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O Prime Video divulgou o primeiro teaser oficial de Spider-Noir, além da data de estreia e novas imagens da produção. A série live-action chega ao catálogo em 27 de maio e marca um momento importante na carreira de Nicolas Cage: é a primeira vez que o ator assume o protagonismo de uma série televisiva. Baseada nos quadrinhos Spider-Man Noir, a trama acompanha Ben Reilly, um investigador particular envelhecido, desacreditado e mergulhado na atmosfera densa da Nova York dos anos 1930. Quando um caso extraordinário surge, ele é forçado a confrontar o passado e retomar a identidade do único super-herói que a cidade já conheceu. Um herói à moda antiga — em dois formatos As primeiras imagens já deixam claro o tom da produção: estética sombria, fotografia contrastada e ambientação fiel à década de 1930. Um dos diferenciais da série será a disponibilização em duas versões:Preto e branco, reforçando o clima clássico noir;Colorida, para quem prefere uma experiência mais contemporânea. Essa escolha reforça a proposta estilizada da obra, que aposta em um visual autoral para expandir o universo do Homem-Aranha sob uma perspectiva mais adulta e investigativa. Elenco e bastidores Além de Nicolas Cage como Ben Reilly, o elenco conta com:Lamorne Morris como Robbie RobertsonLi Jun Li como Cat HardyKaren Rodriguez como JanetBrendan GleesonJack HustonAbraham Popoola A direção dos dois primeiros episódios fica por conta de Harry Bradbeer, conhecido por trabalhos premiados na televisão. A série tem ainda Oren Uziel e Steve Lightfoot como co-showrunners, com produção executiva de Phil Lord, Christopher Miller e Amy Pascal. Um Homem-Aranha mais adulto e sombrio Com ambientação urbana, investigação policial e uma atmosfera que mistura crime, corrupção e redenção, Spider-Noir promete ampliar o universo do Homem-Aranha em uma vertente mais madura, estilizada e cinematográfica. A proposta parece dialogar com o fascínio contemporâneo por narrativas de anti-heróis e thrillers sombrios — mas sem abandonar o DNA clássico do personagem. E aí, ansiosos para ver Nicolas Cage mergulhando no lado mais obscuro do Aranha?
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Porto Rico como cenário e mensagem Desde os primeiros segundos do show do intervalo, Bad Bunny deixou claro que não estava ali para se adaptar ao Super Bowl — mas para transformá-lo. A apresentação foi conduzida quase inteiramente em espanhol, sem preocupação em “traduzir” a experiência para o inglês. Pelo contrário: logo na abertura, a transmissão exibiu a frase “el espectáculo de medio tiempo del Súper Tazón”, invertendo a lógica habitual e colocando o espanhol no centro do maior palco da cultura pop americana. A ambientação reforçou essa escolha. O espetáculo começou com cenas cotidianas de Porto Rico: trabalhadores no campo, senhores jogando dominó, uma mulher fazendo as unhas, pequenos gestos que constroem identidade. Antes mesmo da primeira música, já estava claro que o objetivo não era apenas entreter, mas transportar o espectador para a terra e a cultura de Benito. Mais tarde, em um dos momentos mais diretos do show, o artista se apresentou em espanhol:“Meu nome é Benito Antonio Martínez Ocasio, e se hoje estou aqui no Super Bowl 60, é porque nunca deixei de acreditar em mim. Você também deveria acreditar em você. Você vale mais do que você imagina.” A “casita” e a celebração latina Um dos elementos visuais mais conhecidos dos shows de Bad Bunny também marcou presença: a casita, símbolo de uma casa porto-riquenha simples, viva, cheia de gente. Nos palcos, ela costuma funcionar como ponto de encontro, onde convidados dançam e celebram enquanto o cantor se apresenta. No Super Bowl, a casita ganhou convidados de peso: Cardi B, Karol G, Pedro Pascal e Jessica Alba — todos latinos ou de ascendência latina. A escolha reforçou a ideia de comunidade e pertencimento, não como exceção, mas como centro do espetáculo. Com as dançarinas, o show também destacou o perreo, estilo de dança sensual surgido em Porto Rico nos anos 80, frequentemente marginalizado, mas aqui elevado ao maior palco possível. Assim como o funk no Brasil, o perreo aparece como expressão cultural, corpo político e identidade popular. Um casamento real no meio do espetáculo Cerca de cinco minutos após o início da apresentação, o show foi interrompido por algo inesperado: o final de uma cerimônia de casamento. Não era encenação. O casamento era real, confirmado pela equipe do artista. O casal havia convidado Bad Bunny para a cerimônia, mas ele propôs o inverso: que eles se casassem no show do intervalo. Benito atuou como testemunha, assinou a certidão e ainda garantiu bolo de casamento de verdade. Em um evento marcado por espetáculos grandiosos, o gesto trouxe intimidade e humanidade ao centro da narrativa. Lady Gaga, salsa e pista de dança Logo depois, Lady Gaga surgiu acompanhada do grupo porto-riquenho Los Sobrinos, tocando “Die With a Smile” como se fossem uma banda típica de casamento. O cenário incluía mesinhas, bolo e até uma criança “dormindo” na cadeira, reforçando a atmosfera doméstica. Em seguida, Gaga foi puxada para dançar por Bad Bunny em “Baile Inolvidable”, dissolvendo completamente a fronteira entre convidado e anfitrião, estrela global e festa de bairro. “Nuevayol” e a Nova York latina A música “Nuevayol” marcou a transição para outro território simbólico: Nova York como extensão cultural de Porto Rico. A cidade é o principal centro demográfico porto-riquenho fora da ilha — e até a bandeira de Porto Rico foi criada ali. O cenário reproduziu as bodegas nova-iorquinas, com participação especial de Toñita, dona do histórico Caribbean Social Club, um dos bares mais emblemáticos da cultura latina na cidade. Nesse momento, Bad Bunny entregou simbolicamente um Grammy a uma criança que “o assistia” pela televisão. As roupas do menino remetiam a uma foto de infância do próprio Benito, conectando passado, presente e futuro em um único gesto. Ricky Martin e a política explícita Outro destaque foi a aparição de Ricky Martin, conterrâneo de Bad Bunny. Sentado em cadeiras que reproduziam a capa do álbum Debí Tirar Más Fotos, ele cantou “Lo que le pasó a Hawaii”, uma das músicas mais políticas do repertório recente de Benito. A letra aborda os efeitos do imperialismo americano sobre o Havaí, anexado aos EUA em 1898, e deixa clara a preocupação: não permitir que Porto Rico tenha o mesmo destino cultural e identitário. A bandeira, o apagão e a memória do furacão Nos minutos finais, Bad Bunny surgiu com uma grande bandeira de Porto Rico em azul-claro — cor associada aos movimentos pró-independência. Cantando “El Apagón”, ele subiu em um poste e provocou simbolicamente um apagão no estádio. A cena remete diretamente ao colapso da infraestrutura elétrica da ilha após o furacão Maria, em 2017, e à negligência governamental que deixou a população convivendo com apagões constantes desde então. O que é “América”? O encerramento trouxe o momento mais simbólico do show. Bad Bunny segurou uma bola com a frase: “Juntos, somos a América”, cercado por bailarinos e músicos com bandeiras de diversos países do continente. “Deus abençoe a América”, disse ele em inglês — ecoando uma expressão patriótica dos Estados Unidos. Em seguida, redefiniu o termo: passou a citar todos os países do continente americano, do Sul ao Norte, incluindo Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e, por último, Estados Unidos e “minha terra mãe, Porto Rico”. No telão, a frase final: “A única coisa mais poderosa que o ódio é o amor”. O show se encerrou com “Dtmf”, faixa que fala sobre amor, memória, identidade e pertencimento — resumindo tudo o que aquela apresentação quis dizer.
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A reação de Donald Trump ao show de Bad Bunny no intervalo do Super Bowl 2026 escancarou algo que já estava em ebulição muito antes da primeira batida soar no estádio: a apresentação não era apenas um evento musical, mas um campo de batalha simbólico da polarização cultural nos Estados Unidos. A polarização antes mesmo do show A controvérsia não nasceu no domingo do Super Bowl. Ela já estava instalada semanas antes. Uma pesquisa da YouGov/Economist, divulgada pela Statista e realizada entre 30 de janeiro e 2 de fevereiro de 2026, apontava um país dividido de forma quase simétrica: 28% dos adultos americanos aprovavam a escolha de Bad Bunny para o halftime show, enquanto outros 28% se declaravam insatisfeitos. Mas o dado mais revelador não estava no gosto musical — e sim na política.Entre eleitores democratas, 52% aprovavam a escolha. Entre republicanos, apenas 12%. Do outro lado, entre os insatisfeitos, 53% se identificavam como republicanos, contra apenas 8% democratas. Um abismo de mais de 40 pontos percentuais, formado antes que qualquer coreografia fosse vista. Trump entra em cena e transforma o show em símbolo Essa leitura ganhou força quando lideranças políticas passaram a vocalizar o descontentamento. Trump classificou a escolha de Bad Bunny como “absolutamente ridícula” e, durante a apresentação, foi ainda mais direto. Para ele, o show foi “uma afronta” e “um dos piores de todos os tempos”. O argumento central se repetiu em suas declarações: o fato de o artista cantar em espanhol.“Ninguém entende uma palavra do que esse cara está dizendo”, afirmou o presidente, ignorando que cerca de 20% da população dos Estados Unidos é latina. Não era uma crítica estética. Era simbólica. A língua, o corpo em cena e a identidade do artista funcionaram como gatilhos para transformar o halftime show em um marcador cultural — quem aplaudia estava, automaticamente, do “outro lado”. Trump ainda atacou a dança, chamando-a de “repugnante”, especialmente para crianças, e disse que a apresentação não representava “os padrões de sucesso, criatividade ou excelência” da América. As falas foram feitas enquanto ele assistia à final em uma festa na Flórida. Explosão digital: quando o show vira debate global Quando a apresentação começou, toda essa tensão acumulada se converteu em dados. Com uma audiência estimada de 103 milhões de espectadores nos EUA e cerca de 142 milhões globalmente, o impacto digital foi imediato. No X (antigo Twitter), o halftime show de Bad Bunny gerou mais de 1 milhão de menções — um crescimento de 683% em relação ao volume médio diário de menções ao halftime show de 2025, do Maroon 5. Não foi apenas muito barulho: foi uma aceleração anormal de conversa em pouquíssimo tempo. Outras plataformas confirmaram o fenômeno:No Instagram, o teaser da apresentação ultrapassou 5 milhões de curtidas, recorde para o formato.No TikTok, hashtags relacionadas ao show somaram mais de 85 milhões de visualizações em vídeos de reação.No YouTube, o vídeo oficial passou de 1,8 milhão de visualizações em poucas horas.Ainda no Instagram, foram mais de 8 mil conteúdos e 97 mil comentários logo após o show. O halftime show deixou de ser apenas entretenimento e passou a operar como um evento multiplataforma de debate. Por horas, Bad Bunny foi o tema mais discutido do planeta. Reação conservadora e o “show alternativo” As críticas de Trump não surpreenderam. Antes mesmo do Super Bowl, ele já havia chamado Bad Bunny de “péssima escolha”, citando o posicionamento do artista contra o ICE (Serviço de Imigração e Alfândega). Enquanto isso, organizações conservadoras tentaram responder no mesmo terreno simbólico. O grupo Turning Point USA promoveu um espetáculo paralelo, o “The All-American Halftime Show”, com forte apelo patriótico. Entre os nomes do evento estavam Kid Rock e outros artistas alinhados ao discurso do governo Trump, além de aparições do fundador do grupo, Charlie Kirk. Guitarras, country e símbolos nacionais dominaram a estética — uma resposta direta ao que eles viam como uma “ameaça cultural”. Mais que música, um espelho do país No fim das contas, a reação de Trump cristalizou algo maior do que uma simples rejeição artística. O show de Bad Bunny se tornou um espelho das disputas atuais dos Estados Unidos: língua, imigração, identidade e quem tem direito de ocupar o maior palco do entretenimento global. Gostando ou não da apresentação, o fato é que ela cumpriu um papel raro: expôs, em rede mundial, as fissuras de um país que já estava dividido antes mesmo de o show começar.
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Michael não é apenas mais um filme biográfico. A produção se propõe a ser um retrato cinematográfico ambicioso da vida e do legado de Michael Jackson, um dos artistas mais influentes da história da música e da cultura pop mundial. O longa acompanha a trajetória de Michael muito além dos palcos, começando ainda na infância, quando seu talento extraordinário surge como líder dos Jackson Five, e avançando até sua consolidação como um artista visionário, movido por uma ambição criativa quase obsessiva: tornar-se o maior entertainer do mundo. Uma história além da música O filme promete mergulhar não só nos grandes momentos musicais, mas também na vida pessoal de Michael Jackson — suas conquistas, conflitos, fragilidades e a pressão constante da fama. Ao revisitar performances icônicas do início de sua carreira solo, Michael oferece ao público uma experiência de “primeira fila”, revelando o homem por trás do mito. Mais do que revisitar hits, o longa quer mostrar onde tudo começou — emocionalmente, artisticamente e humanamente. O trailer de Michael já deixa claro o tom do filme: grandioso, emocional e respeitoso. Entre recriações de performances lendárias, bastidores íntimos e a pressão esmagadora da fama desde a infância, o material indica que não se trata apenas de celebrar o ícone — mas de entender o ser humano por trás da luva branca. Assista ao trailer oficial e prepare-se para revisitar uma história que moldou a música, o entretenimento e a cultura pop como conhecemos. A cinebiografia estreia em 23 de abril de 2026 nos cinemas do Brasil!
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A contagem regressiva para a maior noite do cinema mundial já começou. O Oscar 2026 acontece no dia 15 de março, em Los Angeles, com início às 22h (horário de Brasília).No Brasil, a cerimônia será transmitida pela HBO Max, TNT e Globo. Pelo segundo ano consecutivo, o comando da noite fica por conta do comediante Conan O'Brien, que retorna como apresentador oficial do evento. Na manhã desta quinta-feira (22), a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas (AMPAS) divulgou a aguardada lista de indicados — e o Brasil volta a brilhar com força. Brasil no Oscar 2026: O Agente Secreto é destaque O cinema brasileiro marca presença com múltiplas indicações graças a O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho e estrelado por Wagner Moura. O longa concorre nas categorias de Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, além de garantir a indicação de Wagner Moura a Melhor Ator, consolidando-se como um dos títulos mais comentados da temporada. Principais indicados ao Oscar 2026 Melhor FilmeBugoniaUma Batalha Após a OutraFórmula 1FrankensteinHamnetPecadoresMarty SupremeO Agente SecretoValor SentimentalSonhos de Trem Melhor Filme InternacionalO Agente Secreto (Brasil)Foi Apenas Um AcidenteValor SentimentalSiratA Voz de Hind Rajab Melhor AtorTimothée Chalamet — Marty SupremeEthan Hawke — Blue MoonWagner Moura — O Agente SecretoMichael B. Jordan — PecadoresLeonardo DiCaprio — Uma Batalha Após a Outra Melhor AtrizJessie Buckley — HamnetRose Byrne — Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te ChutariaKate Hudson — Song Song Blue: Um Sonho a DoisRenate Reinsve — Valor SentimentalEmma Stone — Bugonia Melhor DireçãoChloé Zhao — HamnetJosh Safdie — Marty SupremePaul Thomas Anderson — Uma Batalha Após a OutraJoachim Trier — Valor SentimentalRyan Coogler — Pecadores Categorias técnicas e de apoio (destaques)Melhor Ator Coadjuvante: Benício Del Toro, Jacob Elordi, Sean Penn, Delroy Lindo, Stellan SkarsgårdMelhor Atriz Coadjuvante: Elle Fanning, Inga Lilleaas, Teyana Taylor, Wunmi Mosaku, Amy MadiganMelhor Roteiro Original: Blue Moon, Foi Apenas Um Acidente, Marty Supreme, Valor Sentimental, PecadoresMelhor Roteiro Adaptado: Bugonia, Frankenstein, Hamnet, Uma Batalha Após a Outra, Sonhos de Trem Melhor AnimaçãoGuerreiras do K-PopZootopia 2ElioArcoLittle Amélie of the Character of Rain Melhor DocumentárioThe Alabama SolutionCome See Me in the Good LightCutting Through RocksMr. Nobody Against PutinThe Perfect Neighbor Uma edição promissora Com uma disputa acirrada entre grandes produções internacionais e um forte reconhecimento do cinema autoral, o Oscar 2026 promete ser uma das edições mais interessantes dos últimos anos — especialmente para o público brasileiro, que vê O Agente Secreto alcançar um feito histórico. Agora, resta a pergunta:Será que o Brasil volta para casa com uma estatueta? A resposta vem no dia 15 de março.
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A edição de 2026 do Globo de Ouro, realizada na noite de domingo (11/1), celebrou os principais filmes e séries lançados ao longo do último ano — e teve um destaque especial para o cinema brasileiro. O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho, conquistou duas estatuetas importantes: Melhor Filme em Língua Não Inglesa e Melhor Ator, consagrando a atuação de Wagner Moura. Apesar da vitória brasileira, o grande vencedor da noite foi Hamnet: a Vida Antes de Hamlet. Dirigido por Chloé Zhao, o longa venceu a principal categoria da cerimônia, Melhor Filme de Drama, e também rendeu a Jessie Buckley o prêmio de Melhor Atriz em Filme de Drama. Destaques do cinema Outro nome dominante da noite foi Paul Thomas Anderson, que levou Melhor Diretor e Melhor Roteiro por Uma Batalha Após a Outra. O filme também venceu como Melhor Filme Musical ou Comédia, consolidando seu peso na temporada de premiações. Na mesma categoria, Rose Byrne foi eleita Melhor Atriz em Filme Musical ou Comédia por Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria, enquanto Timothée Chalamet venceu como Melhor Ator por Marty Supreme. O prêmio de Melhor Filme de Animação ficou com Guerreiras do K-pop, e o título de Conquista Cinematográfica e de Bilheteria foi para Pecadores, um dos maiores sucessos comerciais do ano. Televisão: séries e atuações premiadas Entre as produções televisivas, The Pitt (HBO Max) foi um dos grandes destaques, vencendo Melhor Série de Drama e garantindo o prêmio de Melhor Ator em Série de Drama para Noah Wyle. Já Pluribus também marcou presença, com Rhea Seehorn eleita Melhor Atriz em Série de Drama. No campo das comédias, O Estúdio venceu como Melhor Série Musical ou Comédia e consagrou Seth Rogen como Melhor Ator para TV na categoria. Jean Smart levou o prêmio de Melhor Atriz em TV, Musical ou Comédia por Hacks. Um dos maiores triunfos da noite foi Adolescência, vencedora de Melhor Série Limitada, Antologia ou Filme para TV, além de premiar Stephen Graham e Owen Cooper por suas atuações. Lista de vencedores – Cinema Melhor Filme – DramaHamnet: a Vida Antes de Hamlet Melhor Ator em Filme de DramaWagner Moura — O Agente Secreto Melhor Atriz em Filme de DramaJessie Buckley — Hamnet Melhor Filme em Língua Não InglesaO Agente Secreto (Brasil) Melhor DiretorPaul Thomas Anderson — Uma Batalha Após a Outra Melhor RoteiroPaul Thomas Anderson — Uma Batalha Após a Outra Melhor Trilha Sonora OriginalPecadores Melhor Filme – Musical ou ComédiaUma Batalha Após a Outra Melhor Ator – Musical ou ComédiaTimothée Chalamet — Marty Supreme Melhor Atriz – Musical ou ComédiaRose Byrne — Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria Melhor Filme de AnimaçãoGuerreiras do K-pop Conquista Cinematográfica e de BilheteriaPecadores Lista de vencedores – Televisão Melhor Série de DramaThe Pitt (HBO Max) Melhor Ator em Série de DramaNoah Wyle — The Pitt Melhor Atriz em Série de DramaRhea Seehorn — Pluribus Melhor Série Musical ou ComédiaO Estúdio Melhor Ator para TV, Musical ou ComédiaSeth Rogen — O Estúdio Melhor Atriz para TV, Musical ou ComédiaJean Smart — Hacks Melhor Série Limitada / Antologia / Filme para TVAdolescência Melhor Atriz em Série Limitada / Antologia / Filme para TVMichelle Williams — Morrendo por Sexo Melhor Ator em Série Limitada / Antologia / Filme para TVStephen Graham — Adolescência Outros prêmios Melhor Canção Original: Golden — Guerreiras do K-popMelhor Comediante: Ricky Gervais — MortalityMelhor Podcast: Good Hang com Amy Poehler A edição de 2026 do Globo de Ouro reforçou a força do audiovisual contemporâneo, equilibrando grandes produções, sucessos de público, séries prestigiadas e o reconhecimento internacional do cinema brasileiro, que saiu da cerimônia com um dos momentos mais celebrados da noite.
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A 31ª edição do Critics Choice Awards aconteceu na noite deste domingo (4) e confirmou o que muitos já vinham apontando ao longo da temporada: 2025 foi um ano fortíssimo para o cinema e a televisão. Entre produções ambiciosas, performances arrebatadoras e algumas surpresas, a premiação consagrou filmes como Pecadores, Frankenstein e Uma Batalha Após a Outra, além de marcar um momento histórico para o Brasil com a vitória de O Agente Secreto como Melhor Filme Internacional. A cerimônia foi apresentada pela comediante Chelsea Handler, que conduziu a noite com humor afiado e comentários políticos pontuais. Um dos momentos mais comentados foi o discurso de Jimmy Kimmel, que ironizou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, arrancando aplausos e reações nas redes sociais. Os grandes vencedores da noite No cinema, o grande nome da premiação foi Paul Thomas Anderson, que venceu Melhor Direção por Uma Batalha Após a Outra — filme que também levou o prêmio máximo da noite, Melhor Filme. Já nas categorias de atuação, Timothée Chalamet foi eleito Melhor Ator por Marty Supreme, enquanto Jessie Buckley venceu como Melhor Atriz por Hamnet. Outro destaque absoluto foi Pecadores, que somou quatro vitórias, incluindo Melhor Roteiro Original e Melhor Trilha Sonora Original, esta última para Ludwig Göransson. No campo internacional, o brasileiro O Agente Secreto fez história ao vencer Melhor Filme Internacional, reforçando o ótimo momento do cinema nacional no circuito global. Séries: drama, comédia e minisséries em alta Na televisão, The Pitt saiu como a grande vencedora de drama, levando Melhor Série, além de prêmios importantes de atuação. Já na comédia, O Estúdio dominou a categoria, incluindo vitórias para Seth Rogen e Ike Barinholtz. Entre as séries limitadas, Adolescência (Netflix) confirmou o favoritismo e venceu como Melhor Série Limitada, além de acumular prêmios de atuação, consolidando-se como uma das produções mais elogiadas do ano. Cinema em todas as frentes: técnica, animação e música A premiação também celebrou o lado técnico do cinema. Frankenstein brilhou em categorias como Design de Produção, Figurino e Cabelo & Maquiagem, enquanto F1 dominou Som e Montagem. Na animação, o fenômeno Guerreiras do K-Pop venceu Melhor Longa em Animação e ainda levou Melhor Canção com “Golden”, se tornando um dos títulos mais premiados da noite fora do circuito tradicional. Lista resumida dos principais vencedores Melhor Filme: Uma Batalha Após a OutraMelhor Direção: Paul Thomas Anderson (Uma Batalha Após a Outra)Melhor Ator: Timothée Chalamet (Marty Supreme)Melhor Atriz: Jessie Buckley (Hamnet)Melhor Filme Internacional: O Agente SecretoMelhor Série de Drama: The PittMelhor Série de Comédia: O EstúdioMelhor Série Limitada: Adolescência Um retrato forte do audiovisual em 2025 O Critics Choice Awards 2026 reforça uma tendência clara: o cinema autoral, as grandes performances e as séries ousadas seguem dominando a conversa cultural. Entre blockbusters sofisticados, dramas intimistas e produções internacionais ganhando espaço, a premiação deixou claro que 2025 foi um ano diverso, político e criativamente intenso. Agora, com os holofotes apontados para o Oscar e o Emmy, muitos desses vencedores entram oficialmente na corrida como favoritos — e o Brasil, finalmente, também faz parte desse jogo.
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A ascensão de O Agente Secreto na temporada de premiações parece não ter freio — e as expectativas só aumentam após o filme garantir três indicações ao Globo de Ouro 2026. O longa brasileiro disputa Melhor Filme de Drama, Melhor Ator em Drama, com Wagner Moura, e Melhor Filme em Língua Não Inglesa. Entre as nomeações, especialistas apontam que a chance mais concreta de vitória está justamente na atuação de Moura, considerado o favorito da categoria e concorrendo diretamente com Michael B. Jordan, de Pecadores. Caso vença, Wagner pode repetir o feito de Fernanda Torres, vencedora de Melhor Atriz em Drama no Globo de Ouro 2025. Concorrência acirrada nas categorias principais Na categoria de Melhor Filme de Drama, O Agente Secreto enfrenta fortes competidores: Pecadores, Hamnet, Valor Sentimental e Foi Apenas um Acidente. Já na disputa por Melhor Filme em Língua Não Inglesa, o cenário permanece igualmente disputado, com Valor Sentimental e Foi Apenas um Acidente surgindo como favoritos da crítica internacional. O Globo de Ouro 2026 acontece no dia 11 de janeiro, no tradicional The Beverly Hilton, em Beverly Hills. Uma temporada de vitórias e elogios A excelente fase do longa dirigido por Kleber Mendonça Filho não para por aí. No último fim de semana, O Agente Secreto foi eleito segundo melhor filme do ano e melhor internacional pela Associação de Críticos de Los Angeles (LAFCA). Wagner Moura também ficou em segundo lugar como Melhor Ator, ao lado de Timothée Chalamet (Marty Supreme). A vitória ficou com Rose Byrne (Se Eu Tivesse Pernas Eu Te Chutaria) e Ethan Hawke (Blue Moon), que empataram em primeiro lugar. O filme também integra a lista de indicados ao Critics Choice Awards 2026, disputando Melhor Filme Internacional e Melhor Ator. Moura concorre com nomes como Leonardo DiCaprio (Uma Batalha Após a Outra), Michael B. Jordan (Pecadores) e Ethan Hawke (Blue Moon). Além disso, o longa foi nomeado no Independent Spirit Awards na categoria de Melhor Filme Internacional, competição que inclui títulos como Sirat, A Poet e On Becoming a Guinea Fowl. A cerimônia acontece em 15 de fevereiro de 2026. Reconhecimento da crítica americana A recepção nos EUA tem sido especialmente calorosa. O filme entrou no Top 10 da Associação de Críticos de Atlanta, ficando em 10º lugar. A AFCC elegeu Uma Batalha Após a Outra como o grande destaque do ano. E em Nova York, O Agente Secreto atingiu um marco histórico: foi eleito Melhor Filme Internacional e Wagner Moura venceu Melhor Ator no prestigiado New York Film Critics Circle. Essa é a primeira vez que um ator latino recebe o prêmio — um feito que amplifica ainda mais o impacto do longa nesta temporada. Sinopse: tecnologia, paranoia e identidade Ambientado em 1977, o filme acompanha um especialista em tecnologia que retorna a Recife após anos fugindo de um passado nebuloso. Em busca de paz, ele descobre que a cidade esconde segredos capazes de reacender tudo aquilo que tentou deixar para trás. A obra mistura espionagem, política e paranoia em um retrato pulsante do Brasil da época — um dos trabalhos mais elogiados de Kleber Mendonça Filho. No elenco, além de Wagner Moura, estão Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Alice Carvalho, entre outros grandes nomes do cinema nacional. De Cannes ao Oscar: a jornada de ‘O Agente Secreto’ Antes mesmo da estreia, o filme já acumulava credenciais de peso. Em maio, estreou no Festival de Cannes com duas vitórias importantes: Melhor Direção e Melhor Ator. Depois disso, percorreu festivais internacionais como Toronto, e fez uma turnê pelo Brasil em eventos como Brasília, CineBH, Festival do Rio e Mostra de São Paulo. Com tamanha repercussão, O Agente Secreto se consolida como um dos títulos mais fortes da corrida ao Oscar, especialmente nas categorias internacionais.
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A disputa pela aquisição da Warner Bros. Discovery (WBD) se transformou em um dos embates corporativos mais intensos e politicamente carregados da década. Entre ofertas bilionárias, movimentações inesperadas e declarações presidenciais, o futuro da casa de Harry Potter, HBO, DC e CNN está em jogo. Nos últimos dias, o cenário ganhou novos capítulos — e nenhum deles discreto. Netflix enfrenta pressão política e regulatória em sua proposta A Netflix entrou na disputa oferecendo US$ 82,7 bilhões, uma proposta que não inclui os canais a cabo da WBD, e já esperava uma longa análise regulatória. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou publicamente no domingo (7) que estará “envolvido na decisão”, sinalizando uma análise ainda mais extensa do que o normal. Apesar disso, Trump elogiou o co-CEO da Netflix, Ted Sarandos, classificando seu trabalho como “lendário” — e, curiosamente, não fez nenhuma crítica direta à proposta da empresa. Paramount lança oferta hostil: maior e mais abrangente Na manhã de segunda-feira (8), a Paramount surpreendeu ao apresentar uma oferta direta aos acionistas, no valor de US$ 108,4 bilhões, buscando adquirir 100% da Warner Bros. Discovery. A empresa argumenta que sua oferta é significativamente mais vantajosa do que a da Netflix, especialmente por incluir todos os ativos — inclusive os canais lineares que a proposta da rival desconsidera. Pouco depois, Trump atacou a Paramount em sua plataforma Truth Social, mas por motivos totalmente alheios à aquisição: críticas ao 60 Minutes por entrevistar Marjorie Taylor Greene, sua ex-aliada. O presidente não mencionou a compra. A influência de Trump e o clima político Grandes empresas têm buscado proximidade com Trump durante seu mandato, tentando garantir condições favoráveis em negociações regulatórias. Porém, o presidente enfrenta um dilema: Sua base eleitoral pressiona para que o Departamento de Justiça investigue a proposta da Netflix. Comentadores aliados, como Steve Bannon e Matt Gaetz, pedem abertamente para que Trump “impeça” o negócio. Gaetz, inclusive cotado para chefiar o DOJ no início deste ano, descreveu a fusão como algo “que Trump precisa barrar”. Historicamente, presidentes evitavam interferir — ou comentar — grandes fusões, deixando as análises para o setor antitruste. Mas este não parece ser o caso agora. Sarandos e Trump: encontros, jantares e diplomacia corporativa Segundo apurações da CNN, Ted Sarandos e Trump mantêm um canal de comunicação aberto: em dezembro de 2024, jantaram juntos em Mar-a-Lago; no mês passado, Sarandos voou a Washington para se encontrar com Trump no Salão Oval; o presidente confirmou a reunião e reforçou que tem “muito respeito” pelo executivo. Ainda assim, Trump mencionou preocupação com questões antitruste, citando o potencial domínio combinado Netflix + HBO no mercado global de streaming. A Netflix, por outro lado, enfatiza que YouTube, Amazon e redes sociais tornaram o mercado mais competitivo do que nunca. A multa bilionária em caso de fracasso Para mostrar confiança no acordo, a Netflix aceitou pagar uma multa de US$ 5,8 bilhões caso o negócio seja barrado pelos reguladores — uma das maiores penalidades rescisórias da história corporativa. Mas mesmo esse gesto agressivo não assegura o futuro da operação. Sarandos responde à oferta hostil da Paramount Horas após a Paramount anunciar sua proposta, Sarandos finalmente se pronunciou durante um evento do banco UBS, em Nova York. Segundo ele, o movimento da concorrente era: “totalmente esperado”. O executivo reforçou que a Netflix segue confiante na consumação do acordo original negociado com a Warner Bros. Discovery. Quem decide essa guerra? Apesar de toda a movimentação política, encontros de bastidores e pressão da opinião pública, Trump não será o responsável direto pelo desfecho. A decisão final caberá aos tribunais e órgãos reguladores. No entanto, sua postura pública — favorável ou contrária — pode influenciar significativamente o clima político ao redor da fusão mais impactante que Hollywood já viu desde a compra da Fox pela Disney.
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Vencedores serão anunciados em 11 de janeiro! O Globo de Ouro 2026 chegou trazendo uma das listas mais fortes dos últimos anos, com estreias aguardadíssimas, nomes consagrados, surpresas internacionais e um equilíbrio raro entre blockbusters, cinema de autor e produções independentes.A temporada de premiações começa oficialmente agora, e já dá para sentir o cheiro das disputas mais acirradas — principalmente em Direção, Drama e Animação. A seguir, confira todos os indicados, com observações rápidas sobre destaques e tendências. Melhor Filme (Drama) Um dos painéis mais fortes da cerimônia, com novos clássicos em potencial. FrankensteinHamnetFoi Apenas um AcidenteO Agente SecretoValor SentimentalPecadores Favoritos do momento: Frankenstein e Hamnet vêm liderando conversas de crítica. Melhor Filme (Comédia ou Musical) Um ano de comédias ousadas e musicais nada convencionais. Blue MoonBugoniaMarty SupremeNo Other ChoiceNouvelle VagueUma Batalha Após a Outra Destaques: Bugonia ganha força após as indicações de Emma Stone e Jesse Plemons. Melhor Diretor(a) Uma categoria histórica com sete indicados, mostrando a força da temporada. Paul Thomas Anderson — Uma Batalha Após a OutraRyan Coogler — PecadoresJafar Panahi — Foi Apenas um AcidenteGuillermo del Toro — FrankensteinJosh Safdie — Marty SupremeJoachim Trier — Valor SentimentalChloé Zhao — Hamnet Tendência: Del Toro, Trier e Zhao lideram previsões, mas PTA pode surpreender. Melhor Atriz (Drama) Possivelmente o conjunto mais forte de atuações femininas este ano. Jessie Buckley — HamnetJennifer Lawrence — Morra AmorRenate Reinsve — Valor SentimentalJulia Roberts — Depois da CaçadaTessa Thompson — HeddaEva Victor — Sorry Baby Melhor Atriz (Comédia ou Musical) Grandes nomes + estreias surpreendentes. Rose Byrne — If I Had Legs I'd Kick YouCynthia Erivo — Wicked: Parte 2Kate Hudson — Song Sung BlueChase Infiniti — Uma Batalha Após a OutraAmanda Seyfried — The Testament of Ann LeeEmma Stone — Bugonia Possível favorita: Emma Stone pode repetir o impacto crítico de anos anteriores. Melhor Ator (Drama) Joel Edgerton — Sonhos de TremOscar Isaac — FrankensteinDwayne Johnson — Coração de LutadorWagner Moura — O Agente SecretoJeremy Allen White — Springsteen: Salve-me do Desconhecido Curiosidade: Wagner Moura retorna forte ao circuito americano. Melhor Ator (Comédia ou Musical) Timothée Chalamet — Marty SupremeGeorge Clooney — Jay KellyLeonardo DiCaprio — Uma Batalha Após a OutraLee Byung-hun — No Other ChoiceJesse Plemons — Bugonia Melhor Atriz Coadjuvante Emily Blunt — Coração de LutadorElle Fanning — Valor SentimentalAriana Grande — Wicked: Parte 2Inga Ibsdotter Lilleaas — Valor SentimentalAmy Madigan — A Hora do MalTeyana Taylor — Uma Batalha Após a Outra Melhor Ator Coadjuvante Benicio del Toro — Uma Batalha Após a OutraJacob Elordi — FrankensteinPaul Mescal — HamnetSean Penn — Uma Batalha Após a OutraAdam Sandler — Jay KellyStellan Skarsgård — Valor Sentimental Melhor Roteiro Paul Thomas Anderson — Uma Batalha Após a OutraRonald Bronstein & Josh Safdie — Marty SupremeRyan Coogler — PecadoresJafar Panahi — Foi Apenas um AcidenteEskil Vogt & Joachim Trier — Valor SentimentalChloé Zhao & Maggie O'Farrell — Hamnet Melhor Filme em Animação ArcoDemon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo InfinitoElioGuerreiras do K-PopLittle Amélie or the Character of RainZootopia 2 Corrida acirrada: Zootopia 2 e Arco devem dominar. Melhor Filme Internacional Foi Apenas um AcidenteNo Other ChoiceO Agente SecretoValor SentimentalSaratA Quem Eu Pertenço Europa, América do Sul e Oriente Médio dominando a lista. Melhor Trilha Sonora Alexandre Desplat — FrankensteinLudwig Göransson — PecadoresJohnny Greenwood — Uma Batalha Após a OutraKangding Ray — SaratMax Richter — HamnetHans Zimmer — F1 Melhor Canção Original Dream as One — Avatar: Fogo e CinzasGolden — Guerreiras do K-PopI Lied To You — PecadoresNo Place Like Home — Wicked: Parte 2The Girl in the Bubble — Wicked: Parte 2Sonhos de Trem — Sonhos de Trem Prêmio Cecil B. DeMille(Homenagem especial à carreira) Avatar: Fogo e CinzasF1: O FilmeGuerreiras do K-PopMissão: Impossível — O Acerto FinalPecadoresA Hora do MalWicked: Parte 2Zootopia 2 CATEGORIAS DE TV Melhor Série (Drama) A Diplomata — NetflixThe Pitt — HBO MaxPluribus — Apple TVRuptura — Apple TVSlow Horses — Apple TVThe White Lotus — HBO Max Melhor Série (Comédia ou Musical) Abbott Elementary — ABCO Urso — FX on HuluHacks — HBO MaxNobody Wants This — NetflixOnly Murders in the Building — HuluThe Studio — Apple TV Melhor Série Limitada AdolescênciaAll Her FaultThe Beast In MeBlack MirrorDying For SexThe Girlfriend Melhor Atriz em Série (Drama) Kathy Bates — MatlockBritt Lower — RupturaHelen Mirren — MoblandBella Ramsey — The Last of UsKeri Russell — A DiplomataRhea Seehorn — Pluribus Melhor Atriz em Série (Comédia) Kristen Bell — Nobody Wants ThisAyo Edebiri — O UrsoSelena Gomez — Only Murders in the BuildingNatasha Lyonne — Poker FaceJenna Ortega — WandinhaJean Smart — Hacks Melhor Ator em Série (Drama) Sterling K. Brown — ParadiseDiego Luna — AndorMark Ruffalo — TaskAdam Scott — RupturaGary Oldman — Slow HorsesNoah Wyle — The Pitt Melhor Ator em Série (Comédia) Adam Brody — Nobody Wants ThisSteve Martin — Only Murders in the BuildingGlen Powell — Chad PowersSeth Rogen — The StudioMartin Short — Only Murders in the BuildingJeremy Allen White — O Urso Melhor Atriz Coadjuvante em Série Carrie Coon — The White LotusErin Doherty — AdolescênciaHannah Einbinder — HacksCatherine O’Hara — The StudioParker Posey — The White LotusAimee Lou Wood — The White Lotus Melhor Ator Coadjuvante em Série Owen Cooper — AdolescênciaBilly Crudup — The Morning ShowWalton Goggins — The White LotusJason Isaacs — The White LotusTramell Tillman — RupturaAshley Walters — Adolescência Conclusão O Globo de Ouro 2026 chega com uma mistura deliciosa de veteranos, estreantes, blockbusters e filmes independentes, além de um ano excepcional para diretores e atrizes. A disputa está completamente em aberto — e o dia 11 de janeiro promete ser explosivo.
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Momentos após escapar do massacre da família Le Domas, Grace (Samara Weaving) descobre que isso foi só o primeiro nível do pesadelo. Agora, ela entra em uma nova rodada — maior, sangrenta e completamente insana. Desta vez, ela não está sozinha: sua irmã distante, Faith (Kathryn Newton), entra no tabuleiro. E as regras?➡️ Sobreviver.➡️ Manter a irmã viva.➡️ E disputar o Alto Assento do Conselho, que basicamente… controla o mundo. Quatro famílias rivais.Uma disputa mortal.E apenas uma vencedora. O trailer já chegou — e é pura adrenalina.Assista aí e me conta:Grace tem chance ou já entrou derrotada?Estreia prevista para 10 de abril de 2026.
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A contagem regressiva terminou: a última temporada de Stranger Things estreia nesta quarta-feira (26/11), às 22h, dando início ao fim definitivo de uma das séries mais influentes da cultura pop dos últimos anos. E, para prolongar a experiência dos fãs, a Netflix decidiu lançar o desfecho em três partes:Volume 1: 26 de novembroVolume 2: 25 de dezembroEpisódio final especial: 31 de dezembro Ou seja: em pleno fim de ano, Stranger Things vai dominar o calendário e entregar um mês inteiro de despedida. Onde paramos? O caos em Hawkins e a expansão mortal de Vecna O retorno acontece depois de uma das conclusões mais sombrias da série. Hawkins está destruída — literalmente partida por rachaduras abertas pelos múltiplos portais que conectaram o nosso mundo ao Mundo Invertido. A influência de Vecna se espalha sem limites, transformando a cidade em um palco apocalíptico. Os personagens chegam ao novo ano completamente abalados: • ElevenDepois de perder seus poderes, ela encarou um doloroso processo de recuperação que a obrigou a revisitar traumas antigos. Agora, tenta reacender suas habilidades enquanto carrega o peso do destino de Hawkins. • HopperDado como morto, ressurgiu — surpreendendo amigos e fãs. Após sobreviver a um inferno na Rússia, finalmente conseguiu voltar para casa. • MaxGravemente ferida por Vecna, sobrevive ao ataque, mas termina a temporada em coma, enquanto o quarto e decisivo portal se abre diante de seus amigos impotentes. A quinta temporada: episódios gigantes, estilo de cinema e o maior orçamento da história da Netflix A Netflix transformou o último ano de Stranger Things em um evento cinematográfico. Serão oito episódios, todos longos, ambiciosos e com orçamento recorde: cada capítulo custou entre R$ 269 e R$ 323 milhões. A história agora avança para o outono de 1987, quase dois anos após o caos do quarto ano. Hawkins permanece em quarentena militar, isolada do mundo e tratada como zona de contenção do avanço do Mundo Invertido. Nesse cenário opressivo, o grupo original — Eleven, Hopper, Joyce, Will, Max e Mike — se reencontra para enfrentar a ameaça final: um Vecna ainda mais poderoso e decidido a destruir tudo. O objetivo é claro e definitivo: fechar todos os portais e aniquilar o Mundo Invertido de uma vez por todas. Volume 1: o reencontro, o cerco militar e o protagonismo de Will Os episódios lançados hoje fazem parte do Volume 1, que reúne os quatro primeiros capítulos. Agora, todos os personagens estão novamente juntos — um alívio para quem reclamou da separação geográfica da quarta temporada. Mas nem tudo é simples: a cidade continua sob ocupação militar, e o grupo precisa agir nas sombras para encontrar Vecna e impedir que ele consolide seu domínio sobre o nosso mundo. Uma das maiores novidades é o papel central de Will, interpretado por Noah Schnapp. Seus primeiros minutos na temporada já indicam que ele terá mais destaque — algo muito aguardado pelos fãs.Schnapp comentou sobre esse amadurecimento: “Quando comecei, eu era aquele garoto tímido e inocente. Ver como Will e eu evoluímos juntos foi incrível. Entrar na quinta temporada foi muito animador.” Três volumes, datas e horários — tudo que você precisa saber A temporada final terá três lançamentos: Volume 1 — 26 de novembro (4 episódios) 22h, horário de Brasília Volume 2 — 25 de dezembro (3 episódios) 22h Episódio Final — 31 de dezembro (episódio especial) 22hA despedida oficial de Hawkins e do Mundo Invertido. Para maratonar antes: os 4 episódios essenciais escolhidos pelos Irmãos Duffer Os criadores da série selecionaram quatro capítulos fundamentais para quem quer relembrar a mitologia antes do último ano: “Will, o Sábio” — 4ª episódio da 2ª temporada“O Espião” — 6º episódio da 2ª temporada“O Massacre no Laboratório de Hawkins” — 7º episódio da 4ª temporada“E o Plano de Onze” — 9º episódio da 4ª temporada Matt Duffer explicou:“A segunda temporada foi quando realmente começamos a construir a mitologia.”Ross completou:“O episódio ‘O Massacre no Laboratório de Hawkins’ começa a revelar as respostas sobre o Mundo Invertido.” O fim de uma era no streaming A temporada final de Stranger Things chega com tudo que a série sempre soube fazer: nostalgia, tensão, monstros, amizade e emoção. É o encerramento de uma história que marcou toda uma geração — e agora promete fechar suas portas de forma épica, sombria e definitivamente histórica. Prepare o coração: Hawkins nunca mais será a mesma.
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