Uma história que se passa no armazém da ACME, fabricante de tudo o que é usado pelos personagens dos Looney Tunes.
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A televisão americana ganhou seus grandes vencedores. O Emmy 2026, realizado nesta segunda-feira (14), consagrou algumas das produções mais comentadas da última temporada e confirmou vários favoritos — mas também deixou algumas surpresas pelo caminho. Na principal categoria da noite, The Pitt levou o prêmio de Melhor Série Dramática, enquanto O Segredo de Widow's Bay conquistou o Emmy de Melhor Série de Comédia. Já na categoria de Melhor Série Limitada ou Antologia, quem dominou foi DTF St. Louis. A 78ª edição do Emmy não foi marcada por uma grande quantidade de reviravoltas. Em boa parte das categorias mais importantes, a Academia acabou confirmando nomes que já chegavam à cerimônia como favoritos. The Pitt confirma seu favoritismo O grande destaque entre os dramas foi The Pitt. A série não apenas venceu como Melhor Série Dramática, como também apareceu com força em diversas categorias de atuação. O prêmio de melhor ator ficou com Noah Wyle, que levou a estatueta por seu trabalho na produção. A presença maciça de The Pitt entre os indicados mostra o reconhecimento da Academia ao drama médico, que conseguiu transformar o ambiente hospitalar em uma narrativa intensa e emocional, equilibrando casos médicos, relações pessoais e a pressão constante enfrentada pelos profissionais de saúde. No entanto, a série não levou todas as categorias nas quais aparecia como favorita. O prêmio de Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática, por exemplo, foi para Tom Pelphrey, por Task: Unidade Especial. Entre as atrizes coadjuvantes, a vencedora foi Allison Janney, por A Diplomata. Já Rhea Seehorn conquistou o prêmio de Melhor Atriz por Pluribus, superando nomes como Zendaya, Keri Russell e Carrie Coon. Widow's Bay é a grande surpresa da comédia Se The Pitt representa uma vitória relativamente esperada, O Segredo de Widow's Bay foi um dos grandes assuntos da noite. A produção levou o prêmio de Melhor Série de Comédia, deixando para trás concorrentes de peso como Hacks, O Urso, Only Murders in the Building e Falando a Real. A vitória ganha ainda mais importância porque Hacks chegava à cerimônia depois de uma temporada final bastante celebrada. A série protagonizada por Jean Smart não saiu de mãos vazias. Pelo contrário: Jean Smart conquistou novamente o Emmy de Melhor Atriz em Série de Comédia, consolidando ainda mais seu histórico na premiação. Foi sua quinta vitória na categoria, um feito histórico. Mas a ausência de Hacks no topo da principal categoria de comédia acabou sendo uma das decisões mais comentadas da noite. Stephen Root derrota Harrison Ford Outra surpresa veio na categoria de Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia. O favorito era Harrison Ford, indicado por Falando a Real. Porém, quem levou a estatueta foi Stephen Root, por O Segredo de Widow's Bay. Foi uma vitória importante para a série, que também levou outros prêmios nas categorias de atuação e direção. Na categoria feminina, Kate O'Flynn, também de Widow's Bay, venceu como Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia. Ou seja: a produção não apenas conquistou o prêmio principal, mas também mostrou força nas categorias individuais. DTF St. Louis domina entre as séries limitadas Na categoria de séries limitadas ou antologias, o grande nome da noite foi DTF St. Louis. A produção da HBO Max terminou a cerimônia com sete prêmios, tornando-se um dos maiores destaques da edição. A série superou a segunda temporada de Treta, que chegava novamente muito forte ao Emmy depois de uma primeira temporada que havia sido um dos grandes destaques da premiação de 2022. DTF St. Louis venceu não apenas como Melhor Série Limitada, mas também levou prêmios de atuação, direção e roteiro. Entre os vencedores estiveram David Harbour, como Melhor Ator Coadjuvante, e Linda Cardellini, como Melhor Atriz Coadjuvante. O prêmio de Melhor Direção e Melhor Roteiro da categoria também ficou com Steven Conrad, por DTF St. Louis. Os principais vencedores de atuação Além dos prêmios das séries, alguns nomes tiveram uma noite especialmente importante. DramaMelhor Ator: Noah Wyle — The PittMelhor Atriz: Rhea Seehorn — PluribusMelhor Ator Coadjuvante: Tom Pelphrey — Task: Unidade EspecialMelhor Atriz Coadjuvante: Allison Janney — A DiplomataMelhor Ator Convidado: Ernest Harden Jr. — The PittMelhor Atriz Convidada: Shailene Woodley — Paradise ComédiaMelhor Ator: Matthew Rhys — O Segredo de Widow's BayMelhor Atriz: Jean Smart — HacksMelhor Ator Coadjuvante: Stephen Root — O Segredo de Widow's BayMelhor Atriz Coadjuvante: Kate O'Flynn — O Segredo de Widow's BayMelhor Ator Convidado: Rob Reiner — O UrsoMelhor Atriz Convidada: Betty Gilpin — O Segredo de Widow's Bay Série limitada, antologia ou telefilmeMelhor Ator: Matthew Rhys — O Monstro em MimMelhor Atriz: Sally Field — Criaturas Extraordinariamente BrilhantesMelhor Ator Coadjuvante: David Harbour — DTF St. LouisMelhor Atriz Coadjuvante: Linda Cardellini — DTF St. Louis E nos bastidores? O Emmy também reconheceu trabalhos de direção e roteiro. Na categoria de Melhor Direção em Série Dramática, o vencedor foi Saul Metzstein, por Slow Horses, com o episódio "Scars". Em comédia, Hiro Murai venceu por "Welcome to Widow's Bay!", episódio de O Segredo de Widow's Bay. Já entre as séries limitadas, Steven Conrad levou o prêmio de direção por DTF St. Louis. No roteiro dramático, outro nome de peso foi Vince Gilligan, vencedor por Pluribus. Em comédia, Katie Dippold venceu pelo roteiro de O Segredo de Widow's Bay. No segmento de séries limitadas, Steven Conrad novamente saiu vencedor, dessa vez pelo roteiro de DTF St. Louis. O Emmy 2026 em resumo A 78ª edição do Emmy acabou desenhando um cenário bastante claro. The Pitt se consolidou como a grande força do drama, enquanto O Segredo de Widow's Bay apareceu como a surpresa mais significativa da comédia. DTF St. Louis, por sua vez, foi o grande fenômeno entre as séries limitadas, acumulando sete troféus. Mas talvez o resultado mais simbólico da noite tenha sido a vitória de Jean Smart. Mesmo com Hacks ficando de fora do prêmio de Melhor Série de Comédia em sua temporada final, Smart encerrou esse ciclo com mais uma estatueta — justamente em uma categoria na qual já construiu uma trajetória histórica. O Emmy, portanto, confirmou alguns favoritos, premiou novos nomes e deixou pelo menos algumas escolhas para o público discutir nos próximos dias. E, como acontece todos os anos, uma coisa já é certa: ganhar o Emmy não significa necessariamente ser unanimidade entre quem assiste às séries.
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Tim Curry morreu aos 80 anos, mas deixou personagens que continuam vivos na memória do cinema. O cinema e a televisão perderam um de seus atores mais singulares. Tim Curry morreu aos 80 anos, deixando para trás uma carreira de mais de cinco décadas marcada por personagens excêntricos, assustadores, irreverentes e absolutamente inesquecíveis. Para muitos fãs de terror, ele será lembrado para sempre como Pennywise, o palhaço que aterrorizou uma geração na minissérie It: Uma Obra-Prima do Medo, adaptação da obra de Stephen King. Mas reduzir Tim Curry a Pennywise seria ignorar uma trajetória artística extraordinária. O homem por trás do palhaço Nascido na Inglaterra, Curry começou sua carreira nos palcos e rapidamente demonstrou uma capacidade incomum de transformar personagens em figuras que dominavam completamente a cena. Seu primeiro grande fenômeno veio com Dr. Frank-N-Furter, personagem que interpretou originalmente nos palcos de The Rocky Horror Show e posteriormente no filme The Rocky Horror Picture Show. A produção se transformou em um dos maiores fenômenos cult da história do cinema, e Curry se tornou o rosto mais reconhecível daquela obra. Sua interpretação extravagante, provocadora e cheia de personalidade ajudou a transformar Frank-N-Furter em um dos personagens mais icônicos da cultura pop. Então veio Pennywise Tim Curry encontraria outro personagem que marcaria definitivamente sua carreira. Em It: Uma Obra-Prima do Medo, ele interpretou Pennywise, a criatura criada por Stephen King que assume a aparência de um palhaço para atrair crianças. E talvez esteja justamente aí uma das grandes forças de sua interpretação. Curry não precisava aparecer constantemente como uma criatura monstruosa. Pennywise inicialmente podia parecer divertido, quase acolhedor. O sorriso, a voz e os gestos criavam uma falsa sensação de segurança. Até que alguma coisa mudava. E era nesse momento que Tim Curry transformava o personagem. Seu Pennywise alternava humor, extravagância e ameaça em questão de segundos, criando uma presença que ficou gravada na memória de quem assistiu à minissérie. A interpretação continua sendo lembrada como uma das mais marcantes do terror. Mas Tim Curry foi muito mais do que terror Uma das características mais interessantes de sua carreira foi justamente a capacidade de transitar entre gêneros completamente diferentes. Ele esteve em filmes como Clue, Annie, A Lenda, Os Três Mosqueteiros e Esqueceram de Mim 2, no qual interpretou o concierge Hector. Também construiu uma carreira importante como dublador, emprestando sua voz a personagens de animações e produções como Os Thornberrys, Peter Pan e os Piratas e Star Wars: The Clone Wars. Nos palcos, também recebeu reconhecimento por seus trabalhos em produções como Amadeus, My Favorite Year e Monty Python's Spamalot. Sua trajetória passou pelo teatro, cinema, televisão, música e dublagem, mostrando uma versatilidade que poucos artistas conseguiram alcançar. Os últimos anos Tim Curry sofreu um AVC que deixou sequelas importantes e afetou sua mobilidade. Mesmo assim, ele não abandonou completamente a carreira. Continuou participando de trabalhos de voz, eventos e projetos relacionados à sua trajetória artística. Também lançou sua autobiografia, Vagabond, revisitando momentos importantes de sua vida e carreira. Seu último trabalho no cinema foi uma participação no filme de terror Stream. Uma carreira impossível de esquecer Existe algo curioso na trajetória de Tim Curry. Ele interpretou personagens tão diferentes que, muitas vezes, parece difícil acreditar que todos pertencem ao mesmo ator. O extravagante Frank-N-Furter. O assustador Pennywise. O concierge de Esqueceram de Mim 2. Wadsworth em Clue. Personagens de fantasia, vilões, figuras cômicas e inúmeras vozes. Curry tinha uma presença que fazia qualquer personagem parecer maior do que estava no papel. E talvez seja por isso que sua morte seja sentida de maneira tão particular por diferentes gerações. Para alguns, ele será sempre o Frank-N-Furter de The Rocky Horror Picture Show. Para outros, será impossível pensar em It sem lembrar daquele sorriso de Pennywise. E existe ainda uma geração que simplesmente cresceu encontrando Tim Curry em filmes, desenhos e produções que fizeram parte da infância. O legado de Tim Curry Tim Curry morreu, mas seus personagens não. Pennywise continuará esperando debaixo da tempestade. Frank-N-Furter continuará entrando em cena com sua irreverência. E Tim Curry continuará aparecendo naquela categoria rara de atores que conseguem transformar uma participação em uma lembrança permanente. No fim, talvez esse seja o maior legado de um artista. Não apenas ter feito filmes. Mas ter criado personagens que continuam vivendo na imaginação de quem os conheceu. Tim Curry tinha 80 anos. E, para milhões de fãs, sua voz, seu olhar e seus personagens continuarão eternamente em cena. Descanse em paz, Tim Curry.
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A lenda da música country que nos deixou, mas cuja voz continuará atravessando gerações Algumas artistas fazem sucesso. Outras se tornam parte da história. Dolly Parton pertence à segunda categoria. A cantora, compositora, atriz, empresária e filantropa morreu aos 80 anos em 25 de agosto de 2026, após uma breve batalha contra o câncer. Segundo sua equipe, ela morreu no Vanderbilt-Ingram Cancer Center, em Nashville, cercada por pessoas próximas. A notícia encerra uma das trajetórias mais impressionantes da música popular americana. Mas, quando falamos de Dolly Parton, falar apenas de números, prêmios e sucessos seria pouco. Porque Dolly construiu algo muito maior: uma identidade. E talvez nenhuma música represente tão bem essa capacidade de transformar sentimentos humanos em canção quanto “Jolene”. Antes de ser um clássico, “Jolene” nasceu de uma insegurança Lançada em 1973, “Jolene” parece, à primeira vista, apenas uma música sobre uma mulher tentando impedir que outra roube seu marido. Mas existe uma história muito mais interessante por trás dela. Dolly contou que o nome “Jolene” surgiu depois que ela conheceu uma menina de apenas oito anos durante um encontro com fãs. A criança disse seu nome, e Dolly imediatamente percebeu que aquela combinação de sons poderia virar uma música. O restante da inspiração veio de uma situação real. Na época, uma bancária ruiva demonstrava interesse por Carl Dean, marido de Dolly. A situação acabou despertando insegurança na cantora e se transformou em matéria-prima para uma das músicas mais conhecidas da história do country. E é justamente aí que “Jolene” se torna especial. Dolly poderia ter escrito uma música de confronto. Poderia ter transformado a rival em vilã. Mas fez o contrário. Ela colocou sua própria vulnerabilidade no centro da história. Em vez de dizer “você não vai conseguir”, Dolly praticamente admite:“Eu tenho medo de perder a pessoa que amo.” Essa fragilidade é uma das razões pelas quais a música continua funcionando décadas depois. Uma música que nunca envelheceu “Jolene” atravessou gerações de uma maneira que poucas músicas conseguem. Ela foi regravada inúmeras vezes e ganhou interpretações de artistas completamente diferentes entre si, incluindo The White Stripes, Miley Cyrus e Beyoncé. A versão de Beyoncé, lançada em 2024 no álbum Cowboy Carter, chamou atenção justamente por modificar a dinâmica da história original. Enquanto Dolly canta praticamente como alguém implorando para que outra mulher não destrua seu relacionamento, Beyoncé transforma a personagem em alguém muito mais confrontadora. É como se a mesma história tivesse envelhecido junto com a sociedade. A Dolly de 1973 pede. A Beyoncé de 2024 avisa. E essa possibilidade de reinterpretar a mesma música sem destruir sua essência mostra a força da composição. “Jolene” também entrou para a história das listas da Rolling Stone. A música apareceu em 217º lugar na edição original de 2004 das “500 Maiores Canções de Todos os Tempos” e subiu para a 63ª posição na revisão de 2021. Mas Dolly Parton foi muito além de “Jolene” Reduzir Dolly Parton a “Jolene” seria injusto. Sua carreira atravessou mais de cinco décadas e passou pela música, cinema, televisão, literatura, negócios e filantropia. Ela escreveu e gravou clássicos como “I Will Always Love You”, “9 to 5”, “Coat of Many Colors” e “Islands in the Stream”, além de construir uma carreira que conseguiu transitar entre o country e o público pop. “I Will Always Love You”, por exemplo, ganhou uma segunda vida gigantesca quando foi gravada por Whitney Houston e se transformou em um dos maiores sucessos da música popular. E havia ainda outra característica que tornou Dolly tão especial: sua capacidade de nunca abandonar suas raízes. Ela nasceu em uma família pobre no Tennessee, transformou suas experiências de infância em música e nunca escondeu de onde veio. “Coat of Many Colors” é um dos melhores exemplos disso. A canção transforma uma lembrança de pobreza e uma roupa feita pela mãe em uma história sobre orgulho, amor e dignidade. Dolly tinha essa habilidade rara de pegar algo extremamente pessoal e fazer milhões de pessoas se enxergarem naquela história. Uma artista que também fez diferença fora dos palcos O legado de Dolly não termina quando a música acaba. Ao longo da vida, ela também ficou conhecida por seu trabalho filantrópico, especialmente por meio da Dolly Parton's Imagination Library, iniciativa dedicada à distribuição de livros para crianças. Sua influência também alcançou áreas como educação, saúde e pesquisa médica. A artista apoiou projetos que beneficiaram comunidades inteiras e direcionou parte significativa de sua fortuna para causas que considerava importantes. Talvez por isso as homenagens que surgem após sua morte tenham um tom diferente. Não estamos falando apenas da perda de uma cantora. Estamos falando da despedida de alguém que conseguiu construir uma carreira gigantesca sem perder a capacidade de parecer próxima das pessoas. A despedida de uma lenda A morte de Dolly Parton acontece depois de um período em que sua saúde já vinha despertando preocupação. Ela havia enfrentado problemas de saúde nos últimos meses e chegou a cancelar compromissos profissionais. Sua equipe confirmou que a causa da morte esteve relacionada a uma breve batalha contra o câncer. A notícia provocou uma onda de homenagens. Artistas de diferentes gerações e estilos lembraram Dolly não apenas como uma estrela country, mas como uma referência humana e artística. Paul McCartney, Shania Twain, Eminem, Reese Witherspoon e muitos outros prestaram suas homenagens à cantora. E talvez seja exatamente essa a melhor maneira de entender o tamanho de Dolly Parton. Ela pertencia ao country, mas nunca ficou presa a um único gênero. Era uma estrela, mas também compositora. Era empresária, mas também filantropa. Era uma mulher conhecida por sua imagem extravagante, mas suas maiores canções frequentemente falavam de coisas extremamente simples: amor, medo, perda, pobreza, esperança e saudade. O legado permanece Dolly Parton morreu. Mas Dolly Parton não desaparece. Ela permanece toda vez que alguém coloca “Jolene” para tocar e reconhece naquela voz o medo de perder alguém. Permanece quando alguém canta “I Will Always Love You”. Permanece nas histórias de infância transformadas em música. Permanece nos livros entregues a crianças. Permanece nas inúmeras artistas que encontraram nela uma inspiração. E permanece porque algumas músicas deixam de pertencer aos seus autores no momento em que o mundo as transforma em memória coletiva. “Jolene” é uma dessas músicas. Dolly Parton também. No fim, talvez seja esse o verdadeiro significado de legado: quando a pessoa se vai, mas aquilo que ela criou continua encontrando novas pessoas. E Dolly deixou muito para o mundo encontrar.
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