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A Queda 2: No Limite — quando a sobrevivência desafia até a nossa paciência!
Durante uma escalada perigosa no Monte Kwan, na Tailândia, duas alpinistas ficam presas a milhares de pés de altura, onde alturas vertiginosas, exposição extrema e probabilidades quase nulas transformam cada momento em uma luta pela sobrevivência.
História
Surpreendida pela morte de sua irmã Hunter, Jax (Slater) se conecta com Luce (Thomas), a amiga destemida de Hunter. Para se curar, eles tentam a infame caminhada de tábuas do Monte Kwan, na Tailândia. Depois de um deslizamento repentino de pedras os deixar presos em uma frágil prancha a 3000 pés no ar, Jax deve enfrentar seus medos mais profundos e lutar pela sobrevivência para encontrar um fim.
Pode Ver Sem Medo
Depois do sucesso de A Queda (2022), que transformou uma torre de comunicação em um verdadeiro pesadelo para quem tem medo de altura, chegou a vez de voltarmos a sentir aquele frio na barriga. Ou, pelo menos, essa era a promessa!
Em A Queda 2: No Limite, conhecemos Jax Hunter, que ainda enfrenta o luto pela morte de sua irmã, Shiloh. Na tentativa de homenagear a irmã e lidar com essa perda, ela se aproxima de Luce, uma amiga de Shiloh, que a convida para uma aventura em uma perigosa passarela suspensa na região do Monte Kwan, na Tailândia.
O que deveria ser uma experiência de superação e uma maneira de manter viva a memória de Shiloh rapidamente se transforma em uma luta desesperada pela sobrevivência. Um deslizamento de rochas deixa as duas presas em uma estreita estrutura suspensa a centenas de metros do chão.
Sem uma saída segura e diante de um cenário aterrorizante, Jax precisa enfrentar não apenas os perigos daquela situação, mas também seus próprios medos.
E é aí que começa o verdadeiro teste: até onde alguém consegue ir quando cada movimento pode significar a diferença entre a vida e a morte?
Personagens e elenco
Harriet Slater como Jax Hunter
Jax é a protagonista da história. Marcada pela perda da irmã, ela precisa enfrentar seus medos em uma situação extrema. Sua jornada mistura sobrevivência física, luto e superação pessoal.
Arsema Thomas como Luce
Amiga de Shiloh, Luce é quem aproxima Jax da aventura que dá início aos acontecimentos do filme. A relação entre as duas se torna fundamental para a luta pela sobrevivência.
Virginia Gardner como Shiloh Hunter
A atriz retorna ao universo da franquia como Shiloh, cuja morte é o ponto de partida emocional da nova história. Mesmo sem ocupar o mesmo espaço narrativo do primeiro filme, sua presença é essencial para a trama.
Tom Brittney como Jon Platt
O ator integra o elenco da sequência, que acrescenta novos personagens e conflitos à história.
Qual é a relação com o primeiro filme?
Aqui está um dos aspectos mais interessantes da produção: A Queda 2: No Limite não é apenas uma nova história de pessoas presas em um lugar alto. Existe uma conexão direta com o longa de 2022.
No primeiro filme, acompanhamos Becky e Hunter, duas amigas que decidem escalar uma torre de comunicação abandonada, com mais de 600 metros de altura. O que começa como uma aventura radical termina em um pesadelo, quando elas ficam isoladas no topo, sem meios seguros de descer.
A sequência retoma as consequências daquela história por meio de Shiloh e de sua irmã, Jax. Assim, o filme tenta ampliar o universo da franquia e mostrar como os acontecimentos anteriores continuam repercutindo na vida de outras pessoas.
A mudança de cenário também é significativa. Em vez de repetir exatamente a situação da torre, a continuação aposta em uma passagem suspensa em uma região montanhosa, mantendo a sensação de exposição, isolamento e perigo.
Essa conexão com o original foi um dos pontos que me agradaram. Existe uma continuidade, e não a impressão de que simplesmente pegaram a mesma ideia e trocaram os personagens.
O problema é que manter a identidade de uma franquia não significa, necessariamente, conseguir reproduzir a mesma eficiência.
O que achei do filme?
Eu estava bem ansiosa por essa sequência, porque gostei demais do primeiro A Queda. Gosto de histórias de risco, sobrevivência e aventura que dão aquele frio na barriga só de assistir. São filmes que fazem a gente se imaginar naquela situação e pensar: como alguém conseguiria sair dessa?
E preciso admitir: fiquei decepcionada com o resultado.
O primeiro filme conseguiu transformar uma premissa relativamente simples em uma experiência angustiante. A altura, o isolamento, a dificuldade de comunicação e a falta de recursos eram suficientes para construir uma tensão que funcionava muito bem.
Na continuação, temos novamente um cenário absurdo, situações extremas e aquela sensação de que qualquer movimento errado pode ser fatal. Visualmente, a proposta continua interessante, e a conexão com o primeiro longa é um mérito que merece ser reconhecido.
Mas, para mim, o roteiro começa a comprometer justamente aquilo que deveria ser a maior força da produção: a sobrevivência.
As personagens enfrentam situações tão extremas que, em determinados momentos, fica difícil aceitar as decisões tomadas. Em vez de pensar apenas no perigo que estão correndo, a gente começa a questionar a lógica do que está acontecendo.
E isso é um problema para um suspense dessa natureza. Eu não preciso que tudo seja perfeitamente realista, mas preciso acreditar minimamente nas situações para sentir o impacto delas.
Quando a gente deixa de sentir medo pelas personagens e começa a questionar o roteiro, a tensão perde força.
E o pior é que essa sensação não melhora na reta final. Pelo contrário: para mim, o filme vai perdendo cada vez mais força, e a previsibilidade ultrapassa o limite do aceitável.
Aquelas reviravoltas que deveriam surpreender acabam não funcionando como esperado. Em vez de provocar espanto ou aumentar a angústia, algumas escolhas narrativas tornam a experiência menos convincente.
É frustrante porque a premissa continua tendo potencial. O cenário é ótimo para esse tipo de história, e existe espaço para criar situações genuinamente desesperadoras. Só que não basta colocar personagens em uma altura assustadora e esperar que isso, por si só, sustente todo o filme.
É preciso construir tensão, respeitar minimamente a inteligência do espectador e apresentar soluções que façam sentido dentro daquele universo.
E, infelizmente, senti falta disso aqui.
E o final? Teremos um terceiro filme?
Sem entrar em spoilers importantes, o desfecho deixa espaço para a continuidade da franquia. A história procura ir além do que foi apresentado anteriormente e abre caminho para novas situações extremas.
Mas aqui vai a minha pergunta: será que precisamos mesmo de um terceiro filme?
Eu entendo que o sucesso de uma produção pode despertar o interesse em transformar uma boa ideia em franquia. Só que, quando a premissa depende tanto do fator surpresa, existe o risco de cada continuação precisar exagerar ainda mais para tentar provocar a mesma reação.
E foi justamente essa sensação que tive assistindo a A Queda 2: No Limite. Se o primeiro filme me deixou aflita, querendo saber como aquelas personagens conseguiriam escapar, o segundo me fez questionar até onde essa fórmula consegue chegar sem perder a credibilidade.
Talvez exista uma maneira de reinventar a proposta, apresentar novos conflitos e recuperar a força do original. Mas, neste momento, não posso dizer que estou ansiosa por mais uma sequência.
Talvez eu já tenha chegado ao meu próprio limite com essa franquia!
Vale a pena assistir?
Se você gosta de filmes de sobrevivência, sente vertigem só de olhar para lugares muito altos e quer conhecer a continuação de A Queda, pode encontrar aqui alguns momentos de tensão e um cenário que chama a atenção.
Mas, se o que mais conquistou você no primeiro filme foi a maneira como ele construiu o suspense a partir de uma situação aparentemente impossível, talvez também sinta falta de um roteiro mais consistente.
Para mim, a sequência mantém uma conexão interessante com o original e aproveita bem a ideia de colocar personagens em situações extremas. Porém, as decisões pouco convincentes e a previsibilidade do desfecho acabam comprometendo a experiência.
Eu queria sentir aquele frio na barriga do primeiro filme. Queria ficar apreensiva, imaginando como tudo poderia terminar. Mas acabei mais preocupada com a lógica das situações do que com o destino das personagens.
Minha conclusão: A Queda 2: No Limite tinha tudo para repetir a experiência angustiante do primeiro, mas acaba mostrando que aumentar o perigo não significa necessariamente aumentar a qualidade do suspense.
E você, já assistiu? Também achou que a sequência exagerou ou conseguiu aproveitar a aventura até o final? E, sinceramente, ainda existe espaço para um terceiro filme?
Quero saber a opinião de vocês!
Pode Ver Sem Medo — porque nem todo filme que nos leva às alturas consegue nos manter empolgados até o fim.
Curiosidades
A produção é conhecida internacionalmente como Fall 2: Deadpoint. A palavra “deadpoint” remete ao universo da escalada, o que combina com a proposta de colocar as personagens em situações extremas.
Michael e Peter Spierig dirigem a continuação, enquanto Scott Mann, responsável pelo primeiro filme, participa do roteiro ao lado de Jonathan Frank. A equipe procura preservar a identidade do suspense original em uma nova situação de perigo.
Em vez de repetir a torre de comunicação, a história leva as protagonistas a uma passagem suspensa em uma região montanhosa da Tailândia. A mudança busca renovar o impacto visual e criar novos obstáculos para a sobrevivência.
Onde assistir?
O filme está nos cinemas e em algumas plataformas digitais.
Avaliações
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5,5
Tags:
#filmes #ação #aventura #aqueda2 #thefallVisualizações:
7Comentários (0)
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