguardada estreia de Lanterns (2026). Clayface será filme de terror no DCU Segundo Gunn, Clayface será algo totalmente diferente dentro do universo compartilhado da DC: “Embora esteja no mesmo universo, é um filme de terror completo. Cada produção terá um estilo único. Não queremos que as pessoas fiquem entediadas.” Essa abordagem reforça a estratégia da DC Studios de diversificar suas produções, oferecendo experiências distintas para o público, sem seguir uma fórmula única. O futuro do DCU já começou Vale lembrar que o novo Superman, estrelado por David Corenswet (Clark Kent), Rachel Brosnahan (Lois Lane) e Nicholas Hoult (Lex Luthor), estreou em 10 de julho de 2025, sendo o primeiro longa dos recém-formados DC Studios. Agora, com a confirmação da sequência e mais filmes em andamento, o Universo DC promete uma nova fase repleta de estilos, histórias e personagens icônicos.
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Prepare-se para uma nova era do Homem de Aço. O aguardado filme "Superman", primeiro longa do novo universo cinematográfico da DC Studios, tem estreia global marcada para o verão de 2025, chegando aos cinemas brasileiros no dia 10 de julho. Sob a direção e roteiro de James Gunn, que também assina a produção ao lado de Peter Safran, o filme promete uma abordagem renovada do icônico super-herói, combinando ação épica, humor afiado e um toque emocional característico do estilo do cineasta. Este novo Superman será movido pela compaixão e por uma crença profunda na bondade da humanidade, características que resgatam a essência clássica do personagem criado por Jerry Siegel e Joe Shuster. Um elenco de peso para um herói lendário O protagonista será vivido por David Corenswet (“Twisters”, “Hollywood”), que assume o papel duplo de Superman/Clark Kent. Ao seu lado, Rachel Brosnahan (a premiada “The Marvelous Mrs. Maisel”) interpreta a destemida repórter Lois Lane, enquanto Nicholas Hoult (“X-Men”, “Jurado Nº 2”) dará vida ao infame vilão Lex Luthor.Um novo capítulo para a DC nos cinemas “Superman” marca o pontapé inicial da nova fase da DC Studios, que pretende estabelecer um universo coeso e inovador para seus super-heróis no cinema. A produção é da Troll Court Entertainment e da The Safran Company, com distribuição global pela Warner Bros. Pictures. Com uma proposta que promete emocionar fãs antigos e conquistar uma nova geração, o filme tem tudo para se tornar um marco na história do personagem e do gênero de super-heróis.
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Séries
O trágico caso de resíduos tóxicos em East Midlands e 3 mães lutando por justiça pelas taxas de defeitos nos membros superiores em bebês nascidos em Corby, 3 vezes maiores.
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Famosos
O mundo do cinema perdeu um de seus maiores ícones. Gene Hackman, considerado um dos atores mais talentosos das últimas décadas, faleceu nesta quarta-feira (26/2) aos 95 anos, em sua residência, ao lado de sua esposa, Betsy Arakawa, e de seu cachorro. Hackman teve uma carreira brilhante e deixou sua marca na indústria cinematográfica com atuações memoráveis. Entre seus papéis mais icônicos estão Jimmy “Popeye” Doyle no clássico Operação França (1971), Harry Caul em A Conversação (1974) e sua interpretação marcante de Lex Luthor na franquia Superman. Além de ator, Hackman também se destacou como pintor e escritor, demonstrando sua versatilidade artística. Sua carreira foi reconhecida com dois Oscars: Melhor Ator por Operação França (1971), dirigido por William Friedkin, e Melhor Ator Coadjuvante por Os Imperdoáveis (1992), de Clint Eastwood. Outras atuações notáveis que lhe renderam indicações ao Oscar incluem Bonnie e Clyde: Uma Rajada de Balas (1967), onde interpretou Buck Barrow; Meu Pai, Um Estranho (1970); e Mississippi em Chamas (1988), onde viveu um agente policial. Gene Hackman se despede do mundo, mas seu legado permanece imortalizado no cinema. Seu talento inesquecível continuará inspirando gerações de atores e cinéfilos ao redor do mundo.
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Séries
Uma prisão indiana vista pelos olhos de um agente que decidiu derrotar o sistema.
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O Apple TV+ lançou uma prévia da 2ª temporada de Ruptura, série que explora os segredos sombrios da corporação Lumon. O elenco principal retorna com novos nomes como Gwendoline Christie, Alia Shawkat e Merritt Wever. A nova temporada estreia em 17 de janeiro de 2025.
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Séries
Os desesperados pais Dedo e Carlotta Klatt procuram sua filha desaparecida meses após seu desaparecimento. Frustrados com a incapacidade da polícia de encontrá-la, eles investigam seus vizinhos, descobrindo segredos obscuros.
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Chegou à Netflix nesta quinta-feira (21) a comédia Um Espião Infiltrado, uma releitura do documentário chileno Agente Duplo, que foi indicado ao Oscar. Estrelada por Ted Danson, a série promete uma mistura de humor, mistério e emoção, com o toque característico de Mike Schur, criador de sucessos como The Good Place e Parks and Recreation. A TramaNa série, acompanhamos Charles (Ted Danson), um professor aposentado que, após perder a esposa, vive sem grandes perspectivas. Tudo muda quando ele encontra um anúncio procurando por um detetive particular. Decidido a se reinventar, Charles assume a missão de se infiltrar em uma casa de repouso para investigar o roubo de uma relíquia de família. Inspirada no documentário original, que conta a história de um espião chileno enviado a um asilo para desvendar um suposto caso de maus-tratos, Um Espião Infiltrado adapta a premissa com um toque cômico e sensível, prometendo diálogos inteligentes e personagens cativantes. Por Que Assistir?Se você é fã de séries como Brooklyn Nine-Nine ou The Office, vai reconhecer o humor afiado e as reflexões emocionais típicas das produções de Mike Schur. Além disso, Ted Danson brilha no papel principal, trazendo sua experiência e carisma para a tela. Disponível agora na Netflix, não perca essa história divertida e tocante sobre recomeços e mistérios. Você já assistiu? O que achou da nova série? Deixe seu comentário!
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Nesta quarta-feira (23), a Apple TV+ lançou o aguardado primeiro teaser da segunda temporada de "Ruptura". A série, que conquistou fãs ao longo da primeira temporada com seu conceito intrigante, está de volta com novos episódios a partir de 17 de janeiro de 2025. Na trama, acompanhamos Mark Scout (interpretado por Adam Scott, de "Parks and Recreation"), que lidera uma equipe na misteriosa empresa Lumon. Os funcionários da Lumon passam por um procedimento inovador que separa suas memórias entre o trabalho e a vida pessoal, criando uma verdadeira "fronteira mental". Entretanto, essa tentativa de equilibrar a vida profissional e pessoal entra em colapso quando Mark descobre segredos sombrios sobre a empresa e se vê no meio de um mistério muito maior do que imaginava. Na segunda temporada, a trama promete intensificar ainda mais o suspense. Mark e seus colegas irão enfrentar as graves consequências de suas decisões e a verdade por trás da ruptura, o que pode levar a um caminho de sofrimento e descobertas aterradoras.Para quem ainda não mergulhou nesse universo intrigante, a primeira temporada de "Ruptura" está disponível no Apple TV+. Vale a pena conferir antes da estreia da nova temporada!
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Zendaya revelou recentemente, em tom de brincadeira, que a próxima temporada de sua aclamada série dramática Euphoria incluirá um salto no tempo. A atriz voltará ao papel de Rue Bennett na aguardada terceira parte da produção da HBO. Euphoria, inspirada nas experiências de Sam Levinson, criador da série, com o vício em drogas na juventude, explora a vida de estudantes do ensino médio na fictícia cidade de East Highland, enquanto eles enfrentam desafios como amor, sexo, perdas e vícios. Além de estrelar, Zendaya também atua como produtora executiva da série e admitiu que não tem todas as respostas sobre o novo capítulo: "Não sei exatamente como será a temporada, mas sei que o salto no tempo está acontecendo." Ela comentou ainda sobre o impacto dessa mudança: “Será fascinante ver esses personagens fora do ambiente escolar e entender como as experiências da adolescência moldam a vida adulta deles em um mundo muito maior.” A produção da terceira temporada de Euphoria começará em janeiro, após uma série de atrasos causados pelas greves em Hollywood em 2023. Os fãs podem esperar o retorno de Hunter Schafer, Jacob Elordi, Sydney Sweeney, Alexa Demie e Maude Apatow. No entanto, Barbie Ferreira já anunciou que não voltará ao elenco, e a produção lamenta a perda de Angus Cloud, que faleceu em julho de 2023.
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O icônico personagem Batman acaba de conquistar um novo marco: ele se tornou o primeiro super-herói a ganhar uma estrela na prestigiada Calçada da Fama de Hollywood. O "Cavaleiro das Trevas" agora integra o seleto grupo de 20 personagens fictícios a serem homenageados com uma estrela, ao lado de figuras lendárias como Os Simpsons e Godzilla. Vale lembrar que Mickey Mouse foi o primeiro personagem fictício a receber essa honra. Segundo Ana Martinez, produtora da Calçada da Fama de Hollywood, "Fãs de todo o mundo ficarão emocionados em saber que Batman terá sua estrela dedicada ao lado das estrelas do Batman da televisão, Adam West, e do cocriador do Batman, Bob Kane". A trajetória de Batman no cinema começou em 1943, quando Lewis Wilson deu vida ao herói na série teatral Batman. Desde então, muitos atores marcaram suas interpretações como Bruce Wayne, incluindo Michael Keaton, Val Kilmer, George Clooney, Christian Bale, Ben Affleck e, mais recentemente, Robert Pattinson. O maior sucesso de bilheteria da franquia foi The Dark Knight Rises (2012), de Christopher Nolan, que arrecadou mais de um bilhão de dólares. Além disso, Batman inspirou uma série de spin-offs focados em personagens coadjuvantes, como o aclamado Coringa. Essa conquista consolida ainda mais o legado do "Caped Crusader", que continua a capturar a imaginação de fãs em todo o mundo, tanto nas páginas dos quadrinhos quanto nas telonas.
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Séries
Defending Jacob - O mundo de um procurador distrital assistente é despedaçado quando seu amado filho é acusado de assassinato.
Personagens
Chris Evans como Andy Barber: um promotor público de uma cidade pequena, que vê sua vida desmoronar quando seu filho adolescente é acusado de assassinato.
Michelle Dockery como Laurie Barber: esposa de Andy e mãe de Jacob, que luta para manter a sanidade em meio ao turbilhão de emoções que a acusação de seu filho traz à tona.
Jaeden Martell como Jacob Barber: filho de Andy e Laurie, acusado de assassinar um colega de escola. Jacob é retratado como um adolescente solitário e misterioso, o que o torna um suspeito ideal para as autoridades.
Cherry Jones como Joanna Klein: advogada de defesa de Jacob, que está determinada a provar a inocência de seu cliente a todo custo.
Pablo Schreiber como Neal Logiudice: detetive que lidera a investigação do assassinato e que se torna um adversário formidável para Andy e Joanna.
A História
É uma série dramática de televisão baseada no romance homônimo de William Landay. A série segue a história de Andy Barber, um promotor público em Massachusetts, que é forçado a enfrentar o maior desafio de sua vida quando seu filho Jacob é acusado de assassinato.
Pode Ver Sem Medo?
Com um elenco estelar liderado por Chris Evans, Michelle Dockery e Jaeden Martell, a série é uma emocionante jornada de mistério e drama que mantém os telespectadores à beira de seus assentos.
O primeiro episódio da série começa com o assassinato de um estudante em uma cidade tranquila em Massachusetts. A investigação do assassinato rapidamente leva a polícia a prender o filho de Andy, Jacob. A partir daí, a série segue a luta de Andy para proteger seu filho e provar sua inocência.
A medida que a história se desenrola, a série explora temas como paternidade, lealdade e justiça. Um dos aspectos mais interessantes da série é a maneira como ela explora as implicações emocionais da acusação de um filho por um crime tão grave. A série mostra como a reputação de uma família pode ser destruída pelo simples fato de ser acusada de um crime, independentemente da culpa ou inocência do filho.
Também aborda a questão de até onde um pai deve ir para proteger seu filho e as consequências de suas ações.
Em resumo, "Defending Jacob" é uma série emocionante e envolvente que oferece uma visão poderosa da paternidade e justiça. Com uma história cativante, performances excepcionais do elenco e uma trama emocionalmente complexa, a série é uma das melhores produções originais da Apple TV+. Se você ainda não assistiu a esta série, definitivamente vale a pena conferir.
Curiosidades:
A série é baseada no romance de mesmo nome de William Landay, que foi publicado em 2012. A história do livro foi adaptada para a televisão pela Apple TV+ e a produção executiva ficou a cargo de Mark Bomback.
A série foi filmada em várias cidades do estado de Massachusetts, nos Estados Unidos. Algumas cenas foram filmadas em locais como Newton, Waltham, Belmont e Lexington.
Avaliações:
IMDB – 7,8
Rotten Tomatoes – 72%
Temporadas
Minissérie com 8 episódios.
Onde assistir?
Defending Jacob está na Apple TV.
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Documentários
Chris Rock: Indignação Seletiva - Mais uma vez, o comediante Chris Rock executa um stand-up especial ao vivo e nos faz rir em Baltimore, Maryland.
Personagens
O comediante Chris Rock.
A História
A performance foi transmitida do Hippodrome Theatre em Baltimore, Maryland e também apresentada antes e depois dos shows com estrelas convidadas. Em seu novo conjunto, Chris Rock aborda tudo, desde "calças de ioga não racistas" e mimar seus filhos até os Kardashians e sua briga bem divulgada com Will Smith no Oscar do ano passado.
Pode Ver Sem Medo?
Surpreendetemente na abertura de seu show, Chris Rock fez uma breve referência a Will Smith dando um tapa nele no palco no Oscar do ano passado; então Rock guardou a maioria de suas piadas sobre o incidente nos últimos dez minutos do show.
Durante seu fantástico especial ao vivo da Netflix, Indignação Seletiva, o Chris Rock finalmente falou na frente de um enorme público sobre o infame Oscar de 2022, no qual Will Smith o esbofeteou no palco.
"E, agora, assisto Emancipation só para vê-lo levar uma sova."
Antes que esquecêssemos o ocorrido, pouco antes da transmissão do Oscar 2023, o supertalentoso Rock teve sua revange de forma brilhante, na classe!
Expondo os fatos que fizeram culminar no tapa de um atrás e, usando o nome de seu show, começou explicando: "Will Smith pratica indignação seletiva".
Ele brincou sobre a dor física: “Ainda dói! 'Summertime' está tocando na minha cabeça!"
No entanto, ele se recusa a ceder à nossa cultura de vitimização. “Você nunca vai me ver na Oprah ou Gayle chorando. Você nunca o verá. Nunca vai acontecer."
“Todo mundo sabe que eu não tive nada a ver com isso”, disse ele, sugerindo que o conhecido caso da esposa de Will, com o amigo do seu filho, foi o que levou a explosão da ira de Smith.
Sem dúvida, foram os 10 minutos mais esperados de qualquer show dele. Então, corre lá na Netflix e assiste!
Enfim, um brilhante Rock esmurrou Smith com mais força do que este o fez com o próprio Rock no Oscar.
E a resposta: "Porque tenhos pais. Fui bem criado.
Curiosidades:
Este é o primeiro evento ao vivo da Netflix.
Este especial de comédia stand-up estreou em 7º lugar no ranking de programas de TV da Netflix nos Estados Unidos da semana de segunda-feira, 27 de fevereiro a domingo, 5 de março de 2023.
Avaliações:
IMDB – 6,8
Rotten Tomatoes – 48%
Onde assistir?
Chris Rock: Indignação Seletiva está na Netflix.
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Trilhas Sonoras
The Goonies 'r' Good Enough é a música tema do filme "Os Goonies" e foi escrita e interpretada pela cantora pop Cyndi Lauper em 1985. A música foi lançada como single e se tornou um grande sucesso nas paradas musicais, alcançando o 10º lugar na parada de singles da Billboard. O videoclipe da música apresenta vários atores do filme, incluindo Sean Astin, Corey Feldman e Ke Huy Quan, que reprisam seus papéis como os Goonies. O videoclipe também inclui aparições de vários outros artistas, como Steven Spielberg, que produziu o filme, e a lenda da luta livre profissional, Rowdy Roddy Piper. A música tem um ritmo acelerado e empolgante, com um refrão fácil de cantar, que se encaixa perfeitamente na sensação de aventura e diversão do filme. A letra da música é uma celebração da amizade e da união dos personagens, que enfrentam juntos os perigos e desafios da busca pelo tesouro de One-Eyed Willie. "The Goonies 'R' Good Enough" é uma das músicas mais conhecidas e icônicas da carreira de Cyndi Lauper e é lembrada como uma parte importante do sucesso do filme "Os Goonies".
Mais sobre a trilha
Além disso, a trilha sonora apresenta várias músicas populares da época, incluindo "Eight Arms to Hold You" dos Go-Go's e "Wherever You're Goin' (It's Alright)" de REO Speedwagon. A música "The Time of My Life" de Bill Medley e Jennifer Warnes, que se tornou famosa no filme "Dirty Dancing", também foi originalmente escrita para "Os Goonies", mas acabou sendo usada em outro filme. A trilha sonora de "Os Goonies" é considerada uma parte fundamental do filme e ajuda a capturar a sensação de aventura e diversão que permeia a história.
Curiosidades
O videoclipe foi indicado ao MTV Video Music Award de 1986 na categoria de "Melhor Vídeo de Trilha Sonora de Filme".
Durante a produção da música, Cyndi Lauper teve que fazer algumas alterações na letra original para se adequar ao tema do filme. Inicialmente, a música tinha um tom mais sombrio, mas Lauper trabalhou com o produtor musical Rob Hyman para dar uma abordagem mais otimista e divertida para se adequar ao filme.
A música foi originalmente oferecida para o diretor do filme, Richard Donner, para usar como tema principal do filme, mas ele decidiu usar a música instrumental "The Goonies Theme" de Dave Grusin. No entanto, o diretor amou tanto a música de Lauper que decidiu usá-la durante os créditos finais do filme. A música acabou se tornando um grande sucesso e é agora uma das músicas mais conhecidas de Cyndi Lauper.
Onde ouvir
Além do Spotify ou sua plataforma de música favorita,você pode ouvir The Goonies 'r' Good Enough no YouTube.
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Animações
Up - Altas Aventuras - um filme da Pixar que conta a história de um velho viúvo que decide realizar seu sonho de infância de viajar para a América do Sul em um balão.
Personagens
Carl Fredricksen - um idoso solitário que sonha em viajar para as Cataratas da Paraíso com sua esposa falecida, Ellie. Ele é o protagonista do filme e o responsável por levar sua casa para as cataratas usando balões.
Russell - um jovem escoteiro que bate à porta de Carl enquanto ele tenta levantar sua casa com os balões. Ele se torna o companheiro de viagem de Carl e o ajuda em sua jornada para as cataratas.
Dug - um cachorro falante que Carl e Russell encontram em sua jornada. Ele é um dos cães de um vilão temível chamado Charles Muntz, mas acaba se juntando a Carl e Russell em sua jornada.
Charles Muntz - um famoso explorador que foi acusado de falsificar as descobertas que fez em suas expedições. Ele se torna o vilão do filme, tentando roubar a ave rara que Carl e Russell encontram em sua jornada.
A História
Quando menino, Carl Fredricksen queria explorar a América do Sul e encontrar as proibidas Paradise Falls. Cerca de 64 anos depois, ele começa sua jornada junto com o escoteiro Russell levantando sua casa com milhares de balões. Em sua jornada, eles fazem muitos novos amigos, incluindo um cachorro falante, e descobrem que alguém tem planos malignos. Carl logo percebe que esse malfeitor é seu ídolo de infância.
Carl e Russell
Pode Ver Sem Medo?
O filme "Up - Altas Aventuras" é uma obra-prima da animação, que cativou o público com sua história emocionante e personagens encantadores.
Desde o início, o filme apresenta uma narrativa emocionante e envolvente, que nos leva em uma jornada através da vida de um homem chamado Carl Fredricksen.
Logo no início do filme, somos apresentados ao sonho de Carl de viajar para as Cataratas da Paraíso, um lugar que ele e sua esposa Ellie sempre sonharam em visitar. Mas quando Ellie morre antes de realizarem esse sonho, Carl se sente perdido e solitário.
É então que ele decide cumprir sua promessa de levar sua casa para as cataratas, usando balões para levantá-la do chão e voar para lá.
Ao longo da jornada, Carl é acompanhado por um jovem escoteiro chamado Russell, que se torna seu companheiro de viagem. Juntos, eles enfrentam diversos desafios e conhecem personagens interessantes, como um cachorro falante e um vilão temível.
Mas, acima de tudo, o filme é uma história de amor e amizade, que nos leva a refletir sobre a importância desses valores em nossas próprias vidas. Com uma animação impecável e uma trilha sonora emocionante, "Up - Altas Aventuras" é um filme que emociona e inspira.
É uma obra-prima da arte da animação, que nos mostra que nunca é tarde para realizar nossos sonhos e encontrar a felicidade. Se você ainda não assistiu, não perca a chance de se emocionar com essa história inesquecível.
Curiosidades:
O primeiro filme da Pixar em 3D.
As fotografias dos personagens mostradas durante os créditos finais correspondem tematicamente às posições dos membros da tripulação, assim como os emblemas "Wilderness Explorer" que também aparecem.
Avaliações:
IMDB – 8,3
Rotten Tomatoes – 98%
Onde assistir?
UP está na Disney e AppleTv com 1h36min.
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