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MICHAEL: O FILME FOI MASSACRADO… MAS OS CRÍTICOS ENTENDERAM ERRADO?
Filme biográfico sobre o rei do pop, Michael Jackson.
História
A história do “Rei do Pop” Michael Jackson. Desde sua infância como estrela do Jackson 5, passando por momentos de abuso por parte de seu pai Joe Jackson. Ao seu sucesso Thriller até o fim dos anos 80.
Pode Ver Sem Medo
O novo filme MICHAEL, cinebiografia de Michael Jackson, chegou aos cinemas cercado de expectativa — e rapidamente mergulhou em polêmica.
O motivo?
Apenas 38% no Rotten Tomatoes.
Sim… um número que, à primeira vista, parece decretar: fracasso.
Mas será que é isso mesmo?
Ou será que estamos diante de mais um caso clássico em que a crítica simplesmente não entendeu a proposta do filme?
Antes do mito, o começo
Tudo começou em Gary, Indiana, nos Estados Unidos, nos anos 60.
Sob o comando rígido de Joe Jackson, um grupo de irmãos começou a ensaiar exaustivamente, dia após dia.
O que era apenas uma tentativa de sair da pobreza virou algo muito maior.
Nascia ali o embrião do lendário The Jackson 5.
E no centro disso tudo…
Um garoto de apenas 5 anos.
Pouco tempo depois, com 8, ele já era o vocalista principal — e não demorou para ficar claro que aquilo não era apenas talento.
Era algo raro.
Quando o mundo percebeu
A história é conhecida, mas nunca perde o impacto.
O grupo chamou atenção, chegou à Motown e foi contratado por Berry Gordy.
E então veio a explosão:
- “I Want You Back”
- “ABC”
- “The Love You Save”
- “I’ll Be There”
Quatro músicas.
Quatro números 1.
Um fenômeno global.
Ali, nascia não só uma carreira… mas um legado.
O filme não quer te contar tudo — e esse é o ponto
Uma das principais críticas ao filme é clara:
“Faltou profundidade.”
“Ignorou polêmicas.”
“É superficial.”
Mas aqui vai a pergunta que ninguém parece estar fazendo:
E se essa nunca foi a proposta?
MICHAEL não é um documentário investigativo.
Não é um julgamento.
Não é uma autópsia da vida do artista.
É um espetáculo.
Uma homenagem.
Um retrato emocional de como nasce um ídolo.
Jaafar Jackson: mais do que atuação
Um dos pontos mais impressionantes do filme é a performance de Jaafar Jackson.
Não se trata apenas de interpretar.
Em muitos momentos, parece que estamos vendo o próprio Michael novamente.
Os movimentos.
A presença.
A energia.
É desconcertante.
E, sozinho, já justifica boa parte da experiência.
Crítica vs público: o velho conflito
O que chama atenção não é só a nota baixa.
É o tipo de crítica.
Existe uma expectativa quase automática hoje em dia:
✔ aprofundar
✔ expor
✔ problematizar
✔ desconstruir
E quando um filme escolhe outro caminho…
Ele é penalizado.
Não é sobre escândalos. É sobre legado.
Assim como produções recentes sobre Bob Marley, MICHAEL não quer focar nas controvérsias.
Ele quer resgatar:
- a música
- a emoção
- a memória
Aquela sensação de uma época em que um clipe parava o mundo.
Em que um passo de dança virava história.
O que o filme realmente diz
Por trás do espetáculo, existe uma mensagem clara:
talento tem preço
sucesso cobra
fama isola
crescer dói
E talvez o mais importante:
algumas pessoas nascem para brilhar — independentemente de tudo
Então por que tanta gente implicou?
Porque talvez seja mais fácil criticar do que simplesmente…
aproveitar.
Simples assim.
Nem todo filme precisa ser um dossiê.
Nem toda cinebiografia precisa expor cada detalhe sombrio.
Às vezes…
ela só precisa fazer você sentir.
Vale a pena assistir MICHAEL?
Se você está esperando:
investigação profunda
polêmicas destrinchadas
julgamento moral
Talvez você se frustre.
Agora…
Se você quer:
música
nostalgia
performance
emoção
Então a resposta é simples:
vale sim.
Conclusão: o problema não é o filme
Talvez a grande questão seja outra:
Estamos assistindo filmes com o olhar errado?
Enquanto muitos procuram falhas…
outros estão tendo algo raro:
a chance de reviver um ídolo
E no fim das contas…
Você pode até criticar o filme.
Mas não pode apagar o que Michael Jackson foi.
Curiosidades
Michael Jackson é interpretado por seu sobrinho na vida real, Jaafar Jackson. Esta é a estreia cinematográfica de Jaafar.
Para a recriação de Michael Jackson: Thriller (1983), o elenco e a equipe filmaram na Union Pacific Ave, Califórnia, 90023, a mesma rua em que Michael apresentou seu icônico Thriller Dance em 1983.
Michael Jackson era conhecido por fazer grandes compras na loja Toys 'R' Us. Enquanto as lojas declararam falência em setembro de 2017 e fecharam em junho de 2018, uma loja “Toys R Us” foi reconstruída para o filme.
A foto promocional de Jaafar Jackson do curta-metragem “Beat It”, bem como o pôster do filme, mostra ele vestindo uma camiseta branca com estampa de piano e a jaqueta vermelha do Beat It. No curta-metragem real, Michael Jackson usa uma camiseta azul com a palavra “Amour” sob a jaqueta vermelha e a calça preta. A camiseta branca do piano aparece apenas no início do videoclipe de 1983, durante a cena do quarto, quando Michael está deitado na cama antes de sair de casa e a usa com calças vermelhas.
Onde assistir?
O filme está nos cinemas.
Avaliações
-
7,6
38%
8,5
Tags:
#filmes #movies #cinebiografia #michaeljacksonVisualizações:
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