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Gabrielle

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Final Explicado – O Assassino do Calendário (2025)

Quando a vítima e o vilão se confundem, até onde vai a justiça?
 

O suspense alemão O Assassino do Calendário, disponível no Prime Video, começa como um thriller psicológico sobre uma mulher sendo ameaçada por um serial killer… mas termina como uma reviravolta moral sobre vingança, trauma e justiça.
 

 

A verdade por trás da ligação

 

Durante quase todo o filme, acreditamos que Jules — o voluntário da linha de apoio emocional — está fazendo o possível para salvar Klara, que recebeu uma ameaça de morte do misterioso “Assassino do Calendário”.
 

Mas a grande virada vem quando descobrimos que Jules é o próprio assassino.
 

Após perder a esposa e a filha em um episódio de violência doméstica, sua esposa foi vítima de um lar violento na infância e carregando os traumas para a vida adulta, acabou tirando sua vida e a de sesus filhos. Jules mergulhou em um desejo doentio de vingança. Ele criou uma espécie de "julgamento paralelo", forçando mulheres a assassinarem seus parceiros abusivos — e se elas se recusam, ele mesmo executa a sentença. No fundo, acredita estar fazendo justiça… mas o resultado é o nascimento de um novo monstro.
 

 

O clímax: confronto e revelação

 

O ponto de tensão máxima acontece quando Jules prende Klara e seu marido Martin em sua própria casa. Ele está prestes a forçar mais uma escolha brutal: matar ou morrer.
 

Mas, antes que sua missão seja concluída, Jules é morto — pelo próprio pai, que descobre a identidade do filho e age para impedi-lo de continuar com a matança.
 

 

E o que acontece com Klara?

 

Klara sobrevive e vai além: com uma gravação escondida, consegue capturar Martin confessando seus abusos. A revelação pública arruína a reputação do marido — um influente secretário de estado — e finalmente o leva à condenação.
 

Mas o filme termina com um tom agridoce. A vitória de Klara é real, mas o roteiro nos lembra que nem todas as vítimas têm a chance de se libertar ou obter justiça. É um final reflexivo e doloroso — uma metáfora do silêncio que muitas mulheres ainda enfrentam.

 

 O Assassino do Calendário não é apenas um filme de serial killer. É uma crítica social travestida de suspense, e seu final deixa uma marca: até quando a sociedade vai virar o rosto para a violência doméstica?

Quer mais finais explicados e teorias? Confere a sessão completa aqui no blog!

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