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O Júri (2003) - Um thriller de tribunal cheio de manipulação e reviravoltas
Um jurado por dentro e uma mulher por fora manipulam um julgamento judicial envolvendo um grande fabricante de armas.
Persongens
- Nicholas Easter (John Cusack) – Um jurado misterioso que tem seu próprio plano para influenciar o julgamento.
- Marlee (Rachel Weisz) – Parceira de Nicholas, manipuladora e com um plano bem elaborado para o veredito.
- Rankin Fitch (Gene Hackman) – Um consultor de júri impiedoso, que usa todos os meios para garantir um resultado favorável à defesa.
- Wendell Rohr (Dustin Hoffman) – O advogado da acusação que luta por justiça contra a indústria armamentista.
- Judge Harkin (Bruce McGill) – O juiz responsável por manter a ordem no tribunal.
História
Wendell Rohr é um advogado de danos que enfrenta o lobby das armas. Rankin Fitch é o consultor do júri dos réus e entre eles a batalha é pelos corações e mentes do júri. Mas há alguém por dentro. Nicholas Easter é um jurado com uma namorada, Marlee, do lado de fora. Eles têm um passado... e sua própria agenda.

Pode Ver Sem Medo
O filme é baseado no livro Runaway Jury, de John Grisham, um dos autores mais populares de thrillers jurídicos. No entanto, há uma diferença significativa entre o livro e o filme: no livro, o julgamento gira em torno da indústria do tabaco, enquanto no filme o foco foi alterado para a indústria armamentista. Essa mudança foi feita para tornar o tema mais relevante na época, já que o debate sobre controle de armas estava (e continua) em alta nos Estados Unidos.
A direção de Gary Fleder mantém um ritmo ágil e cheio de tensão, equilibrando bem os momentos dentro e fora do tribunal. O filme evita os clichês tradicionais de dramas jurídicos e investe mais no jogo psicológico e nas estratégias manipulativas dos personagens.
A trama gira em torno de um grande julgamento envolvendo a indústria de armas nos Estados Unidos. A viúva de um homem morto em um tiroteio processa uma empresa fabricante de armas por negligência. No entanto, mais do que apenas um julgamento comum, este caso se transforma em um jogo de manipulação de alto nível, onde o controle do júri pode definir o resultado.
Dois jogadores estão por trás dos bastidores tentando influenciar a decisão: Wendell Rohr (Dustin Hoffman), o advogado da acusação que quer condenar a empresa, e Rankin Fitch (Gene Hackman), um consultor contratado pela defesa para garantir um veredito favorável à indústria armamentista. Mas a grande peça-chave do jogo é Nicholas Easter (John Cusack), um jurado aparentemente comum, mas que tem sua própria agenda e parece saber exatamente como manipular os votos dos outros jurados. Junto com sua cúmplice, Marlee (Rachel Weisz), ele dá início a uma perigosa negociação nos bastidores do julgamento.
O filme acompanha a tensão crescente enquanto os dois lados tentam controlar o júri, ao mesmo tempo em que segredos são revelados e reviravoltas inesperadas mudam o curso do julgamento.
Entre os pontos positivos, destaca-se a atuação de Gene Hackman como o manipulador impiedoso, assim como a química entre John Cusack e Rachel Weisz. No entanto, algumas críticas foram direcionadas ao final do filme, que para alguns foi previsível demais, e à mudança do tema central do julgamento (do tabaco para armas), o que dividiu os fãs do livro.
Eu não achei o final previsível, é um plot muito bem elaborado, claro que depois que você sabe as motivações, fica fácil prever os movimentos, mas isso acontece no ápice já e não compromete o excelente filme, além de ser uma ótima oportunidade de rever a atuação incrível de Gene que nos deixou recentemente.
O Júri continua sendo um thriller jurídico eficiente e relevante, especialmente por sua abordagem sobre como o sistema pode ser influenciado por interesses externos.
Se você gosta de thrillers jurídicos, este é um filme obrigatório. A história mantém a tensão do começo ao fim, e as atuações fazem valer a pena. Agora que está disponível na Netflix, é uma ótima oportunidade para quem ainda não assistiu ou quer revê-lo.
Curiosidades
Este é o primeiro filme de Gene Hackman e Dustin Hoffman juntos. No Pasadena Playhouse, eles eram colegas de classe e ambos foram votados como "Menos Prováveis de Ter Sucesso".
A tão esperada cena do banheiro neste filme, onde Rohr (Dustin Hoffman) confronta Fitch (Gene Hackman), é o primeiro diálogo em um filme entre Hoffman e Hackman. Foi escrito enquanto o resto do filme estava sendo filmado, depois que alguém da equipe descobriu que os dois, embora fossem amigos desde 1956, nunca haviam estrelado um filme juntos.
O Júri (2003) é uma adaptação do romance de John Grisham de 1996 "The Runaway Jury".
Onde assistir?
O Júri está na Netflix.
Avaliações
-
7,1
73%
8,0
Tags:
#cinema #filmes #ojuri #netflix #drama #johncusack #rachelweisz #genehackman #dustinhoffmanVisualizações:
52Comentários (0)
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