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Gabrielle

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TENZING (2026): Uma história real de tirar o fôlego — literalmente!

A história de um dos alpinistas mais importantes da história que, com Edmund Hillary, se tornou a primeira pessoa a alcançar a cumeeira do Everest.

Personagens

O elenco é um dos pontos fortes da produção.

 

Genden Phuntsok, como Tenzing Norgay, entrega uma atuação muito interessante. Ele consegue transmitir a determinação, a humildade e a dimensão emocional de um homem que carrega um sonho desde a infância.

 

Tom Hiddleston, interpretando Edmund Hillary, também funciona muito bem. A relação entre os dois é um dos aspectos mais interessantes da história, especialmente porque o filme não transforma a conquista em uma disputa de egos.

 

Willem Dafoe, como o coronel John Hunt, acrescenta presença à narrativa, interpretando o responsável pela organização da expedição.

 

Thinley Lhamo, como Dawa Norgay, representa a dimensão familiar e afetiva da trajetória do protagonista.

 

É um elenco muito competente, que consegue sustentar uma história que não depende apenas de grandes cenas de ação para emocionar.

Personagens

História

Em 1953, Tenzing Norgays esteve no centro da bem-sucedida expedição britânica ao Everest como líder dos sherpas, cujo trabalho árduo trouxe a vitória, e como um dos dois principais alpinistas a chegar ao topo. Mas por trás do sorriso radiante de Tenzing está uma história não contada de coragem, tragédia e ambição, de um homem que superou dificuldades incríveis apenas para chegar ao fundo da montanha. Nascido em um vale sagrado do Tibete à sombra do Everest, a longa jornada de Tenzing o levou da vida de pastor de iaques analfabeto para se tornar amigo de Nehru, festejado por monarcas e presidentes de todo o mundo.

História

Pode Ver Sem Medo

Existem filmes que contam histórias interessantes e existem aqueles que fazem a gente pensar: como é que alguém teve coragem de fazer uma coisa dessas? Tenzing, produção da Apple TV, consegue reunir as duas coisas em uma história real de superação, determinação e uma conquista que parecia impossível.

 

E vocês sabem que eu adoro uma história real transformada em um roteiro bacana. Quando o cinema pega um acontecimento extraordinário, encontra uma boa maneira de contá-lo e ainda consegue emocionar, já ganhou alguns pontos comigo.

 

E a Apple tem um histórico que merece ser comentado. Ela pode até demorar para lançar seus filmes, mas, quando resolve colocar uma produção na rua, geralmente entrega alguma coisa interessante. Não é uma fábrica de lançamentos semanais, mas costuma caprichar na qualidade. E Tenzing é mais um bom exemplo disso.

 

 

A história: um sonho maior que a própria montanha

 

O filme acompanha a trajetória de Tenzing Norgay, o montanhista nepalês que, ao lado do explorador neozelandês Edmund Hillary, entrou para a história como um dos primeiros homens a alcançar o cume do Monte Everest, em 29 de maio de 1953.

 

Mas a história começa muito antes daquele momento.

 

Desde criança, Tenzing alimentava o sonho de chegar ao topo daquela montanha gigantesca. Um desejo que parecia distante, quase impossível, mas que foi acompanhado por uma determinação impressionante.

 

Ao longo dos anos, ele se tornou um experiente montanhista e passou a integrar expedições estrangeiras que tentavam conquistar o Everest. Só que havia um problema: apesar de toda a sua experiência e capacidade, Tenzing precisava enfrentar o preconceito e a desigualdade dentro de um ambiente em que os homens locais eram frequentemente tratados como simples trabalhadores de apoio.

 

Ele não queria apenas participar de mais uma expedição. Queria ter a oportunidade de chegar ao topo e ser reconhecido como parte daquela conquista.

 

É quando surge a expedição britânica liderada por John Hunt, na qual Tenzing acaba formando uma importante parceria com Edmund Hillary.

 

E é justamente essa jornada que o filme nos apresenta: a luta de um homem que passou boa parte da vida perseguindo um sonho e que finalmente encontra a oportunidade de realizá-lo.

 

 

O que mais me impressionou no filme?

 

Primeiro, vamos falar daquele cenário!

 

A montanha é simplesmente maravilhosa. Aquela imensidão branca, os paredões de gelo, as paisagens gigantescas e a sensação de pequenez diante da natureza são impressionantes.

 

Visualmente, o filme é lindo. A fotografia consegue transmitir tanto a grandiosidade do Everest quanto o perigo constante que existe em cada passo daquela escalada.

 

Mas, sinceramente, o que mais me impressiona é o ser humano olhar para uma montanha daquelas e pensar: vou subir!

 

Gente, aquilo parece impossível! É uma quantidade absurda de gelo, altura, frio, falta de oxigênio e riscos conhecidos. E eles simplesmente continuam subindo.

 

Eu fiquei aflita em vários momentos. Você acompanha aqueles homens escalando, enfrentando o terreno, tentando respirar e avançando por lugares em que um passo errado pode significar o fim da jornada.

 

E olha, vou confessar uma coisa: se para subir a ladeira aqui do lado da minha rua eu já chego naquele estado, imagina encarar o Everest!

 

Não, obrigada! Minha contribuição para o montanhismo será assistir confortavelmente do sofá, de preferência com um cobertor e alguma coisa para beliscar.

 

Mas é justamente essa sensação de perigo que torna a experiência tão interessante. Você entende a dimensão do desafio e começa a perceber que chegar ao topo não é apenas uma questão de preparo físico. É preciso coragem, resistência, experiência e uma dose considerável de determinação.

 

 

Uma história sobre sonhos, reconhecimento e generosidade

 

Outro aspecto que gostei bastante é a maneira como o filme trabalha o sonho de Tenzing.

 

Não estamos acompanhando alguém que decidiu escalar uma montanha por aventura ou para conquistar fama. Estamos vendo um homem que passou a vida inteira perseguindo algo que tinha um significado muito profundo para ele.

 

E existe um peso emocional enorme quando finalmente chega a oportunidade de realizar esse sonho.

 

Também gostei muito da relação entre Tenzing e Hillary. Existe uma generosidade muito bonita na maneira como Edmund percebe a importância daquela conquista para seu companheiro.

 

Ele entende que, para Tenzing, chegar ao topo representa muito mais do que uma façanha esportiva. É a realização de um sonho de infância, uma conquista pessoal e também o reconhecimento de alguém que durante muito tempo precisou lutar para ser respeitado dentro daquele universo.

 

Essa parceria dá ao filme uma dimensão humana muito interessante.

 

Porque, no fim das contas, não estamos falando apenas de dois homens tentando chegar ao ponto mais alto do planeta. Estamos falando de confiança, respeito e da capacidade de reconhecer a importância do sonho do outro.

 

E isso emociona.

 

 

Afinal, vale a pena assistir Tenzing?

 

Vale muito!

 

Gostei bastante do filme, principalmente por reunir elementos que funcionam muito bem para mim: uma história real interessante, um roteiro envolvente, personagens bem construídos e uma produção visualmente maravilhosa.

 

Não é apenas um filme sobre escalar o Everest. É sobre um menino que cresceu com um sonho aparentemente impossível e que passou a vida lutando para realizá-lo.

 

É sobre a força de vontade humana, mas também sobre generosidade, reconhecimento e respeito.

 

E, claro, existe aquela experiência de assistir a uma escalada tão impressionante que você começa a sentir falta de ar junto com os personagens. Eu já estava procurando um cilindro de oxigênio aqui no sofá!

 

Tenzing emociona sem precisar exagerar, impressiona pela beleza das imagens e ainda nos apresenta uma história que merece ser conhecida.

 

Minha recomendação é: assistam!

 

Só não recomendo tentar reproduzir a aventura no fim de semana. Vamos respeitar nossos limites, porque o Everest não é para qualquer um. E, no meu caso, a ladeira da rua já está de ótimo tamanho.

Onde assistir: Apple TV.

 

Nota do Pode Ver Sem Medo: Um filme bonito, emocionante e baseado em uma história extraordinária. Vale muito a experiência!

Pode Ver Sem Medo

Curiosidades

As sequências de Hillary Step e Summit-Push foram filmadas na cordilheira Remarkables e no Malte Brun Pass, na Nova Zelândia.

 

John Hunt tinha 42 anos durante a expedição ao Everest de 1953. Willem Dafoe, que o interpreta, completou 70 anos enquanto o filme estava sendo rodado na Nova Zelândia em julho de 2025.

 

Durante a expedição de 1953 retratada no filme, a formidável face rochosa de 12 metros perto do cume não tinha nome. Após sua bem-sucedida cúpula em 29 de maio de 1953, recebeu o nome de “Hillary Step” em homenagem a Edmund Hillary, que liderou o campo até a face rochosa enquanto lutava com Tenzing Norgays.

 

A notícia da ascensão bem-sucedida do Everest chegou ao Reino Unido na manhã da coroação da Rainha Elizabeth II

 

Uma conquista histórica: em 29 de maio de 1953, Tenzing Norgay e Edmund Hillary alcançaram o cume do Everest, tornando-se os primeiros escaladores com conquista confirmada do topo.

 

Uma fotografia histórica: a famosa imagem de Tenzing no cume foi feita pelo próprio Hillary. É uma das fotografias mais conhecidas da história do montanhismo.

 

Uma montanha sagrada: conhecida como Chomolungma em tibetano, a montanha possui um significado espiritual para as comunidades locais. Essa relação é importante para compreender a visão de mundo de Tenzing.

 

Uma história que precisava ser contada: durante muito tempo, a conquista foi popularizada principalmente pelo nome de Edmund Hillary, enquanto a trajetória de Tenzing recebeu menos atenção do grande público.

 

Uma diretora familiarizada com o tema: Jennifer Peedom já havia explorado o universo do Everest e da comunidade Sherpa no documentário Sherpa (2015).

Curiosidades

Onde assistir?

O filme está na AppleTV.

Avaliações

  • IMDB logo 7,4
    Rotten Tomatoes logo 98%
    PVSM logo 8,0

Tags:

#filmes #appletv #históriareal #drama #aventura #tenzing

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