Um retrato íntimo da ciclista Moriah Wilson, criada por uma família corajosa e amorosa, cujo impulso singular a impulsionou ao brilho atlético antes de sua vida ser tragicamente interrompida por um assassinato.
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Mais de duas décadas depois de um dos crimes mais brutais do país, Suzane von Richthofen volta ao centro das atenções com um documentário inédito que promete revisitar — sob sua própria versão — o assassinato dos pais. A produção, ainda sem data oficial de lançamento, teve exibições restritas na Netflix e já provoca um debate inevitável: até que ponto é válido dar voz a quem cometeu um crime tão chocante? A versão dela — e quase sem contraponto No documentário provisoriamente intitulado “Suzane vai falar”, a narrativa é conduzida quase inteiramente pela própria Suzane. Ela descreve sua infância como um ambiente frio, sem afeto, marcado por cobrança, silêncio emocional e conflitos familiares. Segundo seu relato, esse cenário teria contribuído para o distanciamento dentro de casa e, indiretamente, para o desfecho trágico. Ao longo do depoimento, Suzane:reconhece a culpa pelo crimeadmite que aceitou a execuçãomas tenta se afastar do planejamento direto E, ao mesmo tempo, constrói uma narrativa onde:o ambiente familiar aparece como fator centrala relação com Daniel Cravinhos ganha peso determinantesua própria responsabilidade parece, em alguns momentos, diluída O problema? quase não há confronto real com essas versões. O detalhe mais perturbador: o riso Se já não fosse controverso o suficiente dar voz a Suzane, um detalhe específico do documentário elevou ainda mais o desconforto. Segundo Ulisses Campbell, autor da série Tremembé, há momentos em que ela chega a rir ao relembrar episódios que antecederam o assassinato dos próprios pais. E não é qualquer lembrança. O riso surge justamente quando ela comenta o período em que os pais viajaram para a Europa — um mês que ela descreve como de “liberdade total”. Nesse intervalo:Daniel Cravinhos passou a viver com elaa rotina foi descrita como “sexo, drogas e rock ’n’ roll”e, segundo o próprio relato, foi quando a ideia do crime começou a se formar Esse contraste é o que mais incomoda. Porque não é só o que é dito —é o tom com que é lembrado. Quando a narrativa escapa Ao longo do documentário, Suzane afirma que:“seria muito bom se eles não existissem” era uma ideia recorrenteo crime foi sendo construído aos poucosela reconhece a culpa, mas tenta se distanciar de decisões-chave Mas momentos como esse revelam algo além do discurso. É possível controlar a história… mas não controlar completamente as emoções que escapam dela. E, nesse caso, o riso diz mais do que qualquer explicação. True crime ou espetáculo? O gênero true crime sempre viveu nessa linha tênue entre informação e entretenimento. Mas aqui, o dilema é mais intenso: Quando o próprio condenado assume o controle da narrativa, existe o risco de: humanizar… sem questionarexplicar… sem responsabilizare, no limite, transformar o criminoso em protagonista E isso conecta diretamente com o incômodo que esse documentário provoca. A tentativa de reconstrução Outro ponto que chama atenção é a construção de uma nova imagem. Suzane aparece:ao lado do maridoem momentos familiarescom o filhofalando sobre fé e redenção Ela afirma que a “antiga Suzane morreu” e que hoje é outra pessoa. Mas o paradoxo é inevitável: ao mesmo tempo em que tenta se desvincular do passado… ela protagoniza um documentário inteiro sobre ele O dilema do espectador Esse talvez seja o ponto mais honesto de tudo. Porque a verdade é simples:existe curiosidadeexiste fascínioe existe desconforto Assistir pode ser: interesse legítimo por um caso real ou participação indireta na transformação de um crime em espetáculo Conclusão: quem controla a história? Esse documentário não é só sobre o caso Richthofen. É sobre narrativa. Sobre quem fala.Sobre quem escuta.E sobre o que fica de fora. Quando a história é contada por quem participou diretamente do crime, a pergunta deixa de ser apenas “o que aconteceu?” e passa a ser: o que está sendo moldado — e o que está sendo omitido? E talvez o mais desconfortável de tudo seja isso: não é só sobre revisitar o passado é sobre como ele ainda é contado… e até onde isso deveria ir
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O Prime Video divulgou o primeiro teaser oficial de Spider-Noir, além da data de estreia e novas imagens da produção. A série live-action chega ao catálogo em 27 de maio e marca um momento importante na carreira de Nicolas Cage: é a primeira vez que o ator assume o protagonismo de uma série televisiva. Baseada nos quadrinhos Spider-Man Noir, a trama acompanha Ben Reilly, um investigador particular envelhecido, desacreditado e mergulhado na atmosfera densa da Nova York dos anos 1930. Quando um caso extraordinário surge, ele é forçado a confrontar o passado e retomar a identidade do único super-herói que a cidade já conheceu. Um herói à moda antiga — em dois formatos As primeiras imagens já deixam claro o tom da produção: estética sombria, fotografia contrastada e ambientação fiel à década de 1930. Um dos diferenciais da série será a disponibilização em duas versões:Preto e branco, reforçando o clima clássico noir;Colorida, para quem prefere uma experiência mais contemporânea. Essa escolha reforça a proposta estilizada da obra, que aposta em um visual autoral para expandir o universo do Homem-Aranha sob uma perspectiva mais adulta e investigativa. Elenco e bastidores Além de Nicolas Cage como Ben Reilly, o elenco conta com:Lamorne Morris como Robbie RobertsonLi Jun Li como Cat HardyKaren Rodriguez como JanetBrendan GleesonJack HustonAbraham Popoola A direção dos dois primeiros episódios fica por conta de Harry Bradbeer, conhecido por trabalhos premiados na televisão. A série tem ainda Oren Uziel e Steve Lightfoot como co-showrunners, com produção executiva de Phil Lord, Christopher Miller e Amy Pascal. Um Homem-Aranha mais adulto e sombrio Com ambientação urbana, investigação policial e uma atmosfera que mistura crime, corrupção e redenção, Spider-Noir promete ampliar o universo do Homem-Aranha em uma vertente mais madura, estilizada e cinematográfica. A proposta parece dialogar com o fascínio contemporâneo por narrativas de anti-heróis e thrillers sombrios — mas sem abandonar o DNA clássico do personagem. E aí, ansiosos para ver Nicolas Cage mergulhando no lado mais obscuro do Aranha?
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Michael não é apenas mais um filme biográfico. A produção se propõe a ser um retrato cinematográfico ambicioso da vida e do legado de Michael Jackson, um dos artistas mais influentes da história da música e da cultura pop mundial. O longa acompanha a trajetória de Michael muito além dos palcos, começando ainda na infância, quando seu talento extraordinário surge como líder dos Jackson Five, e avançando até sua consolidação como um artista visionário, movido por uma ambição criativa quase obsessiva: tornar-se o maior entertainer do mundo. Uma história além da música O filme promete mergulhar não só nos grandes momentos musicais, mas também na vida pessoal de Michael Jackson — suas conquistas, conflitos, fragilidades e a pressão constante da fama. Ao revisitar performances icônicas do início de sua carreira solo, Michael oferece ao público uma experiência de “primeira fila”, revelando o homem por trás do mito. Mais do que revisitar hits, o longa quer mostrar onde tudo começou — emocionalmente, artisticamente e humanamente. O trailer de Michael já deixa claro o tom do filme: grandioso, emocional e respeitoso. Entre recriações de performances lendárias, bastidores íntimos e a pressão esmagadora da fama desde a infância, o material indica que não se trata apenas de celebrar o ícone — mas de entender o ser humano por trás da luva branca. Assista ao trailer oficial e prepare-se para revisitar uma história que moldou a música, o entretenimento e a cultura pop como conhecemos. A cinebiografia estreia em 23 de abril de 2026 nos cinemas do Brasil!
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