A Academia Nacional de Artes e Ciências de Gravação dos Estados Unidos revelou neste domingo (1º) os vencedores do 68º Grammy Awards, em cerimônia realizada na Crypto.com Arena, em Los Angeles. A noite foi marcada por recordes históricos, diversidade cultural e a consolidação definitiva da música global como força central da indústria. Kendrick Lamar entra para a história do Grammy O grande nome da noite foi Kendrick Lamar. Líder em indicações nesta edição, o rapper saiu da cerimônia com cinco gramofones e atingiu a marca de 26 prêmios Grammy, tornando-se oficialmente o rapper mais premiado da história, ultrapassando Jay-Z. Entre as vitórias, destaque para Gravação do Ano e Melhor Performance de Rap Melódico com “Luther”, parceria com SZA, além de Melhor Canção de Rap (“TV Off”) e Melhor Álbum de Rap com GNX. Um reconhecimento que reforça não apenas seu impacto artístico, mas também sua relevância cultural. Bad Bunny e um marco histórico para a música latina Outro momento histórico veio com Bad Bunny, vencedor de Álbum do Ano com DeBÍ TiRAR MáS FOTos.Pela primeira vez, um disco totalmente em espanhol conquistou a principal categoria do Grammy — um divisor de águas que simboliza a expansão definitiva do pop latino e da música urbana no centro da indústria global. O álbum também venceu Melhor Álbum de Música Urbana, confirmando Bad Bunny como um dos artistas mais influentes da década. Brasil em destaque: Caetano e Bethânia O Brasil também brilhou na noite. Caetano Veloso e Maria Bethânia venceram Melhor Álbum de Música Global com Caetano e Bethânia Ao Vivo. Um prêmio que celebra não só a longevidade da dupla, mas a força da música brasileira no cenário internacional. Lady Gaga domina o pop No pop, Lady Gaga teve uma noite sólida. Seu álbum Mayhem levou Melhor Álbum Vocal de Pop, enquanto “Abracadabra” venceu Melhor Gravação de Pop Dance e Melhor Gravação Dance Pop, além de Melhor Gravação Remixada em parceria com Gesaffelstein. Cinema, K-pop e trilhas sonoras em alta O filme Pecadores, o mais indicado da história do Oscar, levou dois prêmios no Grammy: Melhor Trilha Sonora para Mídia Visual (Compilação) Melhor Trilha Sonora para Mídia Visual (Original), com Ludwig Göransson Já a animação Guerreiras do K-Pop venceu Melhor Canção Escrita para Mídia Visual com “Golden”, marcando a primeira vitória do K-pop nessa categoria na história do Grammy. Uma edição que confirma a virada global O Grammy 2026 deixa claro que a música vive um novo momento: menos centrado apenas no mercado anglófono e cada vez mais aberto a idiomas, gêneros e culturas diferentes. Do rap político de Kendrick Lamar ao pop latino de Bad Bunny, da música brasileira ao K-pop, a premiação refletiu um cenário mais diverso, plural e conectado com o mundo real. Mais do que uma lista de vencedores, esta edição entrou para a história como o Grammy que abraçou, de vez, a música global.
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A 26ª edição do Latin Grammy tomou conta de Las Vegas nesta quinta-feira (13/11), celebrando a diversidade e a força da música latina. Antes da cerimônia principal, parte dos vencedores já havia sido anunciada na première transmitida às 17h (horário de Brasília), mas foi no palco principal que o brilho — especialmente o brasileiro — tomou forma. E que noite para a música do Brasil. Liniker domina o Grammy Latino e faz história A cantora Liniker foi um dos grandes nomes da premiação. Além de entregar uma das performances mais intensas da noite, ela saiu do palco com três gramofones nas mãos:Melhor Álbum de Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa — CajuMelhor Interpretação Urbana em Língua Portuguesa — CajuMelhor Canção em Língua Portuguesa — Veludo Marrom Com sete indicações no total, Liniker também se tornou a brasileira mais nomeada na história do Grammy Latino em um único ano. Um marco que consolida seu talento e sua força artística dentro e fora do país. Outros destaques brasileiros da noite Além de Liniker, diversos artistas nacionais foram celebrados em suas categorias, reforçando a potência da produção musical brasileira: João Gomes, Mestrinho e Jota.pê — Melhor Álbum de Música de Raízes em Língua Portuguesa por Dominguinho Luedji Luna — Melhor Álbum de Música Popular Brasileira / Música Afro Portuguesa Brasileira por Um Mar Pra Cada Um Sorriso Maroto — Melhor Álbum de Samba/Pagode com Sorriso Eu Gosto No Pagode Vol. 3 – Homenagem Ao Fundo de Quintal Baianasystem — Melhor Álbum de Rock ou de Música Alternativa em Língua Portuguesa com O Mundo Dá Voltas Chitãozinho & Xororó — Melhor Álbum de Música Sertaneja com José & Durval Um retrato diverso da música brasileira, que vai do samba ao rock, do sertanejo às raízes nordestinas.
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Em meio a debates acalorados sobre os rumos da segunda temporada de The Last of Us, uma atriz tem chamado a atenção de forma inesperada: Isabela Merced. Intérprete de Dina, a nova parceira de Ellie, Merced conquistou o público com uma atuação carismática e cheia de nuances, elevando a importância da personagem, que já era querida pelos fãs do jogo. Desde o polêmico segundo episódio, que marca a chocante morte de Joel — um momento central que espelha fielmente os eventos do segundo game —, a série tem dividido opiniões. Também surgiram discussões sobre a evolução de Ellie, vivida por Bella Ramsey, e sobre como ela se diferencia (ou não) da versão anterior. Ainda assim, se há um consenso até aqui, é que Merced se tornou o grande destaque da temporada.Aos 23 anos, Isabela vive um momento especial na carreira. Depois de estrelar o aguardado Alien: Romulus, ela foi confirmada como a nova Mulher-Gavião no reboot do universo DC comandado por James Gunn, em Superman. Uma guinada impressionante desde sua participação em Madame Teia e, claro, muito distante dos tempos em que interpretava Dora no live-action de Dora, a Aventureira. Mas é em The Last of Us que Merced mostra um lado mais pessoal e profundo. Assim como Dina, a atriz se identifica como queer e trouxe essa vivência para o papel. Em entrevista, ela contou que foi importante mostrar os conflitos internos de Dina, uma personagem que ainda está entendendo sua própria sexualidade — em contraste com a segurança emocional de Ellie. Dina conta à Ellie, por exemplo, que se assumiu bissexual quando criança, mas foi repreendida pela mãe, o que a fez reprimir seus sentimentos por anos. A química entre Merced e Bella Ramsey é evidente em cena. A própria atriz revelou que as duas estavam tão à vontade que decidiram incluir momentos de carinho e intimidade que nem estavam no roteiro original. “A gente se sentiu confortável o suficiente pra explorar. Criamos momentos que tornaram tudo mais real”, disse Merced. Na história, Dina está grávida de Jesse (vivido por Young Mazino), e apesar da atmosfera trágica da série, ela — e o bebê — sobrevivem. Em determinado momento, ela e Ellie vivem juntas, até que a sede de vingança de Ellie a afasta novamente. A relação entre as duas será um dos pilares da terceira temporada, já confirmada pela HBO. Isabela Merced conseguiu imprimir uma profundidade emocional rara em uma personagem que poderia facilmente ser coadjuvante. Ao lado de nomes como Bella Ramsey, Kaitlyn Dever (como Abby) e Young Mazino, ela se firma como um dos grandes nomes dessa nova fase de The Last of Us. E, ao que tudo indica, ainda vamos ouvir falar muito dela nos próximos anos.
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A segunda temporada da série The Last of Us, da HBO, trouxe uma mudança significativa que gerou debates entre os fãs: a caracterização de Abby Anderson. Nos jogos, Abby é conhecida por sua aparência musculosa e imponente, resultado de anos de treinamento e sobrevivência em um mundo pós-apocalíptico. Na adaptação televisiva, a personagem é interpretada por Kaitlyn Dever, cuja constituição física difere da versão dos jogos.
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