Criação de conteúdos e gestão de redes sociais
Pressão (Pressure): Vale a Pena? Crítica, História Real e o Filme que Mostra Como o Clima Decidiu o Dia D
Embora os meteorologistas alemães esperassem mau tempo, os Aliados aproveitaram um período inesperado de céu limpo para os desembarques na Normandia.
História
Nas tensas 72 horas que antecederam o Dia D, e com o destino do mundo livre em jogo, *Pressão* acompanha o General Dwight D. Eisenhower e o Capitão James Stagg enquanto enfrentam uma escolha impossível: lançar a maior e mais perigosa invasão marítima da história ou correr o risco de perder a guerra de vez.
Pode Ver Sem Medo
Pressão (Pressure) chega aos cinemas com uma proposta que foge completamente do que normalmente esperamos de um filme de guerra. Em vez de nos colocar no campo de batalha, entre tiros, explosões e soldados avançando sob fogo inimigo, o filme nos leva para dentro de uma sala de comando, onde mapas, telefones, lápis e previsões meteorológicas se tornam tão importantes quanto qualquer tanque ou avião.
Dirigido por Anthony Maras, o filme retrata a disputa entre meteorologistas que aconteceu nas horas que antecederam o Dia D, a invasão da Normandia em 6 de junho de 1944 — uma das operações militares mais importantes e decisivas da Segunda Guerra Mundial.
Andrew Scott e Chris Messina interpretam, respectivamente, os meteorologistas da vida real James Stagg e Irving Krick, encarregados de fornecer as previsões do tempo aos estrategistas militares que planejavam a invasão.
Entre esses estrategistas estava o general Dwight D. Eisenhower, comandante supremo das forças aliadas e futuro presidente dos Estados Unidos, interpretado por Brendan Fraser, que, preciso dizer, me surpreende a cada nova aparição.
E é justamente aí que começa a grande questão do filme: quando milhares de vidas dependem de uma decisão, o que acontece quando a ciência não pode oferecer uma certeza absoluta?
A história de Pressão
As 72 horas que antecederam o Dia D foram carregadas de tensão.
Ninguém ignorava o peso monumental da iminente invasão da Normandia. Milhares de soldados estavam mobilizados, navios aguardavam no Canal da Mancha e uma operação de proporções gigantescas estava prestes a acontecer.
E tudo isso poderia depender de uma coisa que nenhum general conseguiria controlar:
o clima.
Ainda abalado por um ensaio desastroso que havia resultado na morte de centenas de soldados aliados, Eisenhower havia marcado provisoriamente 5 de junho de 1944 como a data da invasão.
E aqui peço licença para interromper o que seria quase um spoiler histórico.
Sim, eu sei o que você está pensando:
5 de junho? O Dia D não foi no dia 6?
É justamente aí que começa a tensão de Pressão.
Ciente de que aquela missão era maior do que qualquer operação militar já planejada, Eisenhower reúne algumas das mentes mais brilhantes disponíveis para tentar prever todas as variáveis possíveis.
Entre elas está James Stagg, o principal especialista em meteorologia do Reino Unido, responsável por informar aos planejadores, literalmente, para que lado o vento sopraria naquele dia.
James Stagg e a previsão que poderia mudar a História
Stagg é enviado para um centro de comando instalado em uma antiga mansão inglesa. Ali, uma equipe trabalha freneticamente utilizando mapas, lápis, compassos, telefones e uma enorme quantidade de dados meteorológicos.
O filme consegue ser muito interessante justamente ao mostrar como uma previsão do tempo era feita naquela época.
Nada de aplicativos, imagens de satélite ou modelos meteorológicos modernos.
Era preciso reunir informações de diferentes pontos, interpretar os dados disponíveis e tentar descobrir como o clima iria se comportar.
E o problema é que previsões meteorológicas não são certezas.
Stagg logo percebe que as condições estavam mudando.
As nuvens de tempestade não desapareceriam como esperado. A pressão atmosférica estava caindo. A visibilidade poderia ser ruim, as ondas poderiam ficar altas e as tropas enfrentariam condições extremamente perigosas.
Para Stagg, realizar a invasão naquele momento seria um risco enorme.
Mas ele estava prestes a enfrentar alguém que tinha uma opinião completamente diferente.
Irving Krick: o meteorologista que discordava de Stagg
Irving Krick, interpretado por Chris Messina, era o meteorologista de confiança de Eisenhower.
Suas previsões durante a guerra já haviam ajudado a salvar vidas e, ao contrário de Stagg, Krick acreditava que as condições seriam favoráveis.
Para ele, existia uma janela de tempo adequada para realizar a invasão.
E é aí que o filme transforma uma discussão científica em um verdadeiro duelo.
Stagg acredita que Krick está selecionando os dados que favorecem sua previsão e dizendo aos comandantes aquilo que eles querem ouvir.
Krick, por outro lado, confia em sua metodologia e em seu histórico.
Eisenhower quer certezas.
Stagg sabe que a meteorologia não oferece certezas absolutas.
Essa diferença aparentemente simples transforma a previsão do tempo em uma questão de vida ou morte.
O peso da decisão de Eisenhower
Eisenhower é apresentado como um homem que precisa transformar todas aquelas informações em uma decisão.
O problema é que não existe uma resposta perfeita.
Se ele adiar a invasão, pode perder uma oportunidade estratégica fundamental.
Se seguir em frente e Stagg estiver certo, milhares de soldados poderão ser enviados para condições perigosas.
E Stagg não tem medo de contrariá-lo.
Mesmo sendo fisicamente muito menor que o general, ele mantém sua posição com firmeza.
É uma das coisas que mais gosto no personagem: ele não está tentando agradar ninguém.
Sua responsabilidade é apresentar aquilo que acredita ser a previsão mais correta, mesmo sabendo que a resposta pode ser exatamente aquela que ninguém quer ouvir.
Nesse ambiente, ele também encontra uma compreensão especial em Kay Summersby, interpretada por Kerry Condon, assessora de Eisenhower.
Enquanto todos parecem pressionar Stagg por uma resposta definitiva, ela entende o peso da posição em que ele foi colocado.
E então chega o momento decisivo.
Eisenhower toma sua decisão:
o Dia D está adiado.
E se Stagg estivesse errado?
Talvez uma das melhores sequências do filme aconteça justamente depois da decisão.
No domingo, 5 de junho, Stagg acorda depois de ter dormido à mesa.
Quando sai, encontra um dia de sol radiante.
É exatamente o cenário que poderia fazer qualquer pessoa questionar sua própria previsão.
Ele observa Eisenhower à distância enquanto todos cantam hinos em uma capela.
Depois caminha até um campo.
E então...
BGRMMMMMGMRRRR.
O trovão.
A tensão acumulada durante todo o filme encontra sua recompensa naquele momento.
E você quase comemora junto com Stagg.
Por que o título Pressão funciona tão bem?
Se existe um título que foi muito bem escolhido, é Pressão.
E ele tem um duplo significado bastante evidente.
Por um lado, todos os personagens estão trabalhando sob extrema pressão.
Eisenhower precisa decidir quando colocar em prática uma das maiores operações militares da História. Stagg precisa defender sua previsão diante de superiores que querem respostas definitivas. Krick precisa sustentar sua própria análise.
E, acima de todos eles, existe o peso de saber que milhares de vidas dependem daquela decisão.
Mas existe também o significado literal.
Os debates que movimentam grande parte da trama estão relacionados às diferentes leituras barométricas da pressão atmosférica.
Os meteorologistas acompanham constantemente essas mudanças para tentar interpretar o comportamento das nuvens, dos ventos, da visibilidade e das condições do mar.
Ou seja, enquanto os personagens estão sob uma enorme pressão psicológica, eles também estão literalmente estudando a pressão atmosférica para descobrir se o momento certo para a invasão havia chegado.
É um título simples, mas extremamente bem escolhido, porque resume praticamente todo o filme.
Você sente essa pressão a cada cena.
A atmosfera é carregada de tensão. Cada nova previsão pode alterar os planos. Cada mudança nos mapas pode representar milhares de vidas em risco.
Quem imaginaria que acompanhar homens analisando mapas meteorológicos poderia ser tão tenso?
Quem achava que a meteorologia servia apenas para saber se vai dar praia ou se dá para lavar roupa, aqui está a prova de que ela teve um papel fundamental em um dos momentos mais decisivos da história da humanidade.
Uma guerra diferente
Eu adoro a temática de filmes de guerra, mas gosto ainda mais quando o cinema consegue mostrar um lado desse período que normalmente fica em segundo plano.
E Pressão faz exatamente isso.
Depois de Nuremberg, temos mais uma abordagem da guerra que foge dos tiros, dos campos de batalha e das grandes cenas de combate.
Aqui, o conflito está nos diálogos, nas decisões, nos cálculos, nas divergências e no peso das escolhas.
Não estamos acompanhando os soldados que desembarcarão na Normandia.
Estamos acompanhando as pessoas que precisam decidir quando esses soldados devem desembarcar.
E isso muda completamente a perspectiva.
O filme nos mostra uma guerra acontecendo dentro de uma sala.
Uma guerra de informações.
Uma guerra de previsões.
Uma guerra de egos.
E, principalmente, uma guerra contra o tempo.
A meteorologia como protagonista
Uma das coisas que mais gostei no filme é justamente a importância dada à meteorologia.
Hoje estamos acostumados a consultar o celular e saber praticamente em segundos se vai chover, qual será a temperatura ou como estarão as condições do tempo nos próximos dias.
Em 1944, a realidade era completamente diferente.
A equipe precisava reunir informações de diferentes estações, interpretar mapas e analisar as mudanças atmosféricas para tentar construir uma previsão confiável.
E aquela previsão não serviria apenas para decidir se seria um bom dia para sair de casa.
Ela ajudaria a determinar se milhares de soldados deveriam atravessar o Canal da Mancha para iniciar uma das maiores operações militares da História.
Essa perspectiva torna a história fascinante.
A meteorologia deixa de ser apenas uma informação.
Ela se transforma em uma decisão de vida ou morte.
Andrew Scott, Chris Messina, Brendan Fraser e Kerry Condon
As atuações são um dos grandes destaques de Pressão.
Andrew Scott está fantástico como James Stagg. Ele consegue transmitir a tensão, a irritação e a responsabilidade do personagem sem transformá-lo em um simples sujeito arrogante. Stagg sabe que está sob pressão, mas também sabe que precisa defender aquilo em que acredita.
Chris Messina funciona muito bem como contraponto. Irving Krick não é simplesmente o "meteorologista errado". Ele possui experiência, conhecimento e argumentos próprios, o que torna o conflito muito mais interessante. Não estamos diante de uma disputa tão simples entre certo e errado, mas entre diferentes interpretações de dados e diferentes maneiras de lidar com a incerteza.
E temos Brendan Fraser como Eisenhower.
Eu realmente gosto de acompanhar essa nova fase da carreira de Fraser. Ele me surpreende a cada aparição e aqui consegue apresentar um Eisenhower muito mais humano do que a imagem quase mítica que normalmente associamos ao comandante.
É um homem diante de uma decisão praticamente impossível. Ele precisa ouvir especialistas, analisar informações contraditórias e, no final, assumir sozinho a responsabilidade pela escolha.
Mas existe uma personagem que, apesar de não estar diretamente envolvida nas decisões, desempenha uma função muito importante no equilíbrio emocional da história: Kerry Condon como Kay Summersby.
Kay não está ali para disputar espaço com os grandes nomes militares ou para participar das decisões estratégicas. Sua importância é outra.
Ela funciona como um elo emocional entre Eisenhower e Stagg.
Em meio a tantas discussões técnicas, mapas, números, previsões e ordens militares, Summersby traz um pouco de humanidade para aquele ambiente. Ela consegue perceber a tensão que existe entre os dois homens e, de certa maneira, serve como uma ponte entre o peso da decisão de Eisenhower e a responsabilidade que Stagg carrega.
E isso faz diferença.
Kerry Condon consegue equilibrar e trazer emoção para um filme que, por sua própria proposta, poderia facilmente se tornar frio e excessivamente técnico.
É através dela que temos alguns momentos em que conseguimos respirar e enxergar aquelas figuras históricas não apenas como militares e especialistas, mas como pessoas lidando com medo, responsabilidade, dúvida e pressão.
Gosto especialmente dessa escolha do filme porque Kay não precisa tomar nenhuma grande decisão para ser importante.
Às vezes, em uma história dominada por homens tentando decidir o destino de milhares de pessoas, a função de uma personagem é justamente nos lembrar das pessoas por trás dessas decisões.
E o elenco consegue trabalhar muito bem essa dinâmica. Andrew Scott, Chris Messina, Brendan Fraser e Kerry Condon criam um grupo em que cada personagem representa uma forma diferente de lidar com a pressão — a ciência, a convicção, o poder e o lado humano.
A ambientação é incrível
Outro ponto que me chamou bastante atenção é toda a ambientação.
As cores, a fotografia, a antiga mansão transformada em centro de comando, os mapas espalhados, os telefones tocando e os meteorologistas trabalhando freneticamente criam uma atmosfera muito convincente.
E existe algo quase fascinante em observar toda aquela logística.
Homens tentando entender o comportamento do clima com as ferramentas disponíveis naquela época enquanto, do lado de fora, uma das maiores operações militares da história está sendo preparada.
O filme consegue fazer com que aquele ambiente fechado pareça tão importante quanto qualquer campo de batalha.
Porque, naquele momento, o campo de batalha ainda nem havia começado.
Mas suas condições já estavam sendo decididas ali.
É baseado em uma história real?
Sim.
Pressão é inspirado nos acontecimentos reais envolvendo James Stagg, Irving Krick e a equipe de meteorologistas que trabalhou para os Aliados antes do Dia D.
O filme é baseado na peça teatral Pressure, escrita por David Haig, que também interpretou James Stagg no teatro.
Como acontece em muitas produções baseadas em fatos reais, alguns acontecimentos e relações são dramatizados ou condensados para criar uma narrativa cinematográfica.
Mas o ponto central permanece:
as previsões meteorológicas tiveram um papel fundamental na decisão de adiar a invasão de 5 para 6 de junho de 1944.
E essa talvez seja uma das partes mais impressionantes da história.
Nós sabemos o que aconteceu.
Sabemos que o Dia D aconteceu em 6 de junho.
Mas, naquele momento, ninguém dentro daquela sala tinha o privilégio de saber o futuro.
O que dizem as críticas?
A recepção crítica tem sido positiva, especialmente em relação às atuações de Andrew Scott e Brendan Fraser e à capacidade do filme de transformar uma discussão meteorológica em suspense.
Ao mesmo tempo, algumas críticas apontam que o ritmo pode ser um problema para quem espera um filme de guerra tradicional.
E acho importante deixar isso claro:
Pressão não é um filme de guerra de ação.
Não espere uma nova versão de O Resgate do Soldado Ryan.
Aqui, o suspense nasce dos diálogos e das decisões.
O que está em jogo não é saber quem vai ganhar uma batalha que ainda nem começou.
É saber quando essa batalha poderá começar.
Para algumas pessoas, isso pode tornar o filme mais lento.
Para mim, é justamente o contrário.
É o que torna a proposta tão interessante.
Vale a pena assistir Pressão?
Vale muito a pena.
Principalmente se você gosta de filmes de guerra, histórias baseadas em fatos reais e produções que conseguem apresentar um acontecimento histórico por um ângulo diferente.
O maior mérito de Pressão é nos lembrar que uma guerra não é feita apenas de soldados, armas e batalhas.
Existe uma enorme engrenagem funcionando nos bastidores.
Existem pessoas analisando informações, fazendo cálculos, discutindo estratégias e tentando prever aquilo que ainda não aconteceu.
E, neste caso, uma previsão meteorológica ajudou a determinar quando uma das maiores operações militares da história poderia acontecer.
Os atores estão fantásticos, a ambientação funciona muito bem e toda a logística utilizada para mostrar como o tempo era previsto naquele período é um dos elementos mais interessantes da produção.
Eu adoro quando um filme pega um acontecimento histórico que todos conhecemos e nos faz olhar para ele de uma maneira completamente diferente.
Nós sabemos que o Dia D aconteceu.
Sabemos que os Aliados desembarcaram na Normandia.
Sabemos o resultado.
Mas Pressão nos faz pensar em algo muito mais humano:
como foi para as pessoas responsáveis por tomar aquela decisão?
Como é decidir quando você sabe que não existe garantia de estar certo?
Como é contrariar um general quando você acredita que a decisão dele pode colocar milhares de vidas em risco?
E como é acordar no dia seguinte e perceber que, por alguns instantes, talvez você tenha cometido um erro?
É aí que o filme ganha força.
Não é apenas sobre guerra. É sobre responsabilidade.
É sobre ciência.
É sobre liderança.
É sobre ego.
É sobre pressão.
E sobre a coragem necessária para dizer "não" quando todo mundo ao redor quer ouvir um "sim".
No fim, Pressão mostra que, em alguns momentos da História, uma batalha pode começar muito antes do primeiro tiro.
Pode começar dentro de uma sala, diante de um mapa, enquanto alguém observa um barômetro e tenta responder à pergunta mais importante de todas:
"Podemos ir?"
E talvez essa seja a melhor maneira de resumir o filme.
Uma previsão do tempo. Uma decisão impossível. Milhares de vidas em jogo.
Vale muito a pena conhecer mais essa faceta de um dia que marcou a História para sempre.
Curiosidades
Em uma coincidência notável, um dos editores assistentes contratados para examinar as imagens de arquivo acabou sendo James Stagg - o neto do verdadeiro Dr. James Stagg cuja história o filme conta - fato que não se sabia quando a decisão de contratação foi tomada.
A tripulação procurou meteorologistas nonagenários para treinar o elenco e a equipe em equipamentos centenários e reproduziu réplicas exatas dos mapas meteorológicos usados para a previsão real do Dia D.
A história de “Pressure” se originou como uma peça teatral escrita pelo ator e dramaturgo David Haig em 2012 para o Lyceum Theatre em Edimburgo, com o próprio Haig atuando no papel central em mais de 300 apresentações antes mesmo de ser considerada um filme.
Brendan Fraser raspou a cabeça para interpretar Eisenhower, a quem ele descreveu como “com problemas foliculares”, e passou semanas lendo todas as biografias que encontrou sobre o general antes do início das filmagens.
Maras e uma equipe de editores assistentes analisaram 46 horas de filmagens originais do tempo de guerra antes de selecionar o material para colorir e integrar ao filme.
O diretor Anthony Maras chegou ao projeto depois que seu thriller de 2019 “Hotel Mumbai” chamou a atenção dos produtores, que também haviam ficado impressionados com seu curta-metragem anterior, “The Palace”, anos antes.
O título do filme tem um duplo significado bastante óbvio, já que todos os personagens estão trabalhando sob extrema pressão, mas os debates acalorados sobre as condições climáticas que impulsionam grande parte da trama continuam se referindo a diferentes leituras barométricas da pressão atmosférica.
Onde assistir?
O filme estreia nos cinemas no dia 3/9 mas está em algumas plataformas digitais.
Avaliações
-
7,3
86%
8,0
Tags:
#filmes #guerra #thriller #pressao #pressureVisualizações:
10Comentários (0)
Efetue login para poder comentar. Ainda não tem uma conta? Registre-se