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Refém (2025 Hostage) - suspense político e dilemas de poder na nova minissérie da Netflix

Eles sequestram o marido da primeira-ministra britânica e chantageiam o presidente francês. Eles precisam lidar com uma rivalidade enquanto descobrem uma trama que ameaça a ambos, com seus futuros políticos e suas vidas em jogo.

Persongens

  • Abigail Dalton (Suranne Jones): Recém-eleita Primeira-Ministra do Reino Unido. A trama gira em torno do sequestro de seu marido e os dilemas que isso acarreta .
     
  • Dr. Alex Anderson (Ashley Thomas): Médico e esposo de Abigail, sequestrado em missão humanitária na Guiana Francesa .
     
  • Vivienne Toussaint (Julie Delpy): Presidente da França, que passa por chantagens paralelamente ao sequestro. A relação entre as duas líderes é o núcleo político da trama .
     
  • Outros nomes do elenco incluem Martin McCann e Isobel Akuwudike, esta última interpretando a filha de Abigail, Sylvie, afetada emocionalmente pela situação

História

Abigail Dalton está fazendo história; uma primeira-ministra do Reino Unido concorrendo com uma plataforma que prioriza o NHS. Mas ela está em apuros, pois a escassez de medicamentos contra o câncer está causando distúrbios em todo o país. É possível que a única pessoa que possa ajudar seja Vivienne Toussaint, a presidente francesa de direita. Enquanto as mulheres se encontram frente a frente na cúpula que decidirá o futuro político de ambas, uma tragédia acontece: o marido de Dalton é sequestrado na Guiana Francesa, mas, ao mesmo tempo, a presidente francesa é chantageada por um escândalo que pode lhe custar a próxima eleição. Agora, essas duas mulheres com convicções políticas opostas precisam se unir para descobrir a verdade e proteger o futuro.

História

Pode Ver Sem Medo

A Netflix lançou em agosto de 2025 a minissérie Refém (Hostage), um thriller político eletrizante que mistura intrigas internacionais, dilemas pessoais e a fragilidade das alianças entre potências europeias. Com apenas cinco episódios, a produção entrega uma narrativa ágil, cheia de tensão e marcada por duas grandes atuações femininas: Suranne Jones e Julie Delpy.

 

"Refém" começa na Londres dos dias atuais. Com apenas oito meses de mandato, a primeira-ministra britânica Abigail Dalton (Suranne Jones) enfrenta duas crises simultâneas: o corte drástico no orçamento militar, que gera revolta no governo, e a falência do sistema de saúde, com farmácias desabastecidas e pacientes sem medicamentos essenciais.

 

Apesar do caos, Dalton insiste em realizar a Cúpula Anglo-Francesa com a presidente da França, Vivienne Toussaint (Julie Delpy). Mas, em meio às negociações, ela recebe a pior notícia possível: seu marido, o médico Dr. Alex Anderson (Ashley Thomas), foi sequestrado junto com sua equipe durante uma missão humanitária na Guiana Francesa.

 

O sequestro não é apenas um incidente isolado — os criminosos exigem a renúncia de Dalton em troca da liberdade dos reféns. A partir daí, a trama se desdobra em um jogo de pressões políticas, chantagens internacionais e dilemas éticos, enquanto segredos do passado de Abigail vêm à tona e Toussaint percebe que sua própria reputação também está ameaçada.

 

Minha opinião
 

Embora a trama de Refém seja intensa, com um ritmo acelerado e cheia de reviravoltas, em alguns momentos ela soa previsível — especialmente no primeiro episódio, onde o resgate rápido dos reféns já deixa claro que algo maior está por vir.

 

Ainda assim, o grande destaque é ver duas mulheres em posição de poder absoluto, enfrentando não só crises políticas e pessoais, mas também a misoginia e o descrédito constante de colegas e inimigos. A série mostra como a política tende a desumanizar seus líderes e como o peso do cargo pode corroer qualquer idealismo.

 

A minissérie me lembrou bastante o estilo de A Diplomata, também da Netflix, mas com uma rivalidade histórica entre Inglaterra e França no centro da narrativa. Achei interessante o equilíbrio entre drama pessoal e intriga política, e gostei da escolha de manter a história enxuta, sem se aprofundar demais em subtramas.

 

No fim, Refém cumpre bem seu papel: é um suspense político envolvente, com atuações sólidas e uma tensão que prende até o último episódio. Talvez não seja memorável a longo prazo, mas é uma ótima opção para quem gosta de dramas internacionais com dilemas éticos e jogos de poder.

Curiosidades

  • Criada por Matt Charman, roteirista de Ponte dos Espiões (2015), a minissérie mantém o mesmo estilo de intriga política e diplomacia em alto risco.
     
  • O enredo não é baseado em fatos reais, mas foi inspirado em extensas pesquisas sobre bastidores da política internacional.
     
  • A série conquistou rapidamente o Top 10 da Netflix em mais de 80 países, figurando entre os lançamentos de maior repercussão do ano.
     
  • Suranne Jones, além de protagonizar, também assina como produtora executiva.
     
  • Julie Delpy, conhecida por filmes românticos da trilogia Before, surpreende em um papel austero e calculista, bem diferente de seus trabalhos mais famosos.

Onde assistir?

A minissérie está na Netflix com 5 episódios.

Avaliações

  • IMDB logo 6,5
    Rotten Tomatoes logo 82%
    PVSM logo 7,5

Tags:

#series #netflix #drama #suspense #thriller

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