Animações
Stevie e seu irmão Elliot embarcam em uma jornada pelo mundo absurdo dos próprios sonhos para fazer um pedido a Sandman: a família perfeita.
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Notícias
O cinema político vai ganhar mais um capítulo controverso. O ator norte-americano Jim Caviezel, famoso mundialmente por interpretar Jesus Cristo em A Paixão de Cristo (2004), foi escalado para viver Jair Bolsonaro no filme Dark Horse, produção que pretende narrar a trajetória do ex-presidente durante a campanha eleitoral de 2018. Nos últimos anos, Caviezel se aproximou de projetos alinhados a pautas conservadoras, como o recente Som da Liberdade (2023), e também ganhou notoriedade por defender teorias conspiratórias, como o mito do adrenocromo, alegações de “cabala satânica global” e críticas infundadas às vacinas contra a Covid-19, classificando-as como “terapia genética”.Apesar das polêmicas, sua escalação reforça o viés do filme. Um herói nacional? Dark Horse deve retratar Bolsonaro — condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado — como um “salvador da pátria”. A narrativa pretende revisitar momentos marcantes, como a facada em Juiz de Fora (MG), seu passado militar e ações atribuídas ao combate ao tráfico de drogas. A produção também incluirá versões ficcionalizadas de supostas outras tentativas de assassinato.O personagem inspirado em Adélio Bispo terá nome alterado. Filme terá gravações no Brasil, EUA e México Segundo informações do O Estado de S. Paulo, as filmagens já começaram no Brasil e seguirão para os Estados Unidos e México. A previsão de estreia é 2026, e o longa será rodado em inglês. Diretor também é adepto de teorias conspiratórias A direção fica por conta de Cyrus Nowrasteh, cineasta conhecido por produções religiosas e que já declarou acreditar em teorias sobre uma “cabala satânica” controlando a política global — discurso semelhante ao que Caviezel costuma repetir. O diretor também rejeita a ciência por trás das vacinas da Covid-19. Mario Frias assina o roteiro O roteiro do filme está nas mãos do deputado federal Mario Frias (PL-SP), que promete mostrar Bolsonaro como um líder resiliente, alguém que “superou a facada e venceu as eleições”. Elenco internacional para a família Bolsonaro A produção já confirmou parte do elenco:Lynn Collins,Esai Morales,Felipe Folgosi,Biaka Fernandes. Os filhos do ex-presidente também terão versões cinematográficas:Marcus Ornellas viverá Flávio Bolsonaro;Sérgio Barreto, Carlos Bolsonaro;Eddie Finlay, Eduardo Bolsonaro. As atrizes para Michelle e Laura Bolsonaro ainda não foram anunciadas.
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Filmes
Agora que seus dias como assassino ficaram para trás, tudo o que Dan quer para o Natal é passar um tempo de qualidade com seus filhos. Mas quando descobre que sua filha tem seus próprios planos, ele reserva uma viagem em família para Londres, colocando todos na mira de um inimigo inesperado.
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Notícias
A franquia O Exorcista está prestes a ganhar um novo fôlego — e, desta vez, com um nome de peso na linha de frente: Scarlett Johansson. A atriz foi confirmada como protagonista do próximo projeto de Mike Flanagan, um dos diretores mais respeitados do terror contemporâneo. O filme será produzido pela Universal e pela Blumhouse, que buscam revitalizar a saga após o desempenho morno de O Exorcista: Believer em 2023. Um novo caminho para a franquia — sem remakes, sem continuações Diferente das tentativas anteriores, este novo longa não será um remake nem dará continuidade direta às sequências já existentes. A proposta é criar uma história totalmente independente, mas inserida no universo expandido de O Exorcista. Isso abre espaço para novas interpretações, personagens inéditos e uma abordagem que não fica presa às amarras do passado. E é aqui que a escolha de Mike Flanagan faz diferença. O cineasta, responsável por títulos como Doutor Sono, Jogo Perigoso, A Maldição da Residência Hill e Missa da Meia-Noite, também assina o roteiro, além de dirigir e produzir o projeto por meio de sua empresa, a Red Room Pictures. Flanagan e O Exorcista: uma relação pessoal Ao confirmar sua participação em 2024, Flanagan falou abertamente sobre sua admiração pela obra de William Friedkin. “O Exorcista é um dos motivos pelos quais me tornei cineasta”, afirmou.Ele descreveu a oportunidade como um sonho realizado e prometeu entregar algo “novo, ousado e aterrorizante”, honrando a mitologia sem repetir o que já foi feito. O entusiasmo do estúdio acompanha o tom. David Robinson, da Morgan Creek Entertainment — empresa que também participa da produção — disse acreditar que a visão do diretor irá “impressionar o público mundial”. Jason Blum e Ryan Turek completam o time como produtor e produtor executivo. Relembrando o clássico de 1973 O título original, lançado em 1973 e inspirado no romance de William Peter Blatty, se tornou um ícone cultural ao retratar a possessão demoníaca da jovem Regan e a batalha espiritual travada pelos padres Merrin e Karras. O impacto foi tão grande que o filme recebeu 10 indicações ao Oscar e moldou para sempre o gênero do terror sobrenatural. Desde então, a franquia ganhou sequências, prequelas e revisitações — algumas bem recebidas, outras nem tanto — mas nenhuma alcançou o mesmo impacto do original. Scarlett Johansson e o peso da bilheteria A escolha de Scarlett Johansson acrescenta uma camada extra de atenção ao projeto. A atriz brilhou recentemente em Jurassic World: Rebirth, que ultrapassou a marca dos US$ 868 milhões globalmente, reforçando seu apelo comercial e sua versatilidade em diferentes gêneros. Sua entrada em um filme do universo de O Exorcista coloca o projeto em um patamar ainda mais alto de expectativa. E a trama? Por enquanto, tudo permanece sob sigilo absoluto. Nenhum detalhe sobre a história, personagens ou abordagem foi revelado. O que se sabe é que o filme pretende equilibrar respeitosa reverência ao legado com a assinatura inconfundível de Flanagan — uma mistura que, se funcionar, pode finalmente entregar a revitalização que a franquia busca há anos. O que vem pela frente Com Johansson estrelando e Flanagan no comando, esse novo capítulo de O Exorcista já desponta como um dos projetos mais aguardados do gênero. Mais informações devem surgir nos próximos meses, conforme a produção avança — e, claro, estaremos acompanhando tudo de perto.
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Famosos
O mundo da música perde hoje um de seus maiores ícones: Jimmy Cliff, lenda do reggae e figura fundamental para a popularização do gênero ao redor do planeta, faleceu aos 81 anos.A notícia foi confirmada por sua esposa, Latifa, por meio de uma publicação emocionada nas redes sociais. Segundo ela, o artista morreu após “uma convulsão seguida de pneumonia”. Em sua mensagem, Latifa expressou não só a dor da perda, mas também gratidão: “Sou grata à sua família, amigos, colegas artistas e companheiros de trabalho que compartilharam essa jornada com ele. A todos os seus fãs ao redor do mundo, saibam que o apoio de vocês foi sua força durante toda a carreira.” Um pioneiro que mudou a história da música Jimmy Cliff não foi apenas um cantor: ele foi um movimento, um símbolo cultural, um dos maiores responsáveis por levar o reggae para além das fronteiras jamaicanas. Ao longo de seis décadas de carreira, Cliff colecionou conquistas:Dois Grammys,A mais alta honraria de seu país, a Ordem de Mérito,E um marco histórico: ser um dos dois únicos cantores jamaicanos presentes no Rock and Roll Hall of Fame, ao lado de Bob Marley. Canções como “Many Rivers to Cross”, “The Harder They Come” e “You Can Get It If You Really Want” moldaram gerações e influenciaram artistas do mundo inteiro. Seu talento atravessou décadas sem jamais perder relevância. Um legado que jamais se apagará A partida de Jimmy Cliff deixa um vazio, mas também uma herança musical e cultural imensurável. Ele era mais que um artista: era um símbolo de resistência, espiritualidade e identidade jamaicana. Sua voz, suas letras e sua energia continuam vivas — nas gravações, nas lembranças e no impacto que seu trabalho causou em milhões de pessoas. Descanse em paz, Jimmy Cliff.O legado é eterno. ✊
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Documentários
Esta série documental explora o caso de Fernando Báez Sosa, cujo espancamento fatal por um grupo de jovens foi filmado, chocando a Argentina.
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Filmes
A busca desesperada de uma mulher por sua irmã há muito tempo perdida torna-se uma obsessão ao perceber que o demônio imaginário de sua infância pode ter sido real.
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Final Explicado
O final de A Mulher no Jardim é exatamente aquilo que o filme constrói desde os primeiros minutos: ambíguo, desconfortável e emocionalmente desestabilizador. Depois de acompanhar Ramona sendo consumida pela depressão materializada na figura da mulher de véu preto, o desfecho abandona explicações fáceis e mergulha em interpretações possíveis — algumas esperançosas, outras profundamente sombrias. Aqui está o que realmente acontece, o que pode ter acontecido e o que o filme quer que o espectador carregue quando os créditos sobem. O que acontece na superfície: Ramona sai viva do celeiro O filme cria uma tensão enorme quando Ramona manda os filhos embora, entra no celeiro com o rifle e se senta ali, sozinha, nos segundos mais pesados do longa. A câmera corta para o exterior, preparando-nos para um possível tiro…Mas nada acontece. Em vez disso, Taylor e Annie voltam, e Ramona emerge do celeiro:calma,centrada,e aparentemente decidida a viver. A mulher misteriosa desapareceu.As crianças perguntam se ela voltará.Ramona responde que, se isso acontecer, ela estará pronta. À primeira vista, parece um final de superação: Ramona encarou a personificação de sua depressão e escolheu viver — ou, pelo menos, lutar. Mas o cenário muda. E é aqui que o filme começa a provocar dúvidas. Ao voltar para casa, algumas coisas estão… diferentes demais: 1. A propriedade agora tem uma placa com o nome da família.Isso havia sido discutido entre ela e David antes da morte dele — um sonho interrompido que agora parece, de repente, realizado. 2. A casa está completamente reformada.No início do filme, isso era motivo de briga e frustração.A reforma parecia impossível para Ramona em meio ao luto… mas agora tudo está perfeito, impecável, como se o tempo tivesse passado — ou como se ela estivesse em outro lugar. 3. A pintura final contém a mulher e um “R” invertido.Essa assinatura não é casual.É o mesmo “R” que Annie, a filha, escrevia ao contrário — e que Ramona reprimia emocionalmente. A imagem da pintura também sugere algo novo: não é mais uma figura ameaçadora dominando o quadro, como no início do filme.Agora, Ramona aparece ao lado da mulher, como se tivesse alcançado algum tipo de reconciliação com sua dor. Interpretando o final: Ramona morreu ou sobreviveu? O filme entrega dois caminhos — e nenhum deles é confirmado.Vamos aos cenários possíveis: Teoria 1 – Ramona se matou e entrou no “mundo espelhado” Essa teoria faz MUITO sentido quando juntamos os sinais:A casa perfeita → seria uma versão “ideal” da vida após a morte.A placa com o nome → um desejo realizado tarde demais.A assinatura invertida → algo fora da realidade.A atmosfera calma demais → quase um purgatório.A presença da mulher cessou → porque sua “função” terminou. O filme já havia mostrado esse “mundo espelhado” antes, onde Ramona revive memórias distorcidas com David.Se ela realmente consumou o suicídio, essa última sequência seria sua transição — uma despedida suave antes de abandonar a vida. Mas… tem um problema.No mundo espelhado anterior, David estava vivo.Se essa nova realidade é um pós-vida idealizado… por que ele continua morto? A ausência dele abre uma brecha nessa interpretação. Teoria 2 – Ramona viveu, melhorou e avançou no tempo (Eu fico com essa teoria) A segunda leitura é mais otimista, mas também coerente:A casa reformada seria resultado de um salto temporal real.A placa instalada marca um novo começo da família.A pintura mostra Ramona “convivendo” com sua depressão, não negando — um gesto de cura.O “R” invertido pode ser uma homenagem à filha, não um sinal de irrealidade. O filme usa truques visuais para embaralhar passado e presente o tempo inteiro.Saltar meses ou anos sem avisar ao espectador não seria estranho — apenas parte da linguagem. Essa leitura mostra Ramona determinada a tratar sua doença e seguir vivendo ao lado dos filhos. Mas então… qual é o final “verdadeiro”? A resposta do filme é simples: não existe um final confirmado. A ambiguidade é proposital — e importante. Encerrar a história com:Ramona morrendo → seria cruel e desnecessário.Ramona curada e feliz → seria irrealista e superficial. O diretor Jaume Collet-Serra evita os dois extremos.Ele quer que o espectador viva a mesma dúvida que Ramona vive todos os dias:Será que amanhã será um dia bom… ou será “o dia”? A incerteza é parte do terror.E é parte da doença. O que o filme realmente quer dizer com esse final? A Mulher no Jardim recusa o clichê de “o monstro é o luto” e entrega algo muito mais complexo:A mulher no quintal não era um demônio.Era a depressão, nua, crua, sem metáforas simplistas.Era a parte de Ramona que queria desistir.E a parte que precisava ser encarada cara a cara. O final mostra que não existe cura instantânea.Existe enfrentamento.Existe recaída.Existe dúvida. E, principalmente, existe escolha. Mesmo que por um fio. Conclusão O final de A Mulher no Jardim é propositalmente ambíguo porque:a mente de Ramona era ambígua,sua realidade era fragmentada,e sua relação com a vida estava no limite. O filme prefere deixar o público convivendo com a tensão entre alívio e tristeza — exatamente como Ramona convive todos os dias. Não há monstro.Não há revelação bombástica.Há apenas a luta silenciosa de uma mulher tentando, com todas as forças, não se perder de si mesma. E isso, no fim das contas, é muito mais assustador do que qualquer entidade sobrenatural.
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Filmes
Uma mulher misteriosa aparece repetidamente no jardim de uma família, muitas vezes entregando avisos assustadores e mensagens perturbadoras, fazendo-os questionar sua identidade, motivos e o perigo potencial que ela pode representar.
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Séries
Duas mulheres planejam assassinar o marido de uma delas para escapar da violência doméstica. Só que uma visita inesperada pode atrapalhar esses planos.
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Séries
A autora Aggie Wiggs, de luto pela perda de seu filho, encontra um novo objetivo ao desvendar o mistério por trás da esposa desaparecida do vizinho Nile Jarvis e de seus negócios obscuros.
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Filmes
Brian acaba de ser demitido do emprego. Ele se torna um pai que fica em casa. Ele aceita um convite para jogar de outro pai, que acaba sendo uma bala perdida.
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